Questões de Português de Figuras de Linguagem

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VUNESP - Polícia Civil - SP - Perito Criminal - 2013
Português / Figuras de Linguagem

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas, antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos. (Superinteressante, agosto de 2011)


No texto, está empregada em sentido figurado a expressão

a) "ralo", significando escoamento de resíduos.
b) "voo", significando viagem perigosa.
c) "gosto amargo", significando dissabor.
d) "estação espacial", significando devaneio humano.
e) "colonização", significando exploração desenfreada.

CETRO - CREF - SP - Procurador - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Assinale a alternativa cuja frase apresenta a mesma figura de linguagem encontrada no período abaixo.
Assim que a criança nasceu, o pai ofereceu um havana para os presentes.

a) Joana vira uma fera quando chamam sua atenção.
b) Tropeçou no pé da mesa e machucou-se.
c) Márcia adora tomar um porto após o almoço.
d) Devorarei mil pedaços de bolo quando acabar a promessa de não comer doces.
e) A voz da cantora é doce e suave.

VUNESP - SEDU - SP - Analista Administrativo - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Leia o texto para responder a questão.


Chove muito forte na cidade. Raios e trovões. Alagamentos
e árvores caídas. Balanço trágico: quatro mortos e um garoto
desaparecido. Em meio ao trânsito parado, dois gaiatos (expressão
supercarioca ) pegam suas pranchas e vão para a rua alagada
surfar no asfalto. Divertem-se, gritam, como se fosse necessário
buscar prazer onde só há aborrecimento e lamentação. _____ cena
se repetiu anteontem ____ noite, ____ beira da lagoa Rodrigo de
Freitas. Virou onda surfar debochadamente na chuva.

(Paula Cesarino Costa, Notas sobre a carioquice. Folha de S.Paulo, 07.03.2013)


Há emprego de linguagem figurada na seguinte passagem do texto:

a) trânsito parado.
b) aborrecimento e lamentação.
c) Virou onda.
d) Raios e trovões.
e) quatro mortos.

VUNESP - Prefeitura de Ribeirão Preto - Assistente Social - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Leia o texto para responder à questão.


Leitura nos olhos dos outros



Famílias e escolas repetem à exaustão que ler é uma coisa
boa. Desde os primeiros anos escolares até o último ano do
ensino básico, a lista de livros obrigatórios é enorme. Mas será
que ler é mesmo bom? Se é, por que temos de repetir tanto essa
recomendação e nem assim conseguimos resultados?

Talvez porque obrigação não combine com prazer e ler deveria
ser uma questão de prazer. Muita gente se preocupa em desenvolver
o hábito da leitura. Prova disso é que nossas crianças
ficam com a agenda abarrotada de coisas para ler. Entretanto,
hábito é coisa bem diferente de vontade. Em relação à leitura,
o que podemos fazer é plantar nos mais novos a vontade de ler,
mostrando as emoções que essa experiência proporciona.

Se afirmamos que ler é tão bom, por que é que nós, os adultos,
lemos tão pouco? Pesquisas mostram que o índice de leitura
espontânea no Brasil é de pouco mais de um livro por ano! Muito
pouco, quase nada, na verdade. Isso significa que, depois que o
jovem sai da escola, ele simplesmente deixa de ler.

O que podemos fazer para que os jovens encontrem seu próprio
caminho no mundo dos livros? Para que desenvolvam um
gosto verdadeiro pela leitura?

Os pais podem, por exemplo, ler e contar histórias para os
filhos pequenos. Muitas famílias já cultivam o momento da história,
lendo para os filhos de até seis anos antes de a criança se
recolher. A questão é que eles não sabem como seguir com esse
ritual depois que a criança cresce.

A partir dos sete anos, muitas famílias se rendem aos outros
interesses que a criança passa a ter: programas de televisão, internet,
video games, jogos de computador etc. Entretanto, ouvir
e contar histórias para os filhos é um hábito que não só poderia
se estender até o fim da infância como um grande incentivador
do gosto pela leitura mas também poderia contribuir como um
elemento intensificador das relações familiares. E depois que a
criança ganha fluidez, é hora de pedir para que ela também leia
para os pais.

As bibliotecas também poderiam funcionar como locais de
incentivo do gosto pela literatura. Para isso, precisariam ser fisicamente
mais atraentes, com livros e atividades interessantes. As
famílias poderiam incluir a ida à biblioteca como um programa
familiar, não é verdade?

Ler sempre – mesmo que por pouco tempo –, comentar os
livros que estão lendo e incluir alguns exemplares na bagagem
das férias são atitudes que os pais podem adotar para mostrar aos
filhos, na prática, que ler é bom de verdade.
Se ler é mesmo bom, vamos provar isso aos mais novos.

(Rosely Sayão, http://www1.folha.uol.com.br, 06.11.2012. Adaptado)


A frase cujo termo em destaque é empregado no texto apenas com sentido metafórico é:

a) Mas será que ler é mesmo bom? (primeiro parágrafo)
b) ... o que podemos fazer é plantar nos mais novos a vontade de ler... (segundo parágrafo)
c) ... o índice de leitura espontânea no Brasil é de pouco mais de um livro por ano! (terceiro parágrafo)
d) Os pais podem, por exemplo, ler e contar histórias para os filhos pequenos. (quinto parágrafo)
e) As bibliotecas também poderiam funcionar como locais de incentivo do gosto pela literatura. (sétimo parágrafo)

FUNCAB - PC - ES - Assistente Social - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Leia o texto abaixo e responda a questão proposta.


CULTURA



Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro
suave susto de Julieta quando, das sombras
perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu
deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou
seus ouvidos.”

E ela disse: “Corta essa.”

E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor
que assoma à face de rústicas campônias acossadas
num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu
rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de
recato que a natureza, ao deflagrá-lo, quis.”

E ela disse: “Cumé que é?”

E ele: “Eu te amo como jamais um homem amou,
como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se
considerou capaz de amar.”

E ela: “Tô sabendo...”

“Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou
fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

“Pô!”

“Desculpe. Esquece este último símile. Minha
amada, minha vida. A inspiração é tanta que
transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o
estilo tropeça no meio-fio, as frases caem do bolso...”

“Sei...”

“Os teus olhos são dois poços de águas claras
onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua
fronte é como o muro de alabastro do templo de
Zamaz-al-Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e
pensar na Eternidade. A tua boca é uma tâmara
partida... Não, a tua boca é como um... um... Pera só
umpouquinho...”

“A tua boca, a tua boca, a tua boca... (Uma
imagem, meu Deus!)”

“Que qui tem a minha boca?”

“A tua boca, a tua boca... Bom, vamos pular a
boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta
Garbo na famosa cena da nuca em Madame
Walewska, com Charles Boyer, dirigido por Clarence
Brown, iluminado por...”

“Ó escuta aqui...”

“Eu tremo! Eu desfaleço! Ela quer que eu a
escute! Como se todo meu ser não fosse uma
membrana que espera a sua voz para reverberar de
amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o
badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela...”

“Tá ficando tarde.”

“Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno
cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como
disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? – , o
Tempo, esse surdo-mudo que nos leva às costas...”

“Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda
a noite.”

[...]

“Já sei!”

“Oquê? Volta aqui, pô...”

“Como um punhado de amoras na neve das
estepes. A tua boca é como um punhado de amoras
na neve das estepes!”

(VERÍSSIMO, Luís Fernando.

Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro:

Objetiva, 2000. p. 140-151.)


As figuras de linguagem são usadas como recursos estilísticos para dar maior valor expressivo à linguagem.
No seguinte trecho "Tu és a chuva e eu sou a terra [...]" predomina a figura, denominada:

a) onomatopeia.
b) hipérbole.
c) metáfora.
d) catacrese.
e) sinestesia.

VUNESP - Polícia Civil - SP - Investigador de Polícia - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Leia o texto para responder a questão.


Vovó cortesã

RIO DE JANEIRO – Parece uma queda travada pelos dois
braços de uma só pessoa. De um lado da mesa, a Constituição,
que garante a liberdade de expressão, de imprensa e de acesso à
informação. Do outro, o Código Civil, que garante ao cidadão
o direito à privacidade e o protege de agressões à sua honra e
intimidade. Dito assim, parece perfeito – mas os copos e garrafas
afastados para os lados, abrindo espaço para a luta, não param
em cima da mesa.

A Constituição provê que os historiadores e biógrafos se voltem
para a história do país e reconstituam seu passado ou presente
em narrativas urdidas ao redor de protagonistas e coadjuvantes.
Já o Código Civil, em seu artigo 20, faz com que não apenas o
protagonista tenha amparo na lei para se insurgir contra um livro e
exigir sua retirada do mercado, como estende essa possibilidade a
coadjuvantes de quarta grandeza ou a seus herdeiros.

Significa que um livro sobre D. Pedro 1.º pode ser embargado
por algum contraparente da família real que discorde de
um possível tratamento menos nobre do imperador. Ou que uma
tetra-tetra-tetraneta de qualquer amante secundária de D. Pedro
não goste de ver sua remota avó sendo chamada de cortes㠖
mesmo que, na época, isso fosse de domínio público –, e parta
para tentar proibir o livro.

Quando se comenta com estrangeiros sobre essa permanente
ameaça às biografias no Brasil, a reação é: “Sério? Que
ridículo!”. E somos obrigados a ouvir. Nos EUA e na Europa,
se alguém se sente ofendido por uma biografia, processa o autor
se quiser, mas o livro segue em frente, à espera de outro que o
desminta. A liberdade de expressão é soberana.

É a que se propõe a Associação Nacional dos Editores de
Livros: arguir no Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade
do artigo 20 do Código Civil.

(Folha de S.Paulo, 17.08.2012. Adaptado)


Emprega-se a linguagem figurada na seguinte passagem do texto:

a) ... o Código Civil, que garante ao cidadão o direito à privacidade e o protege de agressões à sua honra e intimidade.
b) ... mas os copos e garrafas afastados para os lados, abrindo espaço para a luta, não param em cima da mesa.
c) A Constituição provê que os historiadores e biógrafos se voltem para a história do país e reconstituam seu passado ou presente...
d) ... a Constituição, que garante a liberdade de expressão, de imprensa e de acesso à informação.
e) É a que se propõe a Associação Nacional dos Editores de Livros: arguir no Supremo Tribunal Federal a inconstitucionalidade do artigo 20 do Código Civil.

ESAF - DNIT - Analista em Infraestrutura de Transportes - Ambien - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Por que deveria Brasília – cuja construção tanto está
custando ao povo brasileiro e cujos arquitetos se
consideram tão modernos – menosprezar as alterações
revolucionárias da organização social que a tecnologia
está provocando? Por que arquitetos com inclinações
socialistas deveriam construir uma cidade nova para uma
ordem burguesa antiquada? Em cidades mais antigas,
em toda parte, o problema de preparar o povo para o
lazer e de oferecer-lhe oportunidades de diversões
criativas diversificadas está sendo cuidadosamente
estudado por sociólogos, higienistas e urbanistas.
Entretanto, na cidade inteiramente nova de Brasília, que
se supõe esteja sendo construída para durar séculos, o
problema foi, completamente, esquecido.

(Freyre, Gilberto. Palavras repatriadas. Brasília: Editora UnB; São Paulo:Imprensa Ofi cial SP, 2003, p.244).



No que concerne à linguagem e às estruturas linguísticas empregadas no texto, assinale a opção correta.

a) Na pergunta que inicia o texto, foi empregada linguagem figurada, como evidencia a função de sujeito exercida pelo substantivo "Brasília".
b) Considerando-se a estrutura dos dois períodos iniciais do texto, seria correta e mais adequada a seguinte ordem no início da primeira pergunta: "Por que Brasília deveria", porque seria estabelecido paralelismo sintático entre as duas perguntas que iniciam o texto.
c) O conector que inicia as duas perguntas estaria empregado corretamente na seguinte frase: Brasília foi construída por que era necessário incrementar a integração entre os estados brasileiros.
d) A relação de oposição de ideias e a correção gramatical do período seriam preservadas, caso o conector "Entretanto" (l.12 ) fosse substituído pela conjunção "Embora".
e) O conector "onde" poderia substituir corretamente a conjunção que inicia a oração "que se supõe" (l.12 e 13 ).

FUMARC - Polícia Civil - MG - Analista da Polícia Civil - Psicologia - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Uma companhia aérea lançou o seguinte slogan: "Às vezes, um pouquinho a mais faz muita diferença". (Veja, set. 2012). A figura de linguagem presente nesse slogan é

a) Eufemismo.
b) Antítese.
c) Ironia.
d) Hipérbole.

UEG - Polícia Militar - GO - Soldado QPPM - 2ª Classe - 2013
Português / Figuras de Linguagem

Como me lembro deles...


De muita coisa passada na infância nós nos esquecemos, de outras não. Elas nos acompanham a
vida inteira, embora não sejam coisas de profundidade nem tenham em si nenhum conteúdo de alto
ensinamento. Foram simplesmente alguns traços vivos que, repetidos, de certa forma gravaram-se no
disco das impressões deixando marca para sempre. Nos vários anos que passei longe da velha casa,
sobrecarregada com os fardos, mais arrochos da vida, muita coisa desapareceu da minha lembrança,
sobre outras se fecharam de forma inviolável as gavetinhas da memória. Mas aqueles papéis de
circunstância e junto a eles, a figura alta, magra e severa de minha mãe, esse quadro só a morte poderá
apagar.

CORALINA, Cora. Papéis de circunstância. In: Estórias da casa velha da ponte.

13. ed. São Paulo: Global, 2006. p. 87. (Adaptado).


É exemplo de uso conotativo da linguagem:

a) "velha casa" (linha 4)
b) "Nos vários anos" (linha 4)
c) "nós nos esquecemos" (linha 1)
d) "gavetinhas da memória" (linha 6)

CONSULPLAN - CESAN - ES - Carreira Universitária - Advogado - 2011
Português / Figuras de Linguagem

A culpa é de Deus ou dos homens?


Entra ano sai ano, as tempestades de verão continuam atormentando a vida de milhares de pessoas nos estados do sul

e sudeste do país. Neste verão, a tragédia maior se concentrou na região serrana do Rio de Janeiro, castigando com maior
intensidade o município de Nova Friburgo, onde centenas de pessoas perderam suas vidas e milhares viram suas casas
serem literalmente arrastadas pela enxurrada.
Sabemos que as enchentes não são um privilégio do Brasil, pois o noticiário internacional também nos mostra

tragédias semelhantes em países como Austrália, Indonésia, Filipinas e outros. Mas o que nos distingue é o elevado
número de mortes ocasionadas pelas enchentes e desabamentos. Na Austrália, por exemplo, onde uma cidade inteira
ficou praticamente submersa, as mortes não chegaram a três dezenas, o que é quase nada comparado às centenas que
ocorreram no estado do Rio de Janeiro. Essa diferença decorre basicamente, em nossa opinião, de dois fatores: primeiro,
que na Austrália o sistema de alerta e prevenção funciona muito melhor do que no Brasil; segundo, que a ocupação
territorial por lá se dá de forma mais racional e planejada.
No Brasil, infelizmente não é prática corrente se realizar estudos geotécnicos do terreno antes de se erguer

construções, principalmente quando se trata de residências. Portanto, não se conhece com rigor as características do solo,
sua estabilidade e outros fatores que são essenciais para garantir solidez às construções. Caso fizessem tais estudos, as
pessoas poderiam saber que existem áreas onde absolutamente não se pode construir. Da mesma forma, costuma-se, ao se
projetar construções, fazer a terraplanagem do terreno, modificando-se a topografia que foi moldada, durante anos, pela
ação dos ventos e da água. As consequências disso são facilmente previsíveis: ao se fazer a terraplanagem, o solo que era
firme fica solto. E por mais que se faça compactação – o que não ocorre, pelo menos em empreendimentos residenciais –
ainda assim o solo não fica com a estabilidade que tinha antes de ser aplainado. Convém lembrar, também, que a
terraplanagem retira tudo o que é mata e raiz do terreno, contribuindo para aumentar a instabilidade do solo. Cria-se,
assim, o ambiente propício para a erosão e o carreamento de sólidos para os mananciais, provocando o seu assoreamento,
o que facilita as enchentes, já que a água não escoa com a mesma facilidade de antes.
Portanto, embora as pessoas comuns tendam a atribuir tais tragédias à fúria divina, na verdade elas deveriam

questionar a si próprias se não são elas mesmas responsáveis por suas mazelas. É claro que uma parcela da culpa cabe ao
poder público, que tem a responsabilidade de zelar pelo correto ordenamento territorial. Parece-nos absurdo que em pleno
século XXI o Brasil não tenha precisamente definidas as áreas de risco, pelo menos nos aglomerados urbanos, para que
possa coibir a sua ocupação. Também nos parece lamentável que o poder público faça vistas grossas à especulação
imobiliária desenfreada que coloca em risco a vida de milhares de pessoas. E nos surpreende que não se tenha, pelo
menos em áreas onde é comum a ocorrência das tempestades de verão, um sistema de alerta e prevenção que possibilite a
evacuação rápida das populações dessas áreas de risco.
(Francisco Alves. Revista Saneamento Ambiental – Ano XX – nº. 152 – Novembro/Dezembro – 2010)

"Entra ano sai ano, as tempestades de verão continuam atormentando a vida de milhares de pessoas nos estados do sul e sudeste do país." O excerto anterior constitui um exemplo de figura de linguagem denominada:

a) Paronomásia.
b) Antonomásia.
c) Perífrase.
d) Metonímia.
e) Prosopopeia.



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