SILVA, J. M. Introdução In: SILVA, J. M. (Org....
SILVA, J. M. Introdução In: SILVA, J. M. (Org....
ALMEIDA, R. D. Novos rumos da cartografia escolar: currículo, linguagem e tecnologia. São Paulo: Contexto, 2011.
Não raro, no Colégio Pedro II, há estudantes com deficiência visual em turmas regulares, majoritariamente compostas por estudantes normovisuais. Nesse contexto, o uso de linguagem cartográfica exige adaptações.
Para este fim, ainda que se reconheçam – desde a produção até seu uso pedagógico – diversas dificuldades e limitações nes...
Tendo em vista o artigo 59 dessa lei, é INCORRETO afirmar que os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação
Um grupo de crianças estava envolvido na construção de um gigante com caixas de papelão. Ao contemplar o gigante pronto, uma das crianças disse: “E se a gente colocar um walkie talkie no gigante para ele falar de verdade, pernas de verdade para ele andar e falar uma palavra mágica para ele virar de verdade? E se a gente entrar dentro do gigante e virar gigante?”. Ao estabelecer uma correspondência mágica entre aparato tecnológico, o walkie talkie, um transceptor de mão para comunicação via rádio, e a possibilidade de dar vida a um objeto inanimado, a criança expressou sua leitura de mundo, na qual está em jogo uma particular relação entre dispositivos tecnológicos e magia.
Para Benjamin (2013), as crianças entram fundo no jogo mimético e transforma...
Sobre participação, Castro (2010, p. 16) afirma:
Existe, talvez, mais retórica sobre a participação de crianças e jovens do que direções efetivas sobre como elas devam participar, e que mudanças nas práticas sociais devam ser feitas de modo a implementar essas direções. Ou seja, há dificuldades tanto pelo fato de não se ter clareza sobre qual participação de crianças e jovens se quer, como também de haver resistências sobre aumentar o espaço de sua participação.
CASTRO, L. R. (Coord.). Falatório: participação e democracia na escola.
Rio de Janeiro: Contra Capa, 2010.
Diante do debate sobre o direito das cria...
Sobre a avaliação na Educação Infantil, Micarello (2010, p. 3) afirma:
A avaliação deve objetivar um conhecimento mais aprofundado das crianças para que os adultos sejam capazes de mediar, de forma mais adequada, as relações entre elas e o ambiente no qual estão inseridas.
MICARELLO, H. Avaliação e transições na educação infantil. In: I Seminário Nacional Currículo
em Movimento: perspectivas atuais. Anais... Belo Horizonte, 2010.
Em consonância com a citação, e à luz das Diretrizes Curriculares Nacion...
Segundo Giuseppe Ferraro (2018, p. 29),
Os lugares são as pessoas que os habitam. Um espaço não é um lugar, porque não tem tempo. O lugar é um espaço cheio de tempo, que se torna singular pelas relações que ali se disseminam.
FERRARO, G. A escola dos sentimentos: da alfabetização das emoções à educação afetiva.
Rio de Janeiro: Nefi, 2018.
À luz dessa reflexão, na perspectiva de uma escola como lugar de relações educativas, os tempos e espaços
KUHLMANN JR., M. Educação Infantil e currículo. In: FARIA, A. L.; PALHARES, M. (Org.) Educação Infantil pós-LDB: rumos e desafios. Campinas: Autores Associados, 2001.
Considerando o trecho acima e o artigo 11 das DCNEI, que se ocupa da transição para o Ensino Fundamental, é correto afirmar que, na Educação Infantil, a proposta pedagógica deve prever formas

BILL WATTERSON. Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrad, 2018 (modificado).
Entende-se que o brincar seja uma forma determinante de uma criança estar e ser no mundo, se apresentar ao mundo e apresentar o mundo. A brincadeira possui a potência de deslocar sentidos, instituindo novos, ressignificando conceitos, valores e práticas já habituais. Seu reconhecimento como expressão própria da infância, e que se acredita não restrita apenas às crianças, é o que mobiliza esta proposta pedagógica. (p.115)
COLÉGIO PEDRO II. Projeto Político Pedagógico Institucional, 2017. Disponível em: http://www.cp2.g12.br. Acesso em: 15 ago. 2022....
Leia o poema Certas palavras, de Carlos Drummond de Andrade (2016, p. 16):
Certas palavras não podem ser ditas
em qualquer lugar e hora qualquer.
Estritamente reservadas
para companheiros de confiança,
devem ser sacralmente pronunciadas
em tom muito especial
lá onde a polícia dos adultos
não adivinha nem alcança.
Entretanto são palavras simples: definem partes do corpo, movimentos, atos do viver que só os grandes se permitem e a nós é defendido por sentença dos séculos.E tudo é proibido. Então, falamos.
ANDRADE, C. D. Vou crescer assim mesmo: poemas sobre infância.
São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2016.