Questões de Português de Economia

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ESAF - STN - Analista de Finanças e Controle - Conhecimentos bá - 2013
Português / Economia

Considere o texto abaixo para responder a questão.


Após um ano de grandes desafi os na economia e,
em consequência, também para os investidores,
as avaliações para 2013 indicam um pouco mais
de otimismo. Mas, diante de tantas modalidades e
opções de investimentos disponíveis no mercado
financeiro, a escolha será defi nida em parte pelo
grau de endividamento, o objetivo a ser atingido com
o planejamento fi nanceiro e o foco na possibilidade
de obter a melhor rentabilidade para o montante
aplicado.
No mercado de ações, que sofreu com os altos
e baixos dos movimentos econômicos tanto no
Brasil como no exterior, a aposta dos especialistas
permanece nos papéis de empresas com atuação
voltada ao consumo interno, que são, em tese,
menos suscetíveis às turbulências internacionais.
Outra opção que vem ganhando terreno no
mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto
seguem sendo apontados como uma boa opção,
principalmente os títulos que são indexados à
inflação. Os especialistas ainda apontam outras
alternativas mais interessantes, como debêntures
sem imposto de renda, Fundos de Investimento
em Direitos Creditórios com incentivos tributários,
fundos de investimento imobiliários e Certificados
de Recebíveis Imobiliários.

(Adaptado de Onde você investirá suas economias em 2013?http://

economia.ig.com.br/mercados/2013-01-07/onde-voce-investira-suaseconomias-
em-2013.html,acesso em 26/1/2013)


Da relação entre as ideias do texto, infere-se o termo

a) pelo investimento depois de "escolha" (L.6).
b) pelas avaliações depois de "atingido" (L.7).
c) em ações depois de "aplicado" (L.10).
d) do mercado depois de "turbulências" (L.16).
e) de avaliação depois de "alternativas" (L. 22).

ESAF - STN - Analista de Finanças e Controle - Conhecimentos bá - 2013
Português / Economia

Considere o texto abaixo para responder a questão.

Em dezembro de 2012, o governo federal lançou
mais uma rodada de medidas para acelerar a
economia. A ideia é trazer de volta investimentos,
que andaram desaparecidos nos últimos meses
e que são vitais para o crescimento. O objetivo é
pressionar os investidores para uma alta de 8% no
ano de 2013 e, assim, sustentar a perspectiva de
que o produto interno bruto avance 4% a partir de
2013. Há cinco trimestres consecutivos, a taxa que
mede o investimento em capital produtivo só cai,
de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografi a
e Estatística. Para M. R., professor de economia,
o diagnóstico do governo é correto, mas o remédio
é fraco. “A redução da taxa de juros sozinha não
pode ser entendida como fator decisivo para o
investimento”, diz ele. “Essa decisão tem mais a ver
com as expectativas do setor privado em relação
à demanda”. Em outras palavras, os empresários
não se sentem confi antes no retorno que terão num
horizonte de crise econômica prolongada, apesar
do acesso facilitado ao crédito.

(Adaptado de IstoÉ, 12/12/2012)


Subentende-se das ideias expressas no texto que

a) a "rodada de medidas" (L.2) inclui a redução da taxa de juros.
b) não faz parte da responsabilidade dos investidores do setor privado "acelerar a economia" (L.2 - 3).
c) as maiores críticas às medidas do governo vêm do setor privado e do " Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística" (L.11 - 12).
d) não se pode atribuir à ideia de que o "remédio é fraco" (L.13 - 14) a queda dos investimentos em "capital produtivo" (L. 10).
e) a "crise econômica prolongada" (L. 20) não resistirá ao avanço do produto interno bruto para "4% a partir de 2013" (L.8 - 9).

FCC - PGJ - CE - Técnico Ministerial - Apoio Especializado - 2013
Português / Economia

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.


Nas últimas duas décadas do século XX assistimos a grandes mudanças, tanto no campo socioeconômico e político, quanto no

campo da cultura, da ciência e da tecnologia. Vimos grandes movimentos sociais, como os que ocorreram no leste europeu no final
dos anos 80, culminando com a queda do muro de Berlim. Ainda não fazemos uma ideia clara do que deverá representar, para todos
nós, a globalização da economia, das comunicações e da cultura. As transformações tecnológicas tornaram possível o surgimento da
era da informação. É um tempo de expectativas, de perplexidade e da crise de concepções e paradigmas.

(Adaptado de Moacir Gadotti. Disponível em: http://www.adur-rj.org.br/5com/pop-up/desafios_era_conhecimento.htm)


Ainda não fazemos uma ideia clara do que deverá representar, para todos nós, a globalização da economia, das comunicações e da cultura. Uma redação alternativa para a frase acima, em que se mantêm a correção e a lógica, está em:

a) Não temos ainda, uma ideia clara do que a globalização, da economia, das comunicações e da cultura, deverá representar para todos nós.
b) Nenhum de nós pode afirmar que já têm uma ideia clara do que a globalização da economia, das comunicações e da cultura virão a representar para todos.
c) Ainda não se têm, uma ideia clara, do que a globalização da economia, das comunicações e da cultura, deverá representar para todos nós.
d) Até o momento, ainda não foi possível se ter uma ideia clara do que a globalização da economia, das comunicações e da cultura, deverão representar para todos nós.
e) Não temos, até o momento, uma ideia clara do que a globalização da economia, das comunicações e da cultura deverá representar para todos nós.

FUNDEP - CODEMIG - Agente Técnico de Tecnologia da Informação (TI) - 2013
Português / Economia

POR QUE O DINHEIRO

MEXE COM SUA CABEÇA



Dinheiro. Apenas uma palavra, mas carrega uma misteriosa força psicológica.
Respeitados pesquisadores garantem que o simples ato de pensar sobre conceitos
associados a dinheiro surte efeitos curiosos, como nos deixar mais autoconfiantes e
menos inclinados à filantropia. E, surpreendentemente, em alguns casos, manusear
notas pode afastar por alguns momentos o sentimento de rejeição social e até
diminuir a dor física.

Isso parece muito estranho se considerarmos a função concreta do dinheiro.
Para os economistas, trata-se de uma ferramenta usada para tornar as trocas
eficientes. Como um machado, que nos permite cortar árvores, possibilita a
existência de mercados que, de acordo com os economistas tradicionais, nos
possibilitam colocar, desapaixonadamente, preços em tudo, de um pão a um quadro
de Picasso. Ainda assim, o dinheiro consegue criar mais paixão, stress ou inveja do
que qualquer machado ou martelo poderia. O fato é que a maioria de nós não é
capaz de lidar racionalmente com ele.
Em geral, a relação com o dinheiro possui inúmeras facetas. Algumas pessoas
parecem compelidas a acumulá-lo, enquanto outras não conseguem deixar de
estourar seus cartões de crédito e acham impossível guardá-lo para dias difíceis. Ao
entendermos melhor o efeito que o dinheiro exerce sobre nós, percebemos que o
cérebro de algumas pessoas reage a ele como a uma droga, enquanto que o de
outras, como a um amigo. Alguns estudos sugerem que o desejo por dinheiro pode
causar uma espécie de “reação cruzada” com o apetite por comida. E, como possuir
recursos financeiros significa comprar mais coisas, ter dinheiro torna-se sinônimo de
status – tanto que perder dinheiro pode levar à depressão e até mesmo ao suicídio.

Na realidade, quando o assunto é dinheiro não somos racionais - e nem de
longe o tratamos como uma ferramenta a ser usada com precisão objetiva. Ele
assume conotações emocionais e influencia nosso comportamento psíquico.

Muitas vezes, crises financeiras podem levar à perda de controle emocional,
depressão e redução da expectativa de vida. Numerosos estudos em Psicologia
descobriram uma permuta entre busca de aspirações extrínsecas – como riqueza,
fama e imagem – e as intrínsecas, como construção e manutenção de
relacionamentos pessoais fortes. Em geral, pessoas com foco nas aspirações
exteriores a elas apresentam pontuações mais baixas nos indicadores de saúde
mental. Os que são fortemente motivados pelo dinheiro têm mais dificuldade de
manter relações afetivas estáveis. Isso não significa que não deve haver nenhum
foco em aspirações materiais – pelo contrário. Todos precisam de dinheiro e de fato
há áreas importantes da vida governadas pelas normas de mercado.

Agora que os dias de crédito fácil e consumismo desenfreado parecem ter
acabado, pelo menos por enquanto, seria bom pensar que podemos desenvolver
uma relação mais equilibrada com o dinheiro. Infelizmente, isso não é tão simples.
Em um estudo que será publicado em breve no periódico Ciência Psicológica,
Kathleen Vohs, do Departamento de Marketing da Universidade de Minnesota, em
Minneapolis, nos Estados Unidos, os psicólogos Xinyue Zhou, da Universidade de
Sun Yat-Sen, em Guangzhou, na China, e Roy Baumeister, da Universidade
Estadual da Flórida, em Tallahasee, nos Estados Unidos, descobriram que as
pessoas que se sentiam rejeitadas ou eram submetidas à dor física ficavam menos
propensas a conceder prêmio em dinheiro durante um jogo, proposto logo depois da
experiência desagradável. Os pesquisadores constataram também que o simples
ato de tocar em notas de dinheiro pode reduzir o stress associado à exclusão social
e diminuir desconfortos físicos.
“O dinheiro tem grande poder simbólico e funciona como um recurso de
interação cultural, habilitando as pessoas a manipular o sistema social para que
este lhes dê o que precisam, independentemente de serem ou não queridas”, diz
Vohs. É como se os recursos financeiros assumissem a função de tornar nosso ego
fortalecido, pelo menos momentaneamente.


BUCHANAN, Mark. Mente & Cérebro. São Paulo, Duetto, ano XVI, n.196, p.33-36, mai 2009.

Adaptado.


Para comprovar seu ponto de vista sobre o significado do dinheiro na vida das pessoas, o autor

a) afirma que o bem estar torna as pessoas menos propensas a doar dinheiro.
b) apresenta exemplos empíricos e resultados de pesquisas científicas.
c) cita e endossa o ponto de vista dos economistas tradicionais.
d) compara a função do dinheiro à de outros instrumentos, como o machado.

ESAF - Receita Federal - Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil - Prov - 2012
Português / Economia

O governo tem incluído, nos diversos pacotes de estímulo ao consumo, o abatimento de impostos, de fato um dos mais pesados componentes do chamado custo Brasil. É o reconhecimento implícito de que a carga tributária, em tendência de alta desde o início do Plano Real, em 1994, funciona hoje como importante obstáculo à retomada de fôlego da economia – praticamente estagnada no primeiro trimestre. Em todo setor que se analise há sempre o mesmo problema de excesso de impostos.

(Hora de ampla desoneração tributária. Editorial, O Globo, 05/06/2012. http://arquivoetc.blogspot.com.br/2012/06/hora-de-ampla-desoneracao-tributaria.html)



Assinale o resumo que retoma com fidelidade todas as principais ideias do texto.

a) O governo tem incluído a desoneração tributária nos pacotes de estímulo ao consumo, deixando implícito que a alta dos tributos remonta ao início do Plano Real.
b) Por reconhecer que a carga tributária brasileira é uma das mais pesadas do mundo, o governo está buscando reduzir os impostos daqueles setores que apresentam problema de excesso.
c) Diante do excesso de impostos em todos os setores da economia, o governo reconhece que a carga tributária brasileira constitui verdadeiro entrave à retomada do crescimento, em tendência de alta desde 1994.
d) Ao analisar o montante de impostos no Brasil, o governo reconhece haver excesso em todos os setores, inclusive nos diversos pacotes de estímulo ao consumo, do que decorre a estagnação da economia que se prolonga desde o início do ano.
e) O abatimento de impostos tem estado presente nos vários pacotes de estímulo ao consumo, o que demonstra o reconhecimento do governo sobre ser a alta carga tributária um entrave para a recuperação do crescimento econômico.

ESAF - CGU - Conhecimentos Gerais - 2012
Português / Economia

A situação fiscal brasileira é bem melhor que a da
maior parte dos países desenvolvidos, mas bem pior
que a da maioria dos emergentes, segundo números
divulgados pelo FMI. Para cobrir suas necessidades de
financiamento, dívida vencida e déficit orçamentário,
o governo brasileiro precisará do equivalente a
18,5% do Produto Interno Bruto ( PIB ) neste ano e
18% no próximo. A maior parte do problema decorre
do pesado endividamento acumulado ao longo de
muitos anos. Neste ano, as necessidades de cobertura
correspondem a pouco menos que o dobro da média
ponderada dos 23 países – 9,5% do PIB. Países sulamericanos
estão entre aqueles em melhor situação,
nesse conjunto. O campeão da saúde fiscal é o Chile,
com déficit orçamentário de 0,3% e compromissos
a liquidar de 1% do PIB. As previsões para o Peru
indicam um superávit fiscal de 1,1% e dívida a
pagar de 2,5% do PIB. A Colômbia também aparece
em posição confortável, com uma necessidade de
cobertura de 3,9%. Esses três países têm obtido
uma invejável combinação de estabilidade fiscal,
inflação controlada e crescimento firme nos negócios.

(Adaptado de O Estado de São Paulo, Notas & Informações. 21 de abril de 2012)



Infere-se das relações entre as ideias do texto que

a) a situação fiscal de um país não é, necessariamente, proporcional ao seu desenvolvimento.
b) países emergentes apresentam, geralmente, uma relação de baixo PIB e alto superávit fiscal.
c) países sul-americanos apresentam pouco mais que a metade da média ponderada de outros países.
d) o Brasil tem demonstrado vigor para superar, dentro de dois anos, os três países sul-americanos com melhor saúde fiscal.
e) inflação controlada provoca crescimento firme nos negócios, o que resulta em estabilidade fiscal.

ESAF - CGU - Conhecimentos Gerais - 2012
Português / Economia

CARTA CAPITAL: Como o senhor avalia a economia
brasileira? Roberto Frenkel: A queda do crescimento
da economia teve a ver com três acontecimentos. A
situação nos EUA está mais positiva, há otimismo no
mercado norte-americano, as ações subiram e estão no
pico pós-crise, mas ainda é uma recuperação modesta.
Na zona do euro, serão dois trimestres consecutivos em
queda, o que, de acordo com a definição convencional,
caracteriza recessão. E a China está claramente
em desaceleração. Essas realidades tiveram um
efeito negativo sobre o crescimento brasileiro ao
longo do segundo semestre de 2011. Outro fator foi
a valorização cambial. No fim do ano passado, o
real chegou a acumular a maior valorização cambial
desde o início da globalização financeira, ou seja,
desde o fim dos anos 1960; e isso tem um efeito muito
negativo sobre a indústria e a atividade de modo geral.

(Trecho adaptado da entrevista de Roberto Frenkel a Luiz Antonio Cintra, Intervir para ganhar. Carta Capital, 18 de abril de 2012, p.78)



Analise as seguintes possibilidades para apresentar, de maneira resumida, a argumentação da resposta do entrevistado: A queda no crescimento da economia no Brasil
I. tem motivos causados pela desvalorização do real: otimismo no mercado americano (depois da crise ); nova definição de recessão na zona do euro e a China com desaceleração do mercado.
II. pode ser relacionada a quatro fatores: otimismo no mercado americano, recessão na zona do euro, desaceleração na China e valorização cambial do real.
III. deve-se a acontecimentos internacionais, como a alta das ações americanas, a desindustrialização da China, a queda na zona do euro, com valorização cambial.

Preservando a coerência e a correção gramatical,

a) apenas II e III estão corretas.
b) apenas III está correta.
c) apenas I e II estão corretas.
d) apenas I e III estão corretas.
e) apenas II está correta.

ESAF - CGU - Conhecimentos Gerais - 2012
Português / Economia

A oferta total de crédito na economia brasileira
dobrou nos últimos oito anos. A queda da inflação,
a diminuição da taxa básica de juros e também a
criação de novas modalidades de financiamento,
como o consignado, contribuíram para o aumento
da disponibilidade de crédito. Isso foi decisivo para o
crescimento do consumo e tem sido um dos principais
dínamos do PIB. Mas começam a ficar evidentes os
sinais de fadiga nessa expansão econômica baseada
no endividamento. Mesmo com o barateamento do
dinheiro provido pelo Banco Central, o crédito ficou
mais caro para os consumidores. Preocupado com
a falta de vigor da economia, o governo determinou
que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal
reduzissem as suas taxas. No cheque especial e no
financiamento de veículos, por exemplo, os juros que
agora serão cobrados pelos bancos públicos são
praticamente a metade das taxas médias de mercado.

(Adaptado de Veja, 18 de abril, 2012)




Assinale a opção que fornece uma continuidade gramaticalmente correta e coerente para a argumentação do texto.

a) Ou seja, esses bancos passaram a pagar menos pelo dinheiro que captam no mercado, aumentando as possibilidades de conssessão de empréstimos.
b) Essa e outras medidas teriam a finalidade de aquecer de novo a economia, por meio do estímulo ao consumo e impulso para os investimentos.
c) Mas essas medidas foram eclipsadas pelo aumento dos spreads bancários como é chamada a diferença entre o juro que o banco paga e o juro que cobra.
d) Provisões para cobrir essa inadimplência e o peso da tributação responde por mais da metade do custo do dinheiro – que os bancos repassam aos consumidores.
e) No entender dos analistas essas medidas com respeito às taxas excessivas traz a ameaça de causar prejuízos que mais tarde terão que ser cobertos pelo Tesouro.

CESPE - Banco do Brasil - Escriturário - 2012
Português / Economia

Ainda que os bancos continuem ganhando muito
dinheiro com a dívida pública, os resultados espetaculares
devem-se, sobretudo, ao forte avanço das operações de
crédito no país: 27% no último ano. Some-se a isso o
faturamento com as tarifas e chega-se aos resultados do ano
passado, com os quais as instituições financeiras do país se
elevaram à condição de instituições mais rentáveis do
planeta. Essa fase de ouro salta aos olhos no momento em
que os maiores bancos europeus e norte-americanos sangram
com perdas milionárias, resultado de apostas equivocadas no
mercado hipotecário. Hoje são raras as instituições
norte-americanas com taxas de rentabilidade similares às
brasileiras. Isso quer dizer que os bancos brasileiros são mais
competentes e eficientes que seus pares dos Estados Unidos
da América ( EUA )? Não há uma resposta simples a essa
indagação. Os norte-americanos ainda possuem o sistema
financeiro mais avançado e dinâmico do mundo. Mas os anos
de euforia econômica e juros baixos os levaram a buscar
investimentos exageradamente arriscados. Aqui, o crédito
chegou apenas às pessoas com bom histórico financeiro, o
que não ocorreu nos EUA. Resta agora saber se a economia
brasileira conseguirá manter o atual ritmo de expansão em
meio à desaceleração dos países ricos.

Veja, 20/2/2008, p. 88 (com adaptações).



A partir do texto, considerando seus múltiplos aspectos, além da realidade econômica contemporânea, julgue os itens que se seguem.

O texto sustenta que, a despeito do forte avanço das operações de crédito, os empréstimos concedidos pelos bancos brasileiros são mais criteriosos e seguros que os praticados pelas instituições financeiras dos EUA.

CESPE - Banco do Brasil - Escriturário - 2012
Português / Economia

Ainda que os bancos continuem ganhando muito
dinheiro com a dívida pública, os resultados espetaculares
devem-se, sobretudo, ao forte avanço das operações de
crédito no país: 27% no último ano. Some-se a isso o
faturamento com as tarifas e chega-se aos resultados do ano
passado, com os quais as instituições financeiras do país se
elevaram à condição de instituições mais rentáveis do
planeta. Essa fase de ouro salta aos olhos no momento em
que os maiores bancos europeus e norte-americanos sangram
com perdas milionárias, resultado de apostas equivocadas no
mercado hipotecário. Hoje são raras as instituições
norte-americanas com taxas de rentabilidade similares às
brasileiras. Isso quer dizer que os bancos brasileiros são mais
competentes e eficientes que seus pares dos Estados Unidos
da América ( EUA )? Não há uma resposta simples a essa
indagação. Os norte-americanos ainda possuem o sistema
financeiro mais avançado e dinâmico do mundo. Mas os anos
de euforia econômica e juros baixos os levaram a buscar
investimentos exageradamente arriscados. Aqui, o crédito
chegou apenas às pessoas com bom histórico financeiro, o
que não ocorreu nos EUA. Resta agora saber se a economia
brasileira conseguirá manter o atual ritmo de expansão em
meio à desaceleração dos países ricos.

Veja, 20/2/2008, p. 88 (com adaptações).



A partir do texto, considerando seus múltiplos aspectos, além da realidade econômica contemporânea, julgue os itens que se seguem.

País considerado emergente, a China apresenta, nos últimos anos, um dos mais espetaculares índices de crescimento econômico nacional.



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