
Tomando como base as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Na linha 9, o uso do acento grave em “à fabricação” justifica-se pela regência do termo “início”.
Tomando como base as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Na linha 9, o uso do acento grave em “à fabricação” justifica-se pela regência do termo “início”.
Tomando como base as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Na linha 12, o plural em “serem” deve-se à concordância desse verbo com o termo “seus”.
Para André Trigueiro, o modo de vida no planeta precisa mudar porque:
“Já faz algum tempo que o planeta vem dando sinais de que não pode suportar o nosso modo de vida”. Nesse trecho o verbo fazer é impessoal, assim como ocorre em:
No texto II, é criado um jogo de sentidos por meio da articulação entre substantivos simples e compostos. Na grafia destes últimos, como arranha-céu, por exemplo, usa-se o hífen. Quanto ao emprego ou não do hífen, estão corretamente grafadas as palavras agrupadas em:
Embora seja característico do uso coloquial brasileiro e esteja sendo incorporado à língua literária, deve ser evitado na escrita formal, o emprego do verbo que se constata em:
“Na escola dos meus sonhos, os alunos aprendem a cozinhar...” Nesse caso, o uso da vírgula é obrigatório, uma vez que houve:
“... em suas conexões subterrâneas que, à superfície, nos asseguram limpeza urbana...” Quanto ao emprego do pronome pessoal em destaque, nesse trecho, é correto afirmar que exerce a função de:
“já não é apenas uma forma de tratamento, mas também uma pujante instituição cultural”. Verifica-se, entre essas duas orações, a seguinte relação de sentido:
Como se constata em “ele está à mercê de forças obscuras”, usa-se o sinal grave indicativo de crase em um amplo conjunto de locuções constituídas de substantivo feminino. Porém, isso NÃO se faz necessário em: