Como estratégia discursiva de argumentação, o enunciador, nos parágrafos 2, 4 e 6, após desenvolver uma linha de raciocínio crítica, insere nos referidos parágrafos, com objetivo conclusivo, um período iniciado pela palavra resultado. Esta atitude discursiva relaciona-se à intenção de apresentar o texto numa cadeia de relações entre:
No trecho "O 'modelo do limão' proposto por George Akerlof ajuda a compreender por que os governos não estão dispostos a pagar salários de mercado para bons professores" (linhas 12-15), a palavra sublinhada foi escrita com os elementos separados. Sabendo-se que esta palavra também pode ser escrita com os elementos juntos, ora sem acento gráfico, ora com acento gráfico, pode-se afirmar que está INCORRETA frase:
No trecho "O Brasil gasta mais de 6% do seu PIB em educação, mais de 5% vêm do setor público" (linhas 2- 4), o autor do texto utilizou-se de uma vírgula para marcar a pausa entre as duas orações do período. Ele poderia ter optado por outra forma de redação, utilizando-se de um pronome relativo para estruturar o período. Se tivesse adotado esta alternativa, o período, para estar correto, teria de ser construído da seguinte forma:
Na fala do mestre carrancudo "- Não sabe? Passe a mão à palmatória!" (verso 20), há uma frase interrogativa e outra imperativa e nelas foi observada a uniformidade de tratamento em relação à figura do interlocutor (no caso, o enunciador do texto). Das alterações feitas abaixo na forma de tratamento, a única CORRETA porque foi mantido o princípio da uniformidade de tratamento é:
A perfeita compreensão do texto exige que se entenda como "fala autêntica" (linha 25), em oposição a "fala idealizada" (linha 26), o discurso, por exemplo: