Ao atuar com idosos na área de saúde, o assistente social deve considerar que:
Visando a prevenção secundária dos indivíduos dependentes de álcool e de substâncias psicoativas, nos centros e núcleos de assistência, são realizadas atividades de:
A nova lógica assistencial em Saúde Mental aponta que é responsabilidade do Estado a promoção de ações de saúde aos portadores de transtornos mentais, com a devida participação da sociedade e da família. A atenção às pessoas nessa situação se caracteriza por:
O assistente social pode fazer parte da equipe dos Centros e Núcleos de Atenção Psicossocial � CAPs e NAPs � que vêm sendo instituídos nos municípios, para garantir a assistência a pessoas portadoras de transtornos mentais, redirecionando o modelo assistencial em saúde mental, ao incluir as seguintes atividades:
1) serviço ambulatorial de atenção diária, garantindo atendimento individual � medicamentoso, psicoterápico e de orientação.
2) atendimento grupal, envolvendo psicoterapia, grupos operativos, atividades de suporte social.
3) garantir atividades comunitárias, enfocando a integração do paciente na comunidade e sua inserção familiar e social.
4) atendimento asilar para pacientes com transtornos mentais severos.
5) envolver a realização ...
No âmbito da intervenção em saúde, o trabalho numa equipe interdisciplinar com médicos, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, psicólogos, exige:
A política municipal a ser desenvolvida em relação ao tabagismo, conforme a orientação nacional, deve considerar:
Com a Constituição Federal de 1988 e com a Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, pela primeira vez, a Assistência Social, em nível dos textos legais, foi alçada ao status de política pública. Nesse sentido Potyara Pereira entende política pública como sendo:
Na sociedade brasileira, a política social, como estratégia de Estado, começa a ser implantada no contexto da emergência do capitalismo monopolista, como mecanismo de enfrenta-mento das seqüelas da questão social. Por questão social devemos compreender:
Percebe-se hoje entre os Assistentes Sociais uma busca de se atribuir à prática profissional uma "nova qualidade" tanto no recinto da análise teórica da sociedade e da profissão, quanto no exercício da prática cotidiana no interior do mercado de trabalho. Segundo Marilda Iamamoto, enfrentar essa questão supõe romper com uma dupla visão que vem marcando o debate sobre a prática profissional, qual seja: