Para alguns, é essencial, no trabalho do psicólogo em uma escola, a aplicação de testes. Entre estes, os testes de QI para avaliar o nível de inteligência do aluno. Patto, em Introdução à psicologia escolar, escreve sobre a "mitologia do QI". Segundo a autora: "Por que estamos preocupados com inteligência? ... não descobrimos nenhuma relação entre QI e a capacidade para funcionar em nossa sociedade... O comportamento não é determinado unicamente pelo computador formal situado entre ouvidos do indivíduo. ... nossa sociedade deveria ter preocupações maiores que produzir gênios. Nossa sociedade tem tanta necessidade de bons pedreiros, bons mecânicos e bons atletas quanto de físicos nucleares." Após lido o trecho anterior, conclui-se que
No artigo Repensando a psicologia escolar, Patto escreve: "Tanto a prática sugerida por Bleger quanto o tipo de atendimento psicológico levado a efeito pelo grupo argentino baseiam-se na teoria psicanalítica, fato que faz com que a pergunta formulada por Regers " psicólogo escolar: educador ou clínico? " perca todo o seu sentido. ... na escola existe um espaço totalmente vago para o psicólogo lidar com angústias, fantasias e bloqueios de todos os tipos, ..., sem precisar negar que se encontra numa instituição escolar mas, ao contrário, trazendo-a para o centro de suas atividades." Para Maria Helena Souza Patto, neste artigo,
Para alguns técnicos de escolas, ou seja, profissionais não pertencentes ao quadro docente, ao se trabalhar com grupo de adolescentes (ou jovens) temas vários não compreendidos na grade curricular, como sexo, drogas, família, inserção na vida adulta, etc., assuntos sobre a vida contemporânea, é essencial dar um ar de informalidade no trabalho com esse temas: levá-los para uma sala em que se sentem no chão, encaminhá-los para ambientes ao ar livre, pô-los de pés descalços, etc. Conclui-se que
No livro Emoção na sala de aula, Ana Rita Silva Almeida, escreve: "A sala de aula é um ambiente onde as emoções se expressam". Se aceitarmos a idéia que a emoção está presente nas relações dentro da escola, que a emoção está presente no desenvolvimento escolar do aluno, então,
O caminho seguido pelo CEFET/RN, no que tange à disciplina do discente, nem segue o modelo de uma disciplina rígida e punitiva nem segue o caminho de uma ausência total de disciplina em relação ao discente. O aluno possui uma relativa independência sem ser abandonado e sem deixar de ser olhado pela instituição. Podemos ver, neste caminho seguido pelo CEFET/RN, uma forma de
A revista Psicologia escolar e educacional, Volume II, número 2, de 1998, da ABRAPEE (Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional), traz uma entrevista com Therezinha Lins de Albuquerque. Ela responde: "Percebi que a equipe de Psicologia era procurada pelos educadores com a expectativa de respostas e soluções prontas." Imaginando que no exercício da profissão de psicólogo no CEFET/RN surgisse uma demanda desta magnitude em sua direção, o mais adequado seria
Hervé Ramon, no Prólogo do livro A causa dos alunos, escreve: "Um aluno, explica Marguerite Gentzbittel, não é apenas um cérebro e uma média trimestral. É uma roupa e acessórios, é pitoresco e intrigante, é carne e osso, é mentira e solidão, é ausência, preguiça, vida e, às vezes, morte." Tal qual diz o texto, é muito provável o psicólogo na escola ter de lidar com a morte de alunos. Numa ocasião desta, o mais indicado é o psicólogo
"Moda vai, moda vem, hoje se reconhece também que os cursos técnicos profissionalizantes, embora não dêem grau universitário, permitem ao jovem ser bem remunerado sem precisar passar quatro ou cinco anos se preparando numa faculdade. Nesses cursos aprende-se uma profissão, deixa-se a escola com certa experiência prática e, às vezes, é até possível sair dela já empregado." É o que escreve Gisela M. Pires Castanho em O adolescente e a escolha da profissão. Na visão da autora, é correto afirmar que
No livro Psicologia educacional, de Ausubel; Novak; Hanesian, temos: "A relação entre ansiedade e aprendizagem é complicada pelo fato de que, embora os indivíduos portadores de alta ansiedade exibam uma motivação mais alta do que a média, isto é, embora tendam originalmente a manifestar um excesso de impulso de engrandecimento do ego (que tende a ser facilitador), e sejam levados necessariamente a realizar (como único meio prático de reduzir a ansiedade), seu alto grau de ansiedade tende também a ter um efeito perturbador sobre a solução do problema novo." Conforme os autores, a relação entre aprendizagem e ansiedade é: