Maria, mãe de Ana de quatro meses de idade, procurou o serviço de saúde, pois ela está amamentando sua filha exclusivamente ao seio e está com mastite, motivo pelo qual deverá fazer uso de cefalexina por um período de sete dias. Ela está muito preocupada com a possibilidade do antibiótico passar para o leite e fazer algum mal para a sua pequena menina. A melhor orientação a ser dada, neste caso, é:
Cecília de 3 anos de idade é levada ao ambulatório com história de febre e lesões na boca, que provocam dor intensa e dificultam a alimentação. Ao exame físico você verifica gengivas inchadas, vermelhas, que sangram com facilidade, com ulcerações em toda a mucosa oral, língua saburrosa, sialorréia e mau hálito, além de adenopatia submaxilar.
Qual a melhor opção terapêutica neste caso?
Serena tem 10 meses de idade e há 5 dias vem apresentando febre associada a tosse e dificuldade para respirar. Sua mãe refere que ela não consegue beber líquidos, mas nega convulsões e vômitos. Ao exame a freqüência respiratória é de 58ipm.
Qual a melhor conduta neste caso?
Na UBS onde está você lotado como médico de família, uma criança de três anos de idade é trazida para consulta com queixas de febre alta há 36 horas, irritabilidade e choro intensos. No momento do exame físico, você julga que ela está com estado infeccioso grave. Durante o exame, ela apresenta vômitos em jato e sonolência profunda. A sua suspeita diagnóstica é confirmada no Hospital de Doenças Infecciosas: meningite bacteriana causada por Neisseria meningitidis. Durante os pródromos e a fase aguda da doença, a criança convivia com os pais e dois irmãos de dois e quatro anos de idade.
O que deveria ser recomendado para essas pessoas que tiveram contato íntimo com a criança?
Após um episódio de 7 dias de diarréia aguda, uma criança de seis meses persiste há 5 dias com quadro diarréico com as seguintes características: fezes esverdeadas, explosivas, com dermatite perianal e leve distensão gasosa abdominal.
Qual o diagnóstico mais provável?
Uma criança de nove meses de idade é trazida para consulta de rotina na unidade básica. Encontrase em ótimo estado geral e sem queixas clínicas. Ao examiná-la, o médico de família constata que ela não tem a pega vacinal no braço direito. A mãe refere que ela tomou BCG logo ao nascimento, ainda no alojamento conjunto.
Qual a melhor conduta a ser tomada?
Dona Otacília é uma mãe de 23 anos, está amamentando Rafael, uma criança de três meses de vida, exclusivamente. Ela está preocupada por que seu leite de peito está provocando diarréia em seu filho - o mesmo, apesar de estar "alegrinho", vem em fazendo cinco evacuações amolecidas, amareladas, sem odor, sem sangue, nas últimas 8 horas. Seu médico de família, após fazer anamnese e examinar a criança, constata que ela se encontra em excelente estado geral dela.
O que deveria ser orientado?
Um médico de família é chamado para atender uma criança de 2 anos de idade, bem nutrida, com relato de febre alta há 48 horas, depois de ter apresentado, por alguns dias, tosse, coriza e diminuição do apetite. Ao examiná-la, o médico constata que a criança está afebril, com estado geral comprometido, aumento da freqüência respiratória, dispnéia, tiragem intercostal e estertores crepitantes na base do hemitórax direito.
Assinale a alternativa correta em relação à melhor hipótese diagnóstica e conduta: