Os estudos que tratam das diversas modalidades de educação costumam caracterizar as influências educativas como nãointencionais. A educação não-intencional refere-se às influências do contexto social e do meio ambiente sobre os indivíduos. Tal influência, também denominada de educação informal, corresponde processos de aquisição de conhecimentos que não estão ligados a uma instituição. Portanto, são experiências de educação informal as ações
Abordar as diferenças não deve contribuir para isolar grupos, para criar guetos, para aumentar na sociedade a fragmentação que se pretende neutralizar. Separações não promovem igualdades. Na tentativa de articular as diferenças existentes na sociedade, um caminho mais eficaz é a promoção de
“O sucesso de um programa de desenvolvimento interpessoal não se limita ao plano técnico. A qualificação do coordenador é, sem dúvida, um fator essencial para o aproveitamento da experiência de aprendizagem do grupo. Outros componentes precisam ser considerados importantes no processo de aprendizagem do grupo como componentes culturais, de atitudes, de valores, crenças e ideologias que predispõem as pessoas a criar, analisar e avaliar possíveis linhas de ação e soluções, além do respaldo moral”. No texto acima, Fela Moscovici afirma que
A tarefa primordial de um processo reflexivo no ensino é a de proporcionar a si e a toda a educação um caminho metodológico que possibilite a formação de cidadãos autônomos. Educar para e na reflexão é a tarefa essencial do presente. Formar mentes reflexivas é lançar-se num projeto de inovação que rompa com as formas e modelos tradicionais de educação, implicando num novo horizonte de compreensão do sentido da existência humana. Portanto, podemos dizer que a educação reflexiva
Quando Paulo Freire diz que “saber ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”, ele aponta um saber necessário à formação docente, numa perspectiva progressista. Portanto, o educador deve
O estudo e a prática das relações interpessoais buscam examinar os fatores condicionantes das relações humanas e sugerir procedimentos que amenizem a angústia da singularidade de cada um e dinamizem a solidariedade entre todos que buscam conviver em harmonia. Por esse motivo, a formação de um profissional deve abrir espaço para que se descubram os meios de transformar contatos em convívio e saibam a importância do domínio de alguns procedimentos, que podem facilitar as relações humanas. Celso Antunes entende por relações interpessoais o conjunto de procedimentos que
“A comunicação interpessoal não é como um aparelho emissor e um receptor. É uma negociação entre duas pessoas, um ato criativo. Quando nos comunicamos de verdade, formamos um sistema de interação e reação” (Ray Birdwhistell). “Um discurso político inflamado, dito por um tipo de olhar opaco, rosto murcho, corpo mole, seria muito desinteressante. Através dessa postura, esse homem está dizendo que não precisam prestar-lhe atenção” (Flora Davis). O conteúdo das afirmações acima ressalta que
O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação de ações. O planejamento, por si só, não assegura o andamento do processo educativo. É preciso que esteja continuamente ligado à prática, pois desse modo, vai acumulando e enriquecendo experiências. Assim sendo, para que o planejamento seja efetivamente instrumento para a ação, ele deve ser um guia de orientação
Em didática, chamamos “elaboração conjunta” à forma de interação ativa entre o educador e os educandos, visando à obtenção de novos conhecimentos, habilidades, atitudes e convicções, bem como à fixação e à consolidação de conhecimento e convicções já adquiridas. O método de elaboração conjunta faz parte do conjunto de opções metodológicas das quais o educador pode servir-se. A forma mais típica do método de elaboração conjunta é a conversação didática, que podemos chamar também de prática dialogada, reconhecida como de grande valor didático, pois