17531 Q876102
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.


“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confia...

17532 Q876101
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.


“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confia...

17533 Q876100
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.


“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confia...

17534 Q876099
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.


“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confia...

17535 Q876098
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.


“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confia...

17536 Q876097
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.
“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”. Marque a alternativa que indica APENAS adjetivos presentes no texto.
17537 Q876096
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.
“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”. Na última frase do texto, o autor utiliza a expressão “armário de sabedoria armazenada”. Com base no sentido do texto, essa expressão diz respeito a alguém que:
17538 Q876095
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder à proxima questão. 
“Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa, pondera: outra parte delira.

Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente.

Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem.
Traduzir-se uma parte na outra parte- que é uma questão de vida ou morte - será arte?” 



Ao afirmar que “uma parte de mim é multidão”, o poeta emprega uma figura de linguagem que envolve a noção de comparação. Marque a alternativa que indica qual é essa figura de linguagem.
17539 Q876094
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder à proxima questão. 
“Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa, pondera: outra parte delira.

Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente.

Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem.
Traduzir-se uma parte na outra parte- que é uma questão de vida ou morte - será arte?” 



Em relação à palavra “vertigem”, que aparece na quarta estrofe do poema, marque a alternativa que indica um de seus possíveis significados.
17540 Q876093
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.
“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”. Em relação à interpretação do texto, identifique a alternativa CORRETA.