Com relação à educação indígena, o artigo 78 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei no 9.394/96) determina que cabe à União:
A transmissão de conhecimentos e pedagogias nos grupos indígenas brasileiros privilegia a observação e a conversação. Neste sentido, pode-se afirmar que:
I. É impossível conciliar a transmissão dos saberes tradicionais dos índios com os da sociedade "nacional".
II. Já existem materiais de alto valor estético e cultural que podem enriquecer o currículo das escolas indígenas.
III. É difícil o trabalho pedagógico nas escolas indígenas porque existem poucos materiais e experiências referenciadoras.
IV. Sendo os valores e procedimentos das sociedades indígenas exclusivamente orais é desaconselhável o emprego de novos métodos pedagógicos nas suas escolas.
É correto o que...
Considere as afirmações sobre as escolas indígenas.
I. A escola não deve ser vista como o único lugar de aprendizado dos povos indígenas.
II. Todo projeto escolar só será indígena se for pensado, planejado, construído e mantido pelo Estado.
III. As formas tradicionais de educação dos povos indígenas são incompatíveis com os conhecimentos da escola moderna.
IV. A escola indígena deve ser comunitária, intercultural, bilíngüe/multilíngüe, específica e diferenciada.
V. Entre os povos indígenas, a educação se assenta em valores e procedimentos próprios de sociedade originalmente orais.
É correto o que se afirma APENAS em
Apesar dos modernos meios de comunicação mostrarem as lutas indígenas no presente, o imaginário brasileiro continua associando o índio ao passado. Para superar esse problema torna-se necessário:
Sendo o Brasil uma nação pluriétnica e pluricultural, os professores devem mostrar o país como:
A escola indígena deve ser um espaço de interlocução entre os saberes da sociedade indígena e de aquisição de outros conhecimentos. Para que isso ocorra é necessário:
"Algumas vezes se abandona a escala de 6 a 10 ou de A a E ou deixa-se de utilizar conceitos como "ótimo", "bom" ou "regular" onde o contexto escolar adquire um certo grau de liberdade, mas os processos pedagógicos continuam vinculados a um produto previamente determinado".
O texto acima de Maria Teresa Esteban faz referência às muitas das propostas atuais de avaliação que mantêm o estabelecimento de parâmetros com os quais as respostas dos alunos devem ser comparados
A valorização dos profissionais da educação, através da garantia de "aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para este fim"; de "período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho", bem como de "condições adequadas de trabalho", dentre outros aspectos, está prevista
Na verdade, esses professores, ao resistirem a uma mudança que não corresponda às suas condições materiais de trabalho, acabam definindo, dentro de um espaço fora do controle do Estado - a sala de aula - o que se deve ensinar.
Segundo João Baptista Bastos, o plano prioritário da escola é o de gestão; no entanto, as condições materiais desumanas do trabalho escolar podem gerar
Segundo José Carlos Libâneo, a primeira condição para se realizar um planejamento é saber com segurança a