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Q1038261
Paciente de 38 anos, com história de três abortamentos espontâneos entre cinco e seis semanas, procura atendimento com exame compatível com fator V de Leiden heterozigoto. Não possui história familiar de doença tromboembólica. Na gestação subsequente, recomenda-se:
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Q1038260
Preenchem os critérios clínico e laboratorial atuais para o diagnóstico de síndrome antifosfolípideo (SAF), pacientes com história de:
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Q1038259
Gestante sem comorbidades teve diagnóstico de trombose venosa profunda há quatro anos, em vigência de anticoncepcional oral combinado. Utilizou anticoagulante oral por seis meses após o evento e não utiliza qualquer medicação no momento. Durante a gravidez atual, o tratamento recomendado é anticoagulação:
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Q1038258
Paciente com 29 semanas, em acompanhamento de gestação monocoriônica diamniótica, apresenta ultrassonografia que diagnostica óbito do primeiro gemelar, e o segundo vivo, com estimativa de peso fetal no percentil 20, normodramnia e com dopplervelocimetria da artéria umbilical normal. A conduta para esse caso é:
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Q1038257
Um homem de 35 anos, morador da periferia urbana na cidade de Manaus, apresentando febre alta (3940ºC) acompanhada de cefaleia e prostração, mialgias, artralgias, dores abdominais e diarreia; hemograma apresentando anemia discreta (Hemácias: 3,9 milhões/mm3, Hb: 11,8g/dL e Ht: 40%), leucocitose moderada (12.000/mm3) com neutrofilia relativa (75%) e plaquetopenia (100.000/mm3), VHS elevada (20mm / 30mm) e PCR de 2,0mg/L. Este quadro clínico-laboratorial favorece qual hipótese diagnóstica?
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Q1038256
Uma mulher de 24 anos, grávida (IG: 17-18 semanas), com quadro clínico-laboratorial confirmado de malária por Plasmodium vivax, sem complicações. Qual a droga de escolha para tratamento dessa paciente?
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Q1038255
Uma paciente do sexo feminino, 22 anos, Manaus-AM, com queixas de corrimento vaginal, dispareunia e disúria, bem como histórico de múltiplas parcerias sexuais e antecedentes de ISTs. Ao exame ginecológico apresentou dor à mobilização do colo uterino, presença de secreção mucopurulenta no orifício externo do colo e sangramento ao toque da espátula. Diante de um diagnóstico de cervicite mucopurulenta, quais os agentes etiológicos mais frequentes e, respectivamente, qual o tratamento medicamentoso mais adequado (droga de escolha)?
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Q1038254
De acordo com a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2017), na avaliação laboratorial de rotina do risco cardiovascular (lipidograma) são recomendadas as dosagens sanguíneas de diversos componentes lipídicos, EXCETO:
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Q1038253
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial 2020, podemos classificar a hipertensão arterial em 04 (quatro) estágios, de acordo com os níveis pressóricos do paciente (PAS – pressão arterial sistólica; PAD – pressão arterial diastólica): pré-hipertensão, estágio 1, estágio 2 e estágio 3. São valores pressóricos correspondentes aos estágios 1 e 2, respectivamente:
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Q1038252
Um paciente do sexo masculino, 65 anos, procura assistência em uma policlínica com queixa de “olhos amarelados e urina escura”, com evolução de 3 semanas. O paciente refere náuseas após as refeições, desconforto em região epigástrica e hipocôndrio direito e discreta perda de peso; nega febre. No exame físico apresenta: REG, LOTE, ictérico 4+/4+, normocorado, eupneico e afebril; abdome plano, flácido, depressível, indolor às palpações superficial e profunda, vesícula biliar palpável e sinal de Murphy negativo. Qual a hipótese diagnóstica para o caso descrito?