17461 Q876172
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões, para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; 
É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?” 
Marque a alternativa que indica uma figura de linguagem empregada no primeiro verso do poema: “Amor é fogo que arde sem se ver”.
17462 Q876171
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões, para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; 
É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?” 
No verso “É cuidar que se ganha em se perder”, o termo “cuidar” carrega o sentido de:
17463 Q876170
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões, para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; 
É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?” 
Em síntese, pode-se afirmar que Luís de Camões enfatiza em seu texto poético um aspecto do amor, que seria o seu caráter:
17464 Q876169
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões, para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; 
É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?” 
No tocante ao desfecho do texto poético em questão, pode-se afirmar que, em seus três últimos versos, o poeta expressa uma:
17465 Q876168
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Vinicius de Moraes, para responder a próxima questão. 

“De tudo, ao meu amor serei atento antes E com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa lhe dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure” 
Em relação à estrutura sintática do primeiro verso do poema ‘‘De tudo, ao meu amor serei atento antes”, marque a alternativa que indica o...
17466 Q876167
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Vinicius de Moraes, para responder a próxima questão. 

“De tudo, ao meu amor serei atento antes E com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa lhe dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure” 
No primeiro verso da segunda estrofe “Quero vivê-lo em cada vão momento”, o pronome “lo”, em “vivê-lo”, retoma no texto a expressão:
17467 Q876166
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Vinicius de Moraes, para responder a próxima questão. 

“De tudo, ao meu amor serei atento antes E com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa lhe dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure” 
Ao longo do seu poema, Vinicius de Moraes emprega algumas palavras com sentidos opostos. Marque a alternativa que indica um par de termos...
17468 Q876165
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Vinicius de Moraes, para responder a próxima questão. 

“De tudo, ao meu amor serei atento antes E com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa lhe dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure” 
Nos dois últimos versos da quarta estrofe “Quem sabe a morte, angústia de quem vive / Quem sabe a solidão, fim de quem ama”, as vírgulas ...
17469 Q876164
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o seguinte poema, de autoria de Luís da Camões, para responder a próxima questão.
“Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; 
É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?” 
Em relação à interpretação do poema, pode-se afirmar que, em sua maior parte, é composto por definições de:
17470 Q876163
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Vinicius de Moraes, para responder a próxima questão. 

“De tudo, ao meu amor serei atento antes E com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa lhe dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure” 
Em relação à interpretação do texto, pode-se dizer que, em síntese, o poeta expressa: