“Inteligência e sabedoria não são a mesma coisa”. Essa frase tem a função textual de:
“Inteligência e sabedoria não são a mesma coisa. Entretanto, na linguagem cotidiana, usamos os dois termos indistintamente”. Esse segmento do texto 2 mostra que nossa linguagem cotidiana:
“Vivemos em uma sociedade onde a eficiência e os resultados são valorizados. Aparentemente, apenas os mais inteligentes estão destinados a obter sucesso. No entanto, apenas os sábios conseguem uma felicidade autêntica”. Inferimos da leitura desse segmento do texto 2 que:
A frase final do texto 2, atribuída a Sócrates, liga a sabedoria:
“Em vista disso, inteligência e sabedoria são dois conceitos interessantes. Assim, poderemos ter uma ideia mais precisa e útil do que realmente são. Afinal, se queremos algo, além de ter um alto QI, é necessário desenvolver uma sabedoria excepcional e moldar uma personalidade virtuosa. Isso vai um passo além do cognitivo e do emocional”.
O termo que NÃO possui antecedente no texto 2 é:
“Em vista disso, inteligência e sabedoria são dois conceitos interessantes. Assim, poderemos ter uma ideia mais precisa e útil do que realmente são. Afinal, se queremos algo, além de ter um alto QI, é necessário desenvolver uma sabedoria excepcional e moldar uma personalidade virtuosa. Isso vai um passo além do cognitivo e do emocional”.
Nesse segmento do texto 2, a palavra formada por processo de formação originalmente diferente dos demais é:
Na comparação entre inteligência e sabedoria, realizada no texto 2, a afirmação adequada ao que é expresso no texto é:
Um segmento do texto conservará a correção e o sentido, ao se substituir o elemento sublinhado pelo que se indica em: