Luiz sofre de claustrofobia e trabalha no 15.º andar de um prédio. Ele evita qualquer situação que envolva ou possa acarretar confinamento, incluindo viagens de metrô e de avião. Há três anos, ele não usa elevadores e, com medo de ficar preso, sobe diariamente as escadas dos quinze andares para trabalhar. Mesmo com o reasseguramento de colegas e familiares de que o elevador da empresa é seguro, que nunca parou, Luiz rebate com o argumento de que já ficou preso pelo menos cinco vezes em outras situações e que prefere não correr o risco novamente, que teme perder o controle, desmaiar ou não ser capaz de respirar se ficar preso dentro do elevador. Há poucos dias, Luiz apresentou sério problema no joelho, ficando impossibilitado de subir escadas. Na iminência de perder o emprego por esse mo...
Julgue os itens a seguir, acerca de transtornos psicológicos e do trabalho do psicólogo.
Uma pessoa que fica refém de bandidos em um assalto, é ameaçada com arma de fogo apontada para sua cabeça e sofre agressões verbais como forma de pressão dos bandidos para conseguir das autoridades recursos para escapar, desenvolve estresse pós-traumático.
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Vítimas de estupro podem apresentar lembranças intrusivas e recorrentes do fato, evitar situações e objetos relacionados ao acontecimento e experimentar um constante estado de agitação fisiológica que podem evoluir para demonstrações de insensibilidade e desapego excessivos.
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O maior grau de isolamento social e de deterioração cognitiva em idosos dementes está associado ao maior índice de agressividade e agitação.
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A autópsia psicológica é uma técnica de avaliação especialmente difícil, porque busca estudar as características de um sujeito já morto e a família não pode ser consultada por questões éticas.
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O reconhecimento de uma psicopatologia não requer necessariamente que o psicólogo considere a presença de sinais ou de sintomas.
O padrão de comportamento do tipo A (PCTA) tem um forte componente de urgência do tempo e de impaciência que, quando muito acentuada, implica também respostas de exasperação e de hostilidade. No que concerne a esse comportamento, julgue os seguintes itens.
Uma pessoa com PCTA provavelmente tem auto-estima muito elevada, com origem ainda na primeira infância.
O padrão de comportamento do tipo A (PCTA) tem um forte componente de urgência do tempo e de impaciência que, quando muito acentuada, implica também respostas de exasperação e de hostilidade. No que concerne a esse comportamento, julgue os seguintes itens.
A hostilidade é uma resposta emocional manifesta, considerada de flutuação livre devido às peculiaridades dos incidentes desencadeadores.
O padrão de comportamento do tipo A (PCTA) tem um forte componente de urgência do tempo e de impaciência que, quando muito acentuada, implica também respostas de exasperação e de hostilidade. No que concerne a esse comportamento, julgue os seguintes itens.
O modelo interativo biopsicossocial propõe que pessoas com PCTA escolhem para si situações desafiadoras e exigentes, mas quando posteriormente avaliam seu desempenho nessas situações, consideram que não fizeram tanto quanto podiam e geram a necessidade de um esforço mais agressivo para a próxima oportunidade.
O padrão de comportamento do tipo A (PCTA) tem um forte componente de urgência do tempo e de impaciência que, quando muito acentuada, implica também respostas de exasperação e de hostilidade. No que concerne a esse comportamento, julgue os seguintes itens.
Pessoas com PCTA tendem a ser hipervigilantes em relação à própria saúde e priorizam hábitos saudáveis e comportamentos adequados em benefício próprio.