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Q1036264
A paciente Severina, 78 anos, foi admitida no PA após acidente automobilístico com queixa de tosse seca e dispneia progressiva. Ao exame físico inicial, apresenta hipotensão, desvio da traqueia à direita e distensão da veia jugular. O hemitórax esquerdo encontra-se hipertimpânico à percussão, tenso e pouco compressível à palpação, com murmúrios vesiculares diminuídos. Qual o diagnóstico provável e qual deve ser a primeira conduta?
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Q1036263
A Constituição Federal que é considerada o marco jurídico inicial, onde “nasce o SUS”, traz em seus artigos 196 ao 200, o “registro do SUS” e o artigo 198 traz em seu texto as Diretrizes e alguns dos Princípios do SUS. São diretrizes do SUS:
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Q1036262
Recomenda-se que as pessoas com risco médio para Câncer Colorretal iniciem o rastreamento regular aos 45 anos. As pessoas em bom estado geral de saúde e expectativa de vida de mais de 10 anos devem manter o rastreamento do Câncer Colorretal regularmente até os 75 anos de idade. Para pessoas com idades entre 76 e 85 anos, a decisão de fazer o rastreamento deve estar baseada em suas preferências pessoais, expectativa de vida, estado geral de saúde e histórico de rastreamento anterior. Pessoas com mais de 85 anos não precisam mais fazer o rastreamento de Câncer Colorretal. Quais são as opções corretas de exames para o rastreamento do Câncer Colorretal?
I-Exame imunoquímico fecal (FIT), anualmente; II-Exame de sangue oculto nas fezes pelo teste do guaiacol, anualmente; III-Colonosco...
I-Exame imunoquímico fecal (FIT), anualmente; II-Exame de sangue oculto nas fezes pelo teste do guaiacol, anualmente; III-Colonosco...
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Q1036261
O Câncer de Próstata permanece como a neoplasia sólida mais comum e a segunda maior causa de óbito oncológico no sexo masculino. Apesar dos avanços terapêuticos, cerca de 25% dos pacientes com Câncer de Próstata ainda morrem devido à doença. Atualmente, cerca de 20% ainda são diagnosticados em estágios avançados, embora um declínio importante tenha ocorrido nas últimas décadas em decorrência, principalmente, de políticas de rastreamento da doença e maior conscientização da população masculina. Desta forma, deve-se fazer o rastreamento:
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Q1036260
José, 45 anos, comparece à Unidade de Pronto Atendimento com queixa de dor torácica à esquerda há 2 dias. Paciente refere tosse produtiva com expectoração amarelada há 5 dias, além de febre alta (mensurada 39º). Nos últimos 2 dias, evoluiu com dor torácica ventilatóriodependente à esquerda, dispneia e escarros hemáticos. Nega patologias prévias. Tabagista há 15 anos, 01 maço/dia. Etilismo diário, cerca de 2 garrafas de cerveja. Nega uso de drogas ilícitas. Ao exame físico, encontra-se em regular estado geral, LOTE, taquipnéico, mucosas coradas. Sinais vitais - PA: 120/80mmHg, FC: 100bpm, Tax: 38,5ºC, FR: 33irpm, Sat O2: 92%. AR: Expansibilidade levemente diminuída em 1/3 inferior do hemitórax esquerdo, macicez à percussão, murmúrio vesicular preservado com estertores crepitantes em base e...
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Q1036259
A hepatite B é uma doença causada por vírus e que acarreta inflamação do fígado. Não costuma apresentar sinais, mas quando aparecem os sintomas mais comuns são: dor abdominal, urina escura, fezes claras, cansaço, tontura, náusea, febre, pele e olhos amarelados. Podem surgir até seis meses após a infecção. Leia atentamente e analise as assertivas.
I- O vírus da hepatite B é transmitido pelo sangue e outros líquidos ou secreções corporais contaminadas. A transmissão pode também ocorrer em situações rotineiras no dia a dia, como, por exemplo, no compartilhamento de alicates de unha;
II- O vírus da hepatite B é transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos ou da água contaminada;
III- A infecção pelo vírus da hepatite ...
I- O vírus da hepatite B é transmitido pelo sangue e outros líquidos ou secreções corporais contaminadas. A transmissão pode também ocorrer em situações rotineiras no dia a dia, como, por exemplo, no compartilhamento de alicates de unha;
II- O vírus da hepatite B é transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos ou da água contaminada;
III- A infecção pelo vírus da hepatite ...
9157
Q1036258
No tratamento de um paciente com asma, um médico decide iniciar um beta-2 agonista de longa duração. Uma das opções é:
9158
Q1036257
Segundo estudos recentes, qual a principal opção de tratamento de primeira linha para o HIV em todas as populações?
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Q1036256
Roberto, sexo masculino, 50 anos, apresentava queixa de emagrecimento e icterícia há três meses em consulta de rotina, na qual foi aventada a hipótese de hepatite e solicitado encaminhamento do paciente para a infectologia com sorologias. Em consulta da infectologia foi descartada a hipótese de hepatite e solicitada ultrassonografia (USG) abdominal total que evidenciou dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas, ducto colédoco ectasiado (1,8cm), vesícula biliar hidrópica com bile espessa, sem evidências de cálculos em seu interior e ectasia do ducto pancreático principal (5,9mm). Qual a principal hipótese diagnóstica para este caso?
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Q1036255
Mariana, sexo feminino, 26 anos, procurou a Unidade Básica de Sau?de (UBS) queixando-se de febre alta, de início abrupto, acompanhada de cefaléia intensa, mal-estar geral, dor retro-orbitária, náusea e vo?mitos, com início do quadro há quatro dias. Ao exame físico, bom estado geral, corada, hidratada, anictérica. Sinais Vitais - Temperatura axilar: 39ºC, PA: 120x80mmHg; FC: 100bpm; FR: 15irpm. Pele sem leso?es. Feita a hipótese diagnóstica de dengue, o(a) médico(a) deve realizar qual exame para triagem?