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Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.
A expressão "Como reflexo dessa atitude" (L.6-7) introduz uma idéia que é uma conseqüência em relação à informação antecedente. Portanto poderia, sem prejuízo da correção e do sentido do texto, ser substituída pela palavra Conseqüentemente.
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Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.
É correto inferir do texto que houve evolução no tratamento de certas doenças porque estão sendo desenvolvidos métodos analíticos mais exatos para avaliar seus fatores econômicos, epidemiológicos e sociológicos associados às raízes da violência.
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Texto I – itens de 7 a 10
Considerando o texto I, julgue os seguintes itens.
A expressão "tecido social esgarçado" (L.6) está empregada em sentido figurado e representa a idéia de que as estruturas sociais estão fortalecidas em suas instituições oficiais.
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Texto I – itens de 7 a 10
Considerando o texto I, julgue os seguintes itens.
A expressão "ainda mais" (L.8) reforça a idéia implícita de que há dois motivos para o enclausuramento das pessoas: a falta de espaços públicos que favoreçam as relações sociais com atividades culturais, esportivas e de lazer e o aumento da ameaça de violência.
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Acerca dos textos I e II, julgue os itens a seguir.
Tanto no texto I como no II, a questão do espaço físico como um dos fatores intervenientes no processo de intensificação da violência é vista sob o prisma da densidade populacional excessiva.
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Acerca dos textos I e II, julgue os itens a seguir.
Por funcionar como um recurso coesivo de substituição de idéias já apresentadas, no texto II, a expressão "Tal estratégia de sobrevivência" (L.5) retoma o termo antecedente "violência desenfreada" (L.2-3).
Artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, assim como da Constituição Federal, garantem o lugar da ciência na construção permanente da democracia. Nesta última, o artigo 27, item 1, afirma que ''todo ser humano tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do progresso científico e de seus benefícios''. Mas, como falar de participação, sem amparar a ciência? Como mobilizar a sociedade para valorizar a criação e formação científica que há de beneficiar a todos no que se refere a trabalho, emprego e renda? Como mobilizar a classe empresarial para investir efetivamente no campo que mais frutifica, embora os resultados não sejam imediatos?