61561 Q295830
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A artrite reativa (anteriormente chamada de síndrome de Reiter) é uma das formas clínicas de expressão das espondiloartropatias. A respeito desse tipo de artrite, julgue os itens a seguir.

Artrite reativa é uma forma de artrite asséptica precipitada por antecedentes de infecções gastrintestinais (Salmonella thypimurium e Campylobacter jejuni, por exemplo) ou genitourinárias (Clamydia trachomatis, por exemplo).

61562 Q295828
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A artrite reativa (anteriormente chamada de síndrome de Reiter) é uma das formas clínicas de expressão das espondiloartropatias. A respeito desse tipo de artrite, julgue os itens a seguir.

O padrão típico de envolvimento articular é de poliartrite simétrica com maior envolvimento dos membros superiores.

61563 Q295826
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A artrite reativa (anteriormente chamada de síndrome de Reiter) é uma das formas clínicas de expressão das espondiloartropatias. A respeito desse tipo de artrite, julgue os itens a seguir.

Disúria, conjuntivite, balanite circinada, úlceras orais e ceratodermia blenorrágica são exemplos de manifestações extra-articulares associadas a essa espondiloartropatia.

61564 Q295824
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A artrite reativa (anteriormente chamada de síndrome de Reiter) é uma das formas clínicas de expressão das espondiloartropatias. A respeito desse tipo de artrite, julgue os itens a seguir.

O tratamento de primeira escolha dessa artropatia, com amplas evidências de benefício a curto e longo prazos, é aquele que usa agentes antifator de necrose tumoral (anti-TNF).

61565 Q295822
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A cetoacidose diabética (CAD) é uma grave complicação associada ao diabetes melito. Acerca dessa emergência clínica, julgue os itens seguintes.

A deficiência absoluta ou relativa de insulina associada à elevação dos hormônios contrarregulatórios do metabolismo da glicose (glucagon, catecolaminas, cortisol e hormônio do crescimento) formam a base fisiopatológica para os mecanismos da CAD.

61566 Q295820
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A cetoacidose diabética (CAD) é uma grave complicação associada ao diabetes melito. Acerca dessa emergência clínica, julgue os itens seguintes.

Os corpos cetônicos produzidos na CAD são oriundos dos ácidos graxos livres liberados pelo fígado e da lipólise, os quais estão associados à deficiência de insulina.

61567 Q295819
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A cetoacidose diabética (CAD) é uma grave complicação associada ao diabetes melito. Acerca dessa emergência clínica, julgue os itens seguintes.

Sinais de desidratação, hipotensão arterial, respiração do tipo Kussmaull e hálito cetótico são exemplos de alterações que podem ser constatadas no exame físico de paciente com CAD.

61568 Q295817
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A cetoacidose diabética (CAD) é uma grave complicação associada ao diabetes melito. Acerca dessa emergência clínica, julgue os itens seguintes.

O diagnóstico de CAD pode ser definido quando se constatam: hiperglicemia (> 250 mg/dL), acidose metabólica e corpos cetônicos no sangue (cetonemia).

61569 Q295815
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A cetoacidose diabética (CAD) é uma grave complicação associada ao diabetes melito. Acerca dessa emergência clínica, julgue os itens seguintes.

O uso de insulinoterapia, associado à hidratação intravenosa, é obrigatório e imediato nessa condição clínica e deve ser realizado mesmo que o nível inicial de potássio plasmático seja inferior a 3,3 mEq/L.

61570 Q295814
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Com relação ao esquema de vacinação de adultos e idosos preconizado pelo Ministério da Saúde (MS) do Brasil, julgue os itens subsequentes.

Adultos ou idosos que forem viajar para áreas endêmicas, de transição e de risco potencial devem receber, pelo menos 10 dias antes da viagem, dose de vacina contra febre amarela.