Um menino de seis anos de idade hospitalizado sofre de um câncer avançado, sem possibilidade de cura, e desconhece seu prognóstico. Os pais, em sofrimento intenso, não sabem como se comportar com o filho internado nem o que fazer em relação ao aniversário da criança, que acontecerá nos próximos dias.
Acerca da atuação da equipe nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
O psicólogo da equipe deve ajustar sua intervenção junto à família e à criança de modo compatível com as características, as crenças, o momento e a aceitação ou negação da doença por essas pessoas, em vez de seguir um protocolo padronizado.Um menino de seis anos de idade hospitalizado sofre de um câncer avançado, sem possibilidade de cura, e desconhece seu prognóstico. Os pais, em sofrimento intenso, não sabem como se comportar com o filho internado nem o que fazer em relação ao aniversário da criança, que acontecerá nos próximos dias.
Acerca da atuação da equipe nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
Se apresentarem comportamentos sugestivos de que negam a gravidade da doença e esperam a cura, os pais devem ser acolhidos, e as informações técnicas relativas à evolução negativa do quadro clínico não devem ser apresentadas a eles.Um menino de seis anos de idade hospitalizado sofre de um câncer avançado, sem possibilidade de cura, e desconhece seu prognóstico. Os pais, em sofrimento intenso, não sabem como se comportar com o filho internado nem o que fazer em relação ao aniversário da criança, que acontecerá nos próximos dias.
Acerca da atuação da equipe nessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
Se os pais vivenciarem o luto antecipado, isso tornará o sofrimento ainda maior quando acontecer o óbito da criança.Nanda, de 5 anos de idade, chegou ao ambulatório de saúde mental de sua região acompanhada de sua mãe e seu padrasto para avaliação. A mãe relatou que a criança passa a semana com o pai e que usufrui apenas dos finais de semana com a filha, de acordo com determinação judicial. A genitora alega histórico de agressões pelo ex-companheiro, desde a gestação. Nanda presenciou vários dos “ataques de fúria” do pai, de acordo com relato da mãe. A mãe declarou ter tido depressão pós-parto e crises de ansiedade, não tratadas. “Desde que me entendo por gente, sou triste. Quando Nanda nasceu, eu não tinha condição nenhuma de cuidar dela. Precisei ser internada. Tomei medicação enquanto estive no hospital. Depois que recebi alta, não voltei mais. Os remédios me deixavam dopada. Consegui ...
Nanda, de 5 anos de idade, chegou ao ambulatório de saúde mental de sua região acompanhada de sua mãe e seu padrasto para avaliação. A mãe relatou que a criança passa a semana com o pai e que usufrui apenas dos finais de semana com a filha, de acordo com determinação judicial. A genitora alega histórico de agressões pelo ex-companheiro, desde a gestação. Nanda presenciou vários dos “ataques de fúria” do pai, de acordo com relato da mãe. A mãe declarou ter tido depressão pós-parto e crises de ansiedade, não tratadas. “Desde que me entendo por gente, sou triste. Quando Nanda nasceu, eu não tinha condição nenhuma de cuidar dela. Precisei ser internada. Tomei medicação enquanto estive no hospital. Depois que recebi alta, não voltei mais. Os remédios me deixavam dopada. Consegui ...