Com relação à genética em enfermidades cardiovasculares, julgue os itens a seguir.
Os fatores ambientais são responsáveis por 20% das enfermidades cardiovasculares congênitas.
Com relação à genética em enfermidades cardiovasculares, julgue os itens a seguir.
Os fatores ambientais são responsáveis por 20% das enfermidades cardiovasculares congênitas.
Com relação à genética em enfermidades cardiovasculares, julgue os itens a seguir.
As microdeleções do cromossoma 22q11 são responsáveis por 5% das doenças cardíacas congênitas.
Com relação à genética em enfermidades cardiovasculares, julgue os itens a seguir.
As doenças genéticas dividem-se em três grandes grupos de etiologias: multifatoriais, aberrações cromossômicas e doenças monogênicas. As diferentes cardiopatias congênitas distribuem-se nos três grupos etiológicos descritos.
Com relação à genética em enfermidades cardiovasculares, julgue os itens a seguir.
A maioria dos defeitos cardíacos congênitos apresenta uma herança multifatorial.
Acerca da trissomia do cromossoma 21, ou Síndrome de Down, julgue os itens subsequentes.
A sobrevivência até os 30 anos de idade para os afetados cardíacos com Síndrome de Down é de cerca de 50%.
Acerca da trissomia do cromossoma 21, ou Síndrome de Down, julgue os itens subsequentes.
Os defeitos cardíacos mais comuns são: defeito do septo atrioventricular (cerca de 33%) e comunicação interatrial (cerca de 33%).
Acerca da trissomia do cromossoma 21, ou Síndrome de Down, julgue os itens subsequentes.
A comunicação interventricular é encontrada em cerca de 10% dos casos.
Acerca da trissomia do cromossoma 21, ou Síndrome de Down, julgue os itens subsequentes.
A tetralogia de Fallot e a persistência do canal arterial aparecem em menos de 10% dos casos.
A respeito das síndromes genéticas e das cardiopatias, julgue os itens que se seguem.
Na síndrome de Williams, ou Williams-Beuren, a estenose aórtica supravalvar é o defeito cardíaco mais encontrado.
A respeito das síndromes genéticas e das cardiopatias, julgue os itens que se seguem.
Na síndrome de Marfan, as anomalias mais frequentes envolvem a valva mitral (prolapso e regurgitação) e a dilatação da aorta descendente.