169491 Q1026290
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Quadros (2006) apresenta uma síntese de alguns estudos considerados clássicos em relação às línguas de sinais. Dentre eles, o linguista Stokoe (1960) aponta para a primeira análise linguística da língua de sinais norte-americana com evidências de que um sinal é resultado de combinações de unidades menores.
QUADROS, R. M. Efeitos de modalidade de língua: as línguas de sinais. ETD – Educação Temática Digital, v. 7, n. 2, p. 168-178, 2006. Disponível em: https://nbn-resolving.org. Acesso em: 17 nov. 2022.
São exemplos de tais combinações a
169492 Q1026289
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
De acordo com Quadros e Karnopp (2004, apud GODOI, 2013), os sinais manuais são sempre acompanhados por expressões faciais que podem ser consideradas gramaticais e denominadas expressões não manuais. A sinalização também deve ser acompanhada pela posição da cabeça e do olhar dos sinalizadores.
GODOI, E. Sinais icônicos e arbitrários, produção de texto em língua de sinais e a escrita de sinais. 2013. Disponível em: https://idoc.pub_sinais-iconicos-da-libras.pdf. Acesso em: 5 nov. 2022.
Assinale V para verdadeiro e F para falso quanto aos elementos que devem estar presentes em um texto em Libras (discurso):
( ) marcação de concordância gramatical por meio da direção dos olhos ( ) marcação de associação como foco (observação atenta de cada fala) ( ) marcação de negativas, de t...
169493 Q1026288
Libras Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais Aspectos Fonológicos - configuração de mãos, localização, movimento, orientação das palmas das mãos, traços não manuais, traços distintivos da Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Observe os sinais a seguir:  Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.portalescolar.net. Acesso em: 5 nov. 2022.
O sinal que pertence a outro campo semântico é o de número
169494 Q1026287
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Para a produção da fala, um complexo sistema de órgãos e funções entra em ação, basicamente lábios, língua, dentes, nariz (para articular as palavras), a laringe (para produzir a voz) e os pulmões, que produzem o ar que passa pela laringe e depois pela boca. Finalmente, as palavras se deslocam pelo ar para chegar aos nossos ouvidos, onde as escutamos e compreendemos. Além disso, os sons da fala (os fonemas) são produzidos um depois do outro.
As línguas de sinais, por sua vez, são produzidas por expressões faciais e por movimentos do corpo e das mãos em um espaço à frente do corpo, chamado de espaço de 
169495 Q1026286
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II

Existem diversas estratégias metodológicas indicadas para o trabalho com estudantes surdos.


Dentre elas, encontram-se:

169496 Q1026285
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Para Souza (1998), o bilinguismo na educação de surdos praticado no Brasil é incipiente, resultando no monolinguismo, sendo que inúmeras variáveis, elencadas por Souza (2019), contribuem para essa situação.
SOUZA, R. G. Que palavra que te falta? Linguística e educação: considerações epistemológicas a partir da surdez. São Paulo: Martins Fontes, 1998. SOUZA, M. M. M. F. As políticas linguísticas públicas educativas no Brasil e o processo de desconcentração política pós 1988. In: SAVEDRA, M.; PEREIRA, T.; GAIO, L. (Org.) Repertórios plurilíngues em situação de contato. Rio de Janeiro: CRV, 2019. v. 1, p. 74-88.
As variáveis a seguir foram apresentadas como tendo sido citadas por Souza (2019):
I. fortes pressões exercidas sobre os surdos para o domínio do português;
II. f...
169497 Q1026284
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Segundo Rodrigues e Beer (2016), a educação de surdos está marcada pela presença, convivência e embate de diferentes visões antropológicas e clínicas da surdez, as quais conduzem, ora a uma aproximação intensa com a educação especial, ora a uma identificação plena com as propostas inclusivas, ora ao afastamento destas e a uma consequente aproximação das perspectivas voltadas às diferenças e aos direitos das minorias.
RODRIGUES, C. H.; BEER, H. Direitos, políticas e língua: divergências e convergências na/da/para educação de surdos. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 41, n. 3, p. 661-680, jul./set. 2016. Disponível em: http://dx.doi.org. Acesso em: 17 nov. 2022.
As minorias a que Rodrigues e Beer se referem são
169498 Q1026283
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
O desenvolvimento de linguagem em Libras pelas crianças surdas ocorre da mesma maneira como descrito para as crianças ouvintes em relação à linguagem oral: inicialmente, os primeiros gestos da criança, embora tenham uma função comunicativa, não carregam em si uma intenção de dizer algo. Serão as interpretações do outro, colocando essa criança no lugar de interlocutor, que alterarão e transformarão as produções da criança em linguagem propriamente dita. Nesse processo, a criança começa a dominar o discurso exterior, que determinará seu papel social como interlocutor.
Inicia-se o desenvolvimento do pensamento (discurso interior) com a formação 
169499 Q1026282
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Nascimento (2021, p. 3), ao abordar o processo de atuação do tradutor e intérprete de Libras, salienta:
Antes da promoção dessas políticas, o parâmetro para tornar-se intérprete, que era como era chamado o sujeito que mobilizava Libras-LP em atividades tradutórias antes da institucionalização legal e acadêmica da tradução de língua de sinais, era o do “convívio com os surdos”, isto é, o quanto o aspirante estava disposto a participar e se envolver com as atividades e eventos organizados pela comunidade surda, a frequentar as associações, os pontos de encontro em que se reuniam e circular nos “espaços surdos” de sua cidade.
NASCIMENTO, V. Alteridades, discursos e saberes na formação de intérpretes de LibrasPortuguês experientes. Belas Infiéis, Brasília, v. 10, n. 2, p. 1-25, 2021...
169500 Q1026281
Libras
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Segundo Brito (2013, apud SOUZA, 2019), identidade _________________ é uma definição interativa e compartilhada produzida por numerosos indivíduos e relativa às orientações da ação e ao campo de oportunidades e constrangimentos no qual a ação acontece. Desta forma, começa-se a desenvolver um certo sentir como pessoa surda de modo pleno em cultura, identidade étnico-linguística e língua de sinais.
SOUZA, R. M. (Org.). História da emergência do campo das pesquisas em educação bilíngue de/para surdos e dos estudos linguísticos da Libras no Brasil: contribuições do Grupo de Trabalho Lingua(gem) e Surdez da Anpoll. Curitiba: CRV, 2019.
O termo que preenche corretamente a lacuna refere-se ao conceito de identidade