

Quando o comandante Marcelo Cavalcante diz: "É uma perturbação inédita, desde que começamos a monitorar a maré" (3º parágrafo), ele quer dizer que a variação do nível do mar é uma perturbação:


Quando o comandante Marcelo Cavalcante diz: "É uma perturbação inédita, desde que começamos a monitorar a maré" (3º parágrafo), ele quer dizer que a variação do nível do mar é uma perturbação:
O velho e o menino, donos da mula, com os cuidados que tiveram com o animal, antes de sair de casa para vendê-lo, mostraram que:
O viajante, primeiro personagem a encontrar o velho, o menino e a mulinha, com as palavras que disse e a maneira como as pronunciou, teve a intenção de:
É comum o contador de uma história interromper o que está contando para fazer algum comentário a respeito de algum fato ou de algum personagem. Dos trechos abaixo retirados do texto, não há dúvida de que se trata de um comentário o trecho:
A fala “- Quero só ver o que dizem agora...” (linha 30), de acordo com o texto, foi dita:
Quando Izé Biriba diz “Assim, meu velho, o que chega à cidade não é mais a mulinha; é a sombra da mulinha...” (linhas 35-37), na verdade ele está:
Na fala “Olha a trempe de três burros, dois de dois pés e um de quatro! Resta saber qual dos três é o mais burro” (linhas 55-57), os rapazes debocharam do velho e do menino, chamando-os de burros. Na verdade, os rapazes queriam:
As fábulas são histórias ricas em imaginação, com animais que falam e homens que fazem coisas fora do comum. Nas fábulas sempre se procura ensinar alguma lição de vida. A lição que podemos tirar desta fábula é:
Para falar como o velhinho, quando ele diz “pouco me importando que o mundo concorde ou não” (linhas 62-63), é preciso usar corretamente os pronomes pessoais. Nos itens abaixo se verifica um erro no emprego do pronome sublinhado na fala:
Na frase “Ele tem razão, meu filho, precisamos não judiar do animal” (linhas 38- 39), se quisermos trocar a palavra judiar por um sinônimo, temos de trocá-la pela palavra: