Assinale a opção que apresenta os exames recomendados durante o uso de PrEP.
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Q1038771
No acompanhamento de pessoas em uso de Profilaxia PréExposição ao HIV (PrEP, do inglês Pre-Exposure Prophylaxis) recomenda-se coleta de rotina de exames laboratoriais e seguimento clínico.
Assinale a opção que apresenta os exames recomendados durante o uso de PrEP.
Assinale a opção que apresenta os exames recomendados durante o uso de PrEP.
6882
Q1038765
De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 meses de idade deve ser administrado à criança o reforço da seguinte vacina:
6883
Q1038764
Bebê de nove meses chega na consulta com o pediatra apresentando rinorreia, febre moderada, dispneia expiratória com taquipneia (FR > 50-60 cpm), tiragem intercostal, adejo nasal, palidez, leve cianose e taquicardia. A auscultação pulmonar revela tempo expiratório prolongado, roncos, sibilos, fervores dispersos em ambos os hemitóraces. Mãe relata que é a primeira vez que o bebê apresenta esta condição. Diante do quadro clínico apresentado, o pediatra deve pensar em:
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Q1038763
A epilepsia na infância deve ser investigada, classificada e tratada. Sobre o tratamento da epilepsia na infância, relacione a primeira coluna com a segunda.
Medicamento
I. Fenobarbital. II. Carbamazepina. III. Fenitoína. IV. Volproato de sódio
Tratamento
( ) Dividir a dose diária em duas tomadas, sendo a dose de manutenção de 3-8 mg/kg/dia.
( ) Diferentes preparações são disponíveis, em geral a dose diária é dividia em 2 a 3 tomadas, após alimentação, sendo a dose de manutenção de 15-30 mg/kg/dia.
( ) Apenas uma tomada ao dia, sendo recomendado o uso noturno para evitar a sonolência. Iniciar com 2 mg/kg/dia por 2 semanas e se as crises convulsivas persistirem aumentar para 3 mg/kg/dia, podendo chegar até 6 mg/kg/dia.
( ) Dividir a tomada em, no m...
Medicamento
I. Fenobarbital. II. Carbamazepina. III. Fenitoína. IV. Volproato de sódio
Tratamento
( ) Dividir a dose diária em duas tomadas, sendo a dose de manutenção de 3-8 mg/kg/dia.
( ) Diferentes preparações são disponíveis, em geral a dose diária é dividia em 2 a 3 tomadas, após alimentação, sendo a dose de manutenção de 15-30 mg/kg/dia.
( ) Apenas uma tomada ao dia, sendo recomendado o uso noturno para evitar a sonolência. Iniciar com 2 mg/kg/dia por 2 semanas e se as crises convulsivas persistirem aumentar para 3 mg/kg/dia, podendo chegar até 6 mg/kg/dia.
( ) Dividir a tomada em, no m...
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Q1038762
A dor abdominal é uma das queixas mais comuns no atendimento pediátrico, seja na emergência ou no acompanhamento ambulatorial. A grande maioria das dores abdominais, nas crianças, são funcionais e se referem a processos benignos, mas podem se relacionar a acometimentos agudos que colocam em risco a vida da criança ou a doenças crônicas que podem ter graves complicações. Além do exame clínico, os exames complementares auxiliam na avaliação clínica. São exames complementares que auxiliam na avaliação da dor abdominal de emergência, exceto:
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Q1038761
Menino de 6 anos de idade é levado pelo pai a Unidade Básica de Saúde para consulta com pediatra. A criança apresenta edema, hematúria, oligúria, dispneia e hipertensão. O pediatra pergunta se a criança apresentou alguma doença prévia e o pai diz que o menino apresentou dor de garganta e febre a 15 dias atrás. Os marcadores renais creatinina e ureia estavam elevados, havia presença de proteínas na urina. Após avaliação, o pediatra diagnosticou:
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Q1038760
O exame no recém-nascido (Exame no berçário) é capaz de identificar anormalidades ou anomalias que possam ter impacto sobre o bem-estar do bebê e avaliar se existem quaisquer condições agudas ou dificuldades na transição da vida intrauterina para a extrauterina. O pediatra deve ter as mãos aquecidas e empregar uma abordagem delicada. Realizando:
I. Inicialmente ausculta do tórax e, em seguida, a palpação do abdome.
II. O exame dos olhos, das orelhas, da garganta e dos quadris deve ser feito por último, pois estas manobras são as que mais perturbam o neonato.
III. Avaliação da frequência cardíaca e respiratória, sendo que frequência cardíaca deve variar de 120-160 bpm, e a frequência respiratória, de 30-60 mpm.
IV. Avaliação da bilirrubina, pois nível de bilirrubinas ...
I. Inicialmente ausculta do tórax e, em seguida, a palpação do abdome.
II. O exame dos olhos, das orelhas, da garganta e dos quadris deve ser feito por último, pois estas manobras são as que mais perturbam o neonato.
III. Avaliação da frequência cardíaca e respiratória, sendo que frequência cardíaca deve variar de 120-160 bpm, e a frequência respiratória, de 30-60 mpm.
IV. Avaliação da bilirrubina, pois nível de bilirrubinas ...
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Q1038759
A artrite idiopática juvenil (AIJ) é caracterizada pela artrite crônica em uma ou mais articulações por pelo menos seis semanas. Existem quatro subtipos principais de AIJ: (1) oligoarticular; (2) poliarticular; (3) sistêmica; e (4) associada à entesite. A causa exata da AIJ não é conhecida, mas existe evidência significativa de que seja um processo autoimune, com fatores de suscetibilidade genéticos. Em relação aos achados laboratoriais da AIJ, assinale a alternativa correta:
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Q1038758
Na prática clínica, o pediatra se depara com inúmeras situações na qual mães e pais procuram sua ajuda em decorrência dos recém-nascidos apresentarem afecções cutâneas. Nestas situações, uma inspeção minuciosa de todo o corpo de recém-nascido em um ambiente com boa iluminação é de fundamental importância para o diagnóstico clínico preciso e o estabelecimento de um correto tratamento, caso haja necessidade. Abaixo é apresentado duas colunas com afecções ou não que podem ocorrer na pele de recém-nascidos. Avalie, correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Situação
1. Mília. 2. Mosqueado. 3. Nevo de Spitz. 4. Eritema tóxico.
Descrição
( ) Caracterizam-se por pequenos cistos epidérmicos repletos de material queratinoso. Essas pápulas ...
Situação
1. Mília. 2. Mosqueado. 3. Nevo de Spitz. 4. Eritema tóxico.
Descrição
( ) Caracterizam-se por pequenos cistos epidérmicos repletos de material queratinoso. Essas pápulas ...
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Q1038757
Criança de 5 anos apresenta prurido no nariz, nos olhos, no palato ou na faringe, espirros paroxísticos e epistaxe. A mãe relata que a criança frequentemente apresenta obstrução nasal, respiração pela boca e fala anasalada. As conchas nasais apresentam coloração azul pálida. Observa-se aumento de secreções nasais límpidas e fluidas, com rinorreia e gotejamento nasal. Verifica-se também hiperemia conjuntival, lacrimejamento, edema periorbitário e cianose infraorbitária, aumento do tecido linfoide da faringe. O pediatra ao verificar todos esses sinais e sintomas deve pensar em: