17451 Q876182
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere o trecho a seguir, extraído de uma obra do historiador Francisco Adolfo de Varnhagen, o Visconde de Porto Seguro, para responder a próxima questão.
“Os povos, como disse Alexis de Tocqueville, ressentem-se eternamente da sua origem. As circunstâncias que os acompanharam ao nascer e que os ajudaram a desenvolver-se influem sobre toda a sua existência. Se fosse possível a todas as nações remontar à origem da sua história, prossegue o mesmo Tocqueville, não duvido que aí poderíamos descobrir a causa primária das prevenções, dos usos e paixões dominantes – de tudo, enfim, quanto compõe o que se chama caráter nacional. Estas poucas linhas de autoridade insuspeita servirão de carta de recomendação para aqueles que imaginem de menos interesse o estudo da nossa história, nos tempos c...
17452 Q876181
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
O poema a seguir também foi escrito por Mário Quintana. Considere-o para responder a próxima questão.
“Todos os jardins deviam ser fechados, com altos muros de um cinza muito pálido, onde uma fonte pudesse cantar sozinha entre o vermelho dos cravos. O que mata um jardim não é mesmo alguma ausência nem o abandono... O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem por eles passa indiferente”. 
Das alternativas a seguir, marque a que apresenta APENAS palavras no singular.
17453 Q876180
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
O poema a seguir também foi escrito por Mário Quintana. Considere-o para responder a próxima questão.
“Todos os jardins deviam ser fechados, com altos muros de um cinza muito pálido, onde uma fonte pudesse cantar sozinha entre o vermelho dos cravos. O que mata um jardim não é mesmo alguma ausência nem o abandono... O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem por eles passa indiferente”. 
No antepenúltimo verso do poema, o autor emprega um sinal de pontuação representado por três pontos. Marque a alternativa que indica o nome desse sinal.
17454 Q876179
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
O poema a seguir também foi escrito por Mário Quintana. Considere-o para responder a próxima questão.
“Todos os jardins deviam ser fechados, com altos muros de um cinza muito pálido, onde uma fonte pudesse cantar sozinha entre o vermelho dos cravos. O que mata um jardim não é mesmo alguma ausência nem o abandono... O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem por eles passa indiferente”. 
O poema se conclui com a palavra “indiferente”. Marque a alternativa que indica um de seus possíveis sinônimos.
17455 Q876178
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para responder as próximas questões. 
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela encantação. Lia-se continuamente e avidamente um mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos, cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da leitura, como saberão um dia escrever?” (Trecho com adaptações)
No trecho “um mundaréu...
17456 Q876177
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para responder as próximas questões. 
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela encantação. Lia-se continuamente e avidamente um mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos, cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da leitura, como saberão um dia escrever?” (Trecho com adaptações)
O texto selecionado se...
17457 Q876176
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para responder as próximas questões. 
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela encantação. Lia-se continuamente e avidamente um mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos, cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da leitura, como saberão um dia escrever?” (Trecho com adaptações)
Marque a alternativa q...
17458 Q876175
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para responder as próximas questões. 
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela encantação. Lia-se continuamente e avidamente um mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos, cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da leitura, como saberão um dia escrever?” (Trecho com adaptações)
O autor afirma que, no...
17459 Q876174
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
O poema a seguir também foi escrito por Mário Quintana. Considere-o para responder a próxima questão.
“Todos os jardins deviam ser fechados, com altos muros de um cinza muito pálido, onde uma fonte pudesse cantar sozinha entre o vermelho dos cravos. O que mata um jardim não é mesmo alguma ausência nem o abandono... O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem por eles passa indiferente”. 
Em relação aos jardins, o poeta dá a entender que tem por eles um sentimento de:
17460 Q876173
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o relato a seguir, escrito por Mário Quintana, para responder as próximas questões. 
“Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo. E isto naturalmente, quase sem querer. Em meus tempos de criança, era aquela encantação. Lia-se continuamente e avidamente um mundaréu de história. Mas lia-se corrido, frase após frase, do princípio ao fim. Ora, as crianças de hoje não se acostumam a ler corretamente, porque apenas olham as figuras dessas histórias em quadrinhos, cujo texto se limita a simples frases interjeitivas. No fundo, uma fraseologia de uivos, uma subliteratura de homem das cavernas. Exagerei? Bem feito! Mas se as crianças, coitadas, nunca adquirirem o hábito da leitura, como saberão um dia escrever?” (Trecho com adaptações)
Em relação à importânc...