em "Sem muita briga, porque criança não suporta briga. O coração da criança quer amor", cabe o entendimento de que a palavra coração está empregada em sentido um tanto figurado, de vez que não é o órgão (o coração) da criança que "quer amor", mas a própria criança; simultaneamente, e em se tratando da fala de uma cardiologista, é igualmente razoável se pensar que a palavra coração pode estar empregada em sentido próprio e, amor, em sentido relativamente figurado, de vez que o bem estar cardiológico pode estar associado a um conjunto de cuidados, ao carinho dispensado à criança, à escassez de "brigas", ao pouco "drama", à supressão dos castigos físicos