1181 Q134090
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os itens subseqüentes, relativos à emergência de uma crise durante o processo psicoterápico.

As crises durante o processo psicoterápico são muito corriqueiras, pois fazem parte do processo. Mesmo representando um momento doloroso a passar, essas crises não constituem anomalia, mas o sinal de que se atingiu um ponto muito significativo para o paciente.

1182 Q134089
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os itens subseqüentes, relativos à emergência de uma crise durante o processo psicoterápico.

Uma das crises mais comuns durante o processo psicoterápico é a reação depressiva, à medida que vai ocorrendo a quebra de ideais, vivida como perda, mas necessária a uma liberação duradoura dos conflitos internos.

1183 Q134087
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os itens subseqüentes, relativos à emergência de uma crise durante o processo psicoterápico.

As crises durante a psicoterapia podem ter razões externas reais, sobre as quais não se tem influência, mas é necessário ficar atento às incidências das mesmas na vida intrapsíquica do paciente e sobre o seu ânimo, muitas vezes levando o terapeuta a uma relação de apoio.

1184 Q134085
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os itens subseqüentes, relativos à emergência de uma crise durante o processo psicoterápico.

A questão da confiança no terapeuta também constitui fator de crise, a qual deve ser abordada com cautela, e mesmo assim pode não se resolver, sendo melhor propor a interrupção temporária da terapia ou recomendar a continuação com outro profissional.

1185 Q134084
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Julgue os itens subseqüentes, relativos à emergência de uma crise durante o processo psicoterápico.

As crises durante o trabalho psicoterápico são crises emergenciais, resultantes de crises existenciais internas ou externas, as quais exigem abordagens especializadas.

1186 Q134082
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Paulo, com 16 anos de idade, foi levado ao psicólogo por sua mãe, separada, com outro filho de 10 anos de idade. Na escola, Paulo foi motivo de observação de alguns professores diante de seus comportamentos de isolamento, seu jeito triste, sempre em um canto, esquivando-se de qualquer tentativa de aproximação por parte de colegas ou professores. Para a mãe, essa passividade estava em contraponto com a rebeldia que apresentava em casa, com o que já não sabe como agir, por exemplo, quando ele se recusa a ir para a escola, chegando a agredi-la, dizendo ter medo das pessoas. Para a mãe, Paulo sempre foi uma criança tímida e agressiva em casa, e no início da adolescência parece ter ficado pior, mais fechado ainda, preferindo ficar em seu quarto, saindo de casa apenas para a e...

1187 Q134080
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Paulo, com 16 anos de idade, foi levado ao psicólogo por sua mãe, separada, com outro filho de 10 anos de idade. Na escola, Paulo foi motivo de observação de alguns professores diante de seus comportamentos de isolamento, seu jeito triste, sempre em um canto, esquivando-se de qualquer tentativa de aproximação por parte de colegas ou professores. Para a mãe, essa passividade estava em contraponto com a rebeldia que apresentava em casa, com o que já não sabe como agir, por exemplo, quando ele se recusa a ir para a escola, chegando a agredi-la, dizendo ter medo das pessoas. Para a mãe, Paulo sempre foi uma criança tímida e agressiva em casa, e no início da adolescência parece ter ficado pior, mais fechado ainda, preferindo ficar em seu quarto, saindo de casa apenas para a e...

1188 Q134079
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Paulo, com 16 anos de idade, foi levado ao psicólogo por sua mãe, separada, com outro filho de 10 anos de idade. Na escola, Paulo foi motivo de observação de alguns professores diante de seus comportamentos de isolamento, seu jeito triste, sempre em um canto, esquivando-se de qualquer tentativa de aproximação por parte de colegas ou professores. Para a mãe, essa passividade estava em contraponto com a rebeldia que apresentava em casa, com o que já não sabe como agir, por exemplo, quando ele se recusa a ir para a escola, chegando a agredi-la, dizendo ter medo das pessoas. Para a mãe, Paulo sempre foi uma criança tímida e agressiva em casa, e no início da adolescência parece ter ficado pior, mais fechado ainda, preferindo ficar em seu quarto, saindo de casa apenas para a e...

1189 Q134077
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Paulo, com 16 anos de idade, foi levado ao psicólogo por sua mãe, separada, com outro filho de 10 anos de idade. Na escola, Paulo foi motivo de observação de alguns professores diante de seus comportamentos de isolamento, seu jeito triste, sempre em um canto, esquivando-se de qualquer tentativa de aproximação por parte de colegas ou professores. Para a mãe, essa passividade estava em contraponto com a rebeldia que apresentava em casa, com o que já não sabe como agir, por exemplo, quando ele se recusa a ir para a escola, chegando a agredi-la, dizendo ter medo das pessoas. Para a mãe, Paulo sempre foi uma criança tímida e agressiva em casa, e no início da adolescência parece ter ficado pior, mais fechado ainda, preferindo ficar em seu quarto, saindo de casa apenas para a e...

1190 Q134075
Psicologia
Ano: 2008
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Paulo, com 16 anos de idade, foi levado ao psicólogo por sua mãe, separada, com outro filho de 10 anos de idade. Na escola, Paulo foi motivo de observação de alguns professores diante de seus comportamentos de isolamento, seu jeito triste, sempre em um canto, esquivando-se de qualquer tentativa de aproximação por parte de colegas ou professores. Para a mãe, essa passividade estava em contraponto com a rebeldia que apresentava em casa, com o que já não sabe como agir, por exemplo, quando ele se recusa a ir para a escola, chegando a agredi-la, dizendo ter medo das pessoas. Para a mãe, Paulo sempre foi uma criança tímida e agressiva em casa, e no início da adolescência parece ter ficado pior, mais fechado ainda, preferindo ficar em seu quarto, saindo de casa apenas para a e...