Questões da Banca FAPEC

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FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Interpretação de Texto

A questão refere-se ao texto que segue.



A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA



Estudos recentes mostram que se uma criança norte-
americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá
testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos
18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a
violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de
cada um desses assassinatos há uma gama de informações
qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi
envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para
reflexão?

Como intelectuais transformadores – uma das definições
de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser
capazes de mudar as representações da violência nos meios de
comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira
como os estudantes pensam o problema. As formas mais
progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão
baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para
censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do
tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A
terceira premissa é a que condena a violência com um método tão
contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,
utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o
assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há
estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma
consciência crítica.

Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e
formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples
como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único
ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as
várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a
forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.
[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam
representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer
promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de
relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem
consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,
processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.
Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a
transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição
na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.

(Peter Lucas)


Com base nas ideias subjacentes ao texto, assinale a opção com um raciocínio mais correto:

a) O corpo docente em uma instituição pode levar os estudantes a formarem a consciência crítica, induzindo-os a uma transformação para o bem comum da Nação.
b) O professor não pode interferir na maneira como os estudantes veem a questão da violência na mídia, já que é imposta pela nossa sociedade de maneira tão cruel.
c) A banalização da violência na mídia causa mudança de maneira significativa no comportamento da população que reduz a criminalidade.
d) As habilidades utilizadas pelo corpo docente proporcionam aos estudantes a enxergarem um mundo diferente daquele que é retratado pela mídia.

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Regência

A questão refere-se ao texto que segue.


A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA



Estudos recentes mostram que se uma criança norte-


americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá


testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos


18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a


violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de


cada um desses assassinatos há uma gama de informações


qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi


envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para


reflexão?


Como intelectuais transformadores – uma das definições


de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser


capazes de mudar as representações da violência nos meios de


comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira


como os estudantes pensam o problema. As formas mais


progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão


baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para


censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do


tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A


terceira premissa é a que condena a violência com um método tão


contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,


utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o


assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há


estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma


consciência crítica.


Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e


formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples


como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único


ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as


várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a


forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.


[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam


representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer


promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de


relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem


consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,


processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.


Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a


transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição


na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.


(Peter Lucas)


Assinale a opção cuja regência do verbo apresentado é a mesma do verbo destacado na passagem "Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana..." (l. 1 e l. 2).

a) chegar
b) namorar
c) visar (sentido de almejar)
d) esquecer

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Interpretação de Texto

A questão refere-se ao texto que segue.


A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA



Estudos recentes mostram que se uma criança norte-


americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá


testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos


18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a


violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de


cada um desses assassinatos há uma gama de informações


qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi


envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para


reflexão?


Como intelectuais transformadores – uma das definições


de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser


capazes de mudar as representações da violência nos meios de


comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira


como os estudantes pensam o problema. As formas mais


progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão


baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para


censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do


tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A


terceira premissa é a que condena a violência com um método tão


contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,


utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o


assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há


estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma


consciência crítica.


Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e


formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples


como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único


ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as


várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a


forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.


[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam


representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer


promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de


relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem


consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,


processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.


Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a


transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição


na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.


(Peter Lucas)


Assinale a ÚNICA alternativa em que ocorre ressalva entre as ideias estabelecidas nos períodos

a) "Estudos recentes mostram que se uma criança norteamericana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios..."
b) "A terceira premissa é a que condena a violência com um método tão contraproducente como a estratégia..."
c) "Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico."
d) "Não existe uma fórmula, mas há estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma consciência crítica."

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Acentuação Gráfica

A questão refere-se ao texto que segue.


A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA



Estudos recentes mostram que se uma criança norte-


americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá


testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos


18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a


violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de


cada um desses assassinatos há uma gama de informações


qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi


envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para


reflexão?


Como intelectuais transformadores – uma das definições


de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser


capazes de mudar as representações da violência nos meios de


comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira


como os estudantes pensam o problema. As formas mais


progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão


baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para


censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do


tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A


terceira premissa é a que condena a violência com um método tão


contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,


utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o


assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há


estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma


consciência crítica.


Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e


formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples


como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único


ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as


várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a


forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.


[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam


representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer


promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de


relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem


consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,


processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.


Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a


transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição


na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.


(Peter Lucas)


As palavras que recebem acento gráfico pela mesma razão que o justifica em homicídios, são:

a) informações e investigações.
b) consciência e fenômeno.
c) violência e silêncio.
d) consequências e vítimas.

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Pronomes

A questão refere-se ao texto que segue.



A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA



Estudos recentes mostram que se uma criança norte-


americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá


testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos


18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a


violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de


cada um desses assassinatos há uma gama de informações


qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi


envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para


reflexão?


Como intelectuais transformadores – uma das definições


de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser


capazes de mudar as representações da violência nos meios de


comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira


como os estudantes pensam o problema. As formas mais


progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão


baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para


censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do


tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A


terceira premissa é a que condena a violência com um método tão


contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,


utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o


assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há


estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma


consciência crítica.


Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e


formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples


como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único


ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as


várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a


forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.


[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam


representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer


promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de


relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem


consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,


processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.


Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a


transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição


na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.


(Peter Lucas)


O pronome sublinhado em "Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico...", refere-se a:

a) os meios de comunicação
b) os estudos recentes
c) os educadores
d) os estudantes

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Verbos

A questão refere-se ao texto que segue.


A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA



Estudos recentes mostram que se uma criança norte-


americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá


testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos


18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a


violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de


cada um desses assassinatos há uma gama de informações


qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi


envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para


reflexão?


Como intelectuais transformadores – uma das definições


de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser


capazes de mudar as representações da violência nos meios de


comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira


como os estudantes pensam o problema. As formas mais


progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão


baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para


censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do


tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A


terceira premissa é a que condena a violência com um método tão


contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,


utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o


assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há


estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma


consciência crítica.


Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e


formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples


como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único


ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as


várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a


forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.


[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam


representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer


promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de


relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem


consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,


processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.


Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a


transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição


na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.


(Peter Lucas)


Assinale o item em que há erro quanto à análise da forma verbal "podemos" encontrada destacada na (l. 39) do texto acima:

a) pod - radical
b) e- vogal temática
c) pode - tema
d) mos - desinência modo temporal

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Conjunções e conectivos

A questão refere-se ao texto que segue.


A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA



Estudos recentes mostram que se uma criança norte-


americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá


testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos


18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a


violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de


cada um desses assassinatos há uma gama de informações


qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi


envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para


reflexão?


Como intelectuais transformadores – uma das definições


de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser


capazes de mudar as representações da violência nos meios de


comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira


como os estudantes pensam o problema. As formas mais


progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão


baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para


censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do


tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A


terceira premissa é a que condena a violência com um método tão


contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,


utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o


assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há


estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma


consciência crítica.


Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e


formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples


como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único


ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as


várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a


forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.


[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam


representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer


promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de


relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem


consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,


processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.


Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a


transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição


na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.


(Peter Lucas)


No período: "É importante mostrar (1) que existem consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações, processos e sentenças judiciais (2) que podem atenuar a ação policial [...]", pode-se assumir que:

a) em (1) é pronome relativo e em (2) é conjunção integrante.
b) em (1) e (2) é conjunção integrante.
c) em (1) é conjunção integrante e em (2) é pronome relativo.
d) em (1) e (2) é pronome relativo.

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Literatura

A questão refere-se ao poema seguinte.


A ideia
De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!

Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe
Chega em seguida às cordas da laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica...

Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No molambo da língua paralítica!

Augusto dos Anjos


No poema acima, a palavra "ela" representa

a) as ideias que brotam no cérebro humano.
b) a mulher amada.
c) a matéria bruta.
d) a alta luta.

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Antônimos Parônimos e Sinônimos

A questão refere-se ao poema seguinte.


A ideia


De onde ela vem?! De que matéria bruta


Vem essa luz que sobre as nebulosas


Cai de incógnitas criptas misteriosas


Como as estalactites duma gruta?!




Vem da psicogenética e alta luta


Do feixe de moléculas nervosas,


Que, em desintegrações maravilhosas,


Delibera, e depois, quer e executa!




Vem do encéfalo absconso que a constringe


Chega em seguida às cordas da laringe,


Tísica, tênue, mínima, raquítica...




Quebra a força centrípeta que a amarra,


Mas, de repente, e quase morta, esbarra


No molambo da língua paralítica!


Augusto dos Anjos


Dê os sinônimos mais adequados para as palavras grifadas, respectivamente, no poema de Augusto dos Anjos:

a) conhecido e oculto.
b) oculto e desconhecido.
c) ausente e conhecido.
d) desconhecido e escondido.

FAPEC - Prefeitura de Água Branca - Médico Veterinário - 2013
Português / Literatura

A questão refere-se ao poema seguinte.


A ideia


De onde ela vem?! De que matéria bruta


Vem essa luz que sobre as nebulosas


Cai de incógnitas criptas misteriosas


Como as estalactites duma gruta?!




Vem da psicogenética e alta luta


Do feixe de moléculas nervosas,


Que, em desintegrações maravilhosas,


Delibera, e depois, quer e executa!




Vem do encéfalo absconso que a constringe


Chega em seguida às cordas da laringe,


Tísica, tênue, mínima, raquítica...




Quebra a força centrípeta que a amarra,


Mas, de repente, e quase morta, esbarra


No molambo da língua paralítica!


Augusto dos Anjos


Considere as seguintes afirmações

I. Segundo o texto, a ideia nasce da luta das moléculas nervosas.
II. A ideia consegue total expressão através da boca.
III. O poeta não sabe de que matéria bruta vem a ideia.

a) Apenas a afirmação I é correta.
b) Apenas a afirmação II é correta.
c) Apenas as afirmações I e III são corretas.
d) Apenas a afirmação III é correta.

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