Dois integrantes da equipe de profissionais de uma Casa de Saúde do Índio, Marcos e Valdete, conversam sobre a semelhança que constatam entre os guaranis. Diz Marcos: “Tratase, evidentemente, de uma consciência coletiva”. Ao que Valdete retruca: “De modo algum! Deve-se a um contágio imitativo”. As perspectivas sociológicas adotadas pelos interlocutores correspondem, respectivamente, a:
Luiz Fuganti ressalta os riscos ético-políticos presentes no uso indiscriminado, nas discussões sobre a humanização em saúde, do termo diferença. Segundo o autor, quando entendida como identidade – seja de indivíduo, grupo, movimento, minoria, povo – , a diferença pode se tornar instrumento de expansão do:
Os relatórios de conferências e documentos relativos à saúde das comunidades indígenas valorizam a existência de pajés, benzedeiras, raizeiras, parteiras, pegadores de ossos e outros... Nesse sentido, sugerem que os Distritos Sanitários Especiais Indígenas – DSEIs – incorporem as medicinas nativas, adotando uma perspectiva transdisciplinar. Segundo Viveiros de Castro, tal recomendação enfrenta a seguinte dificuldade:
os indígenas raciocinam segundo um paradigma fetichista, ao passo que as sociedades complexas repudiam as crenças do imaginário popular
Duas psicólogas, lotadas em diferentes Distritos Sanitários Especiais Indígenas – DSEIs –, conversam. Maria, cujo local de trabalho é vizinho a uma cidade-dormitório, afirma: “Nosso Serviço de Atenção à Crise está sempre cheio de gente!”. Ao que retruca Ana: “Não entendo. Nós, que estamos quase grudados a uma aldeia Caiapó, também criamos esse serviço, mas o desativamos, porque quase ninguém o procurava”. Com base na leitura de Dell’Acqua e Mezzina, a diferença relatada pelas interlocutoras pode ser assim compreendida:
O psicólogo de um serviço público atendeu um jovem de dezessete anos de idade, usuário de drogas ilícitas, e solicitou parecer de um psiquiatra do serviço, por considerar que o paciente poderia necessitar de tratamento medicamentoso. O médico prescreveu uma droga psicotrópica para controle da compulsão pela droga e ambos passaram a fazer uma assistência conjunta do paciente.
Julgue os itens seguintes, acerca da documentação desse atendimento.
O psicólogo deve manter um registro sintético e objetivo das técnicas e procedimentos utilizados no tratamento do paciente e manter esse registro escrito por, pelo menos, cinco anos após o término do atendimento.
O psicólogo de um serviço público atendeu um jovem de dezessete anos de idade, usuário de drogas ilícitas, e solicitou parecer de um psiquiatra do serviço, por considerar que o paciente poderia necessitar de tratamento medicamentoso. O médico prescreveu uma droga psicotrópica para controle da compulsão pela droga e ambos passaram a fazer uma assistência conjunta do paciente.
Julgue os itens seguintes, acerca da documentação desse atendimento.
O prontuário usado pelo psicólogo para evoluir o caso desse paciente deve ser outro que não aquele existente no serviço e utilizado pelo psiquiatra, pois ele precisa assegurar o sigilo acerca de informações íntimas colhi...
O psicólogo de um serviço público atendeu um jovem de dezessete anos de idade, usuário de drogas ilícitas, e solicitou parecer de um psiquiatra do serviço, por considerar que o paciente poderia necessitar de tratamento medicamentoso. O médico prescreveu uma droga psicotrópica para controle da compulsão pela droga e ambos passaram a fazer uma assistência conjunta do paciente.
Julgue os itens seguintes, acerca da documentação desse atendimento.
Qualquer registro documental envolvendo uso de drogas deve ser mantido sob sigilo absoluto e indisponível a qualquer pessoa ou órgão, incluindo o representante legal do paciente.
O psicólogo de um serviço público atendeu um jovem de dezessete anos de idade, usuário de drogas ilícitas, e solicitou parecer de um psiquiatra do serviço, por considerar que o paciente poderia necessitar de tratamento medicamentoso. O médico prescreveu uma droga psicotrópica para controle da compulsão pela droga e ambos passaram a fazer uma assistência conjunta do paciente.
Julgue os itens seguintes, acerca da documentação desse atendimento.
Para inviabilizar a múltipla interpretação dos dados ao elaborar um laudo sobre a evolução desse paciente, o psicólogo deverá usar uma linguagem formal e predominantemente constituída de termos técnicos da psicologia. D...
O psicólogo de um serviço público atendeu um jovem de dezessete anos de idade, usuário de drogas ilícitas, e solicitou parecer de um psiquiatra do serviço, por considerar que o paciente poderia necessitar de tratamento medicamentoso. O médico prescreveu uma droga psicotrópica para controle da compulsão pela droga e ambos passaram a fazer uma assistência conjunta do paciente.
Julgue os itens seguintes, acerca da documentação desse atendimento.
Ao responder um pedido de parecer sobre esse paciente, o psicólogo deverá se limitar exclusivamente ao quesitos formulados e deve ter clareza de que esse parecer tem o objetivo de subsidiar tomadas de decisão por parte d...