961
Q1122315
Paciente de 32 anos, gestante de 24 semanas, é diagnosticada com infecção por Chlamydia trachomatis após triagem de rotina no pré-natal. Qual é o melhor esquema terapêutico para esta condição?
962
Q1122314
Paciente de 29 anos apresenta úlcera genital dolorosa de bordas irregulares, base com exsudato amarelo e linfadenopatia inguinal unilateral dolorosa. Qual é o agente etiológico mais provável e o tratamento de escolha?
963
Q1122309
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ângela, 53 anos, é tabagista com carga tabágica de 30 maços/ano. Após uma internação hospitalar por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), ela comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) pedindo apoio para cessar o tabagismo. Apesar de expressar desejo em parar de fumar, relata dificuldade em lidar com a ideia de abandonar o cigarro, sentindo irritabilidade, insônia e ansiedade só de pensar na cessação. Ela acredita que, se começar a praticar atividade física enquanto continua fumando, já estará cuidando bem de sua saúde.
Autoria própria Com base no modelo de estágios de mudança de DiClemente e Prochaska, qual estágio Ângela provavelmente se encontra em relação à cessação do tabagismo?
Ângela, 53 anos, é tabagista com carga tabágica de 30 maços/ano. Após uma internação hospitalar por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), ela comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) pedindo apoio para cessar o tabagismo. Apesar de expressar desejo em parar de fumar, relata dificuldade em lidar com a ideia de abandonar o cigarro, sentindo irritabilidade, insônia e ansiedade só de pensar na cessação. Ela acredita que, se começar a praticar atividade física enquanto continua fumando, já estará cuidando bem de sua saúde.
Autoria própria Com base no modelo de estágios de mudança de DiClemente e Prochaska, qual estágio Ângela provavelmente se encontra em relação à cessação do tabagismo?
964
Q1122308
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
César, 65 anos, ex-fumante com carga tabágica de 40 maços/ano, apresenta queixa de dispneia progressiva aos esforços, tosse crônica produtiva e episódios frequentes de sibilância. A espirometria revela uma relação VEF1/CVF pós-broncodilatador de 0,65. A tomografia de tórax mostra hiperinflação pulmonar e sinais de enfisema. O paciente é classificado como GOLD 2.
Autoria Própria Em relação à avaliação da gravidade da DPOC, qual parâmetro espirométrico é utilizado para classificar a doença de acordo com o GOLD?
César, 65 anos, ex-fumante com carga tabágica de 40 maços/ano, apresenta queixa de dispneia progressiva aos esforços, tosse crônica produtiva e episódios frequentes de sibilância. A espirometria revela uma relação VEF1/CVF pós-broncodilatador de 0,65. A tomografia de tórax mostra hiperinflação pulmonar e sinais de enfisema. O paciente é classificado como GOLD 2.
Autoria Própria Em relação à avaliação da gravidade da DPOC, qual parâmetro espirométrico é utilizado para classificar a doença de acordo com o GOLD?
965
Q1122307
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Renata, mulher cis negra, 45 anos, apresenta queixa de azia e regurgitação ácida frequentes, especialmente após grandes refeições e ao deitar-se. Relata também dor retroesternal em queimação, piora à noite e alívio temporário com antiácidos. A endoscopia digestiva alta revelou esofagite de grau A segundo a classificação de Los Angeles.
Autoria Própria Considerando o caso clínico apresentado, qual é a principal estratégia terapêutica recomendada para este paciente?
Renata, mulher cis negra, 45 anos, apresenta queixa de azia e regurgitação ácida frequentes, especialmente após grandes refeições e ao deitar-se. Relata também dor retroesternal em queimação, piora à noite e alívio temporário com antiácidos. A endoscopia digestiva alta revelou esofagite de grau A segundo a classificação de Los Angeles.
Autoria Própria Considerando o caso clínico apresentado, qual é a principal estratégia terapêutica recomendada para este paciente?
966
Q1122306
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Renata, mulher cis negra, 45 anos, apresenta queixa de azia e regurgitação ácida frequentes, especialmente após grandes refeições e ao deitar-se. Relata também dor retroesternal em queimação, piora à noite e alívio temporário com antiácidos. A endoscopia digestiva alta revelou esofagite de grau A segundo a classificação de Los Angeles.
Autoria Própria Considerando o diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) no caso clínico, qual é o principal mecanismo fisiopatológico envolvido no desenvolvimento da doença?
Renata, mulher cis negra, 45 anos, apresenta queixa de azia e regurgitação ácida frequentes, especialmente após grandes refeições e ao deitar-se. Relata também dor retroesternal em queimação, piora à noite e alívio temporário com antiácidos. A endoscopia digestiva alta revelou esofagite de grau A segundo a classificação de Los Angeles.
Autoria Própria Considerando o diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) no caso clínico, qual é o principal mecanismo fisiopatológico envolvido no desenvolvimento da doença?
967
Q1122305
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Maria, 60 anos, mulher cis, com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, comparece para acompanhamento de rotina. Relata que tem sentido cansaço excessivo, dispneia aos leves esforços e inchaço nas pernas, especialmente ao final do dia. Ao exame físico, há sinais de edema bilateral em torno dos tornozelos. O exame de pressão arterial mede 160/95 mmHg. Os exames laboratoriais evidenciam: Creatinina sérica: 2,1 mg/dL (valor de referência: 0,6-1,1 mg/dL); Taxa de filtração glomerular (TFG) estimada: 35 mL/min/1,73m²; microalbuminúria em amostra isolada de 250 mg/g de creatinina (valor de referência: < 30 mg/g); Hemoglobina: 11,5 g/dL (valor de referência: 12,0-15,5 g/dL)
Autoria Própria...
Maria, 60 anos, mulher cis, com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, comparece para acompanhamento de rotina. Relata que tem sentido cansaço excessivo, dispneia aos leves esforços e inchaço nas pernas, especialmente ao final do dia. Ao exame físico, há sinais de edema bilateral em torno dos tornozelos. O exame de pressão arterial mede 160/95 mmHg. Os exames laboratoriais evidenciam: Creatinina sérica: 2,1 mg/dL (valor de referência: 0,6-1,1 mg/dL); Taxa de filtração glomerular (TFG) estimada: 35 mL/min/1,73m²; microalbuminúria em amostra isolada de 250 mg/g de creatinina (valor de referência: < 30 mg/g); Hemoglobina: 11,5 g/dL (valor de referência: 12,0-15,5 g/dL)
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Q1122304
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Maria, 60 anos, mulher cis, com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, comparece para acompanhamento de rotina. Relata que tem sentido cansaço excessivo, dispneia aos leves esforços e inchaço nas pernas, especialmente ao final do dia. Ao exame físico, há sinais de edema bilateral em torno dos tornozelos. O exame de pressão arterial mede 160/95 mmHg. Os exames laboratoriais evidenciam: Creatinina sérica: 2,1 mg/dL (valor de referência: 0,6-1,1 mg/dL); Taxa de filtração glomerular (TFG) estimada: 35 mL/min/1,73m²; microalbuminúria em amostra isolada de 250 mg/g de creatinina (valor de referência: < 30 mg/g); Hemoglobina: 11,5 g/dL (valor de referência: 12,0-15,5 g/dL)
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Maria, 60 anos, mulher cis, com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, comparece para acompanhamento de rotina. Relata que tem sentido cansaço excessivo, dispneia aos leves esforços e inchaço nas pernas, especialmente ao final do dia. Ao exame físico, há sinais de edema bilateral em torno dos tornozelos. O exame de pressão arterial mede 160/95 mmHg. Os exames laboratoriais evidenciam: Creatinina sérica: 2,1 mg/dL (valor de referência: 0,6-1,1 mg/dL); Taxa de filtração glomerular (TFG) estimada: 35 mL/min/1,73m²; microalbuminúria em amostra isolada de 250 mg/g de creatinina (valor de referência: < 30 mg/g); Hemoglobina: 11,5 g/dL (valor de referência: 12,0-15,5 g/dL)
Autoria Própria...
969
Q1122303
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Maria, uma mulher de 68 anos, apresenta queixas de dor óssea difusa, especialmente nas costas, e cansaço progressivo há dois meses. Ela também relata episódios de infecção urinária recorrente e dificuldade para caminhar. Ao exame físico, observa-se hipersensibilidade nas costelas e na coluna vertebral. Exames laboratoriais revelam anemia, hipercalcemia e um pico monoclonal de imunoglobulinas plasmáticas. A radiografia de tórax revela lesões osteolíticas difusas.
Autoria Própria Entre os seguintes achados, quais são os mais sugestivos para a suspeita diagnóstica de Mieloma Múltiplo?
Maria, uma mulher de 68 anos, apresenta queixas de dor óssea difusa, especialmente nas costas, e cansaço progressivo há dois meses. Ela também relata episódios de infecção urinária recorrente e dificuldade para caminhar. Ao exame físico, observa-se hipersensibilidade nas costelas e na coluna vertebral. Exames laboratoriais revelam anemia, hipercalcemia e um pico monoclonal de imunoglobulinas plasmáticas. A radiografia de tórax revela lesões osteolíticas difusas.
Autoria Própria Entre os seguintes achados, quais são os mais sugestivos para a suspeita diagnóstica de Mieloma Múltiplo?
970
Q1122291
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Carlos, 42 anos, homem cis-branco, com obesidade grau 2, comparece à UBS com queixa de ardência e vermelhidão em região genital. Tais sintomas surgiram em conjunto com a queixa de aumento da frequência urinária e muita sede. Além disso, percebe que perdeu peso, apesar de estar comendo muito mais. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com pressão arterial de 150 x 90 mmHg, FC: 80 bpm. Sua glicemia capilar é de 287 mg/dL. O médico reavalia seus exames de 1 ano atrás, com hemograma, sorologias e glicemia sem alterações.
Autoria própria Após obtenção da Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) o médico confirma o diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Considerando a associação...
Carlos, 42 anos, homem cis-branco, com obesidade grau 2, comparece à UBS com queixa de ardência e vermelhidão em região genital. Tais sintomas surgiram em conjunto com a queixa de aumento da frequência urinária e muita sede. Além disso, percebe que perdeu peso, apesar de estar comendo muito mais. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com pressão arterial de 150 x 90 mmHg, FC: 80 bpm. Sua glicemia capilar é de 287 mg/dL. O médico reavalia seus exames de 1 ano atrás, com hemograma, sorologias e glicemia sem alterações.
Autoria própria Após obtenção da Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) o médico confirma o diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Considerando a associação...