Um paciente com 2 anos de idade, de bom nível socioeconômico, frequentador de creche, de forma abrupta passa a apresentar vômito frequente e persistente, diarreia constituída por fezes líquidas e bastante fétidas. Exame físico compatível com depleção de 2º grau. Há antecedentes de quadros semelhantes na última semana na mesma creche, mas todos, incluindo a criança em questão, apresentam melhora com medidas suportivas e sintomáticos. Para em caso, a mais provável etiologia é:
Um paciente pediátrico de 3 anos de idade, com peso de 15 kg, há 2 dias se apresenta sem febre, com 4 a 6 episódios de vômito e diarreia ao dia. O exame físico acusa: estado geral ruim, subfebril, com perda de peso de 1 kg, taquicardia discreta, respiração normal, enoftalmia, turgor de pele alterado com retorno em 2 segundos, pulsos periféricos um pouco finos, diurese escassa. Diante desse caso, com relação ao aspecto clínico do estado de hidratação, afirma-se:
I. Trata-se de quadro clínico compatível com desidratação moderada.
II. Trata-se de quadro clínico compatível com desidratação grave.
III. Trata-se de quadro clínico compatível com hidratação adequada e normal.
IV. Trata-se d...
Um paciente pediátrico, com 2 anos de idade, apresentou no exame físico os seguintes sintomas: irritabilidade, diarreia, anorexia, dificuldade para ganhar peso, febre, vômito, fralda noturna seca e sem foco infeccioso. O diagnóstico provável para esse quadro clínico é:
Uma criança apresenta antecedentes de impetigo que, após aproximadamente 2 semanas, evolui com edema periocular e segue com edema ascendente de MMII com cacifo positivo e urina escura (semelhante a coca-cola ou chá forte). No exame físico apresenta níveis tensionais elevados. Para esse quadro clínico, o diagnóstico provável é:
Um recém-nascido (RN), primeiro filho, com 5 dias de vida, com 3500 g, 49 cm, sem antecedentes de tocotraumatismo, de tipagem sanguínea semelhante à da mãe, com níveis de bilirrubina indireta de 8 mg e sob aleitamento materno, sugando forte. A mãe, porém, afirma apresentar pouco leite. Esse caso tratase de:
Um recém-nascido (RN), pré-termo, com histórico de asfixia perinatal, hipoxemia, sem utilização de corticoterapia antenatal, apresenta no exame físico, especificamente no cardiovascular, um sopro sistólico ejetivo, rude, com batimentos precordiais divergentes, pulsos amplos, taquicardia, apneia, aumento progressivo de fígado, terceira bulha audível em todo precórdio, mas mais intenso no 2º e 3º EICE nas regiões subclaviculares com irradiação para axila e dorso. Esse caso pode ser considerado como:
De acordo com a OMS, são sete os sinais de alarme da criança com risco imediato de morte. Qual dos itens apresentados abaixo NÃO pertence a esse grupo?
Na abordagem médica, diante de um paciente pediátrico, em ambiente hospitalar, com parada cardiorrespiratória, recomendam-se as seguintes manobras:
I. Iniciar compressões torácicas concomitantes com a ventilação.
II. Acesso venoso ou intraósseo de emergência + adrenalina EV, intraósseo ou pelo tubo a cada 3 - 4 min.
III. Ventilar e oxigenar (O2 a 100%).
IV. Garantir vias aéreas permeáveis, aspirar e, se necessário, entubar.
V. Monitorar e desfibrilar, se houver fibrilação.
Assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA de manobras:
A maioria dos casos de suspeita de fibrose cística (mucoviscidose) são diagnosticados nos primeiros meses de vida. O aumento da tripscina imunorreativa no teste do pezinho indica grande possibilidade da doença, porém o diagnóstico precisa sempre ser confirmado. Dado esse contexto, pergunta-se: qual é o exame específico para proceder a essa confirmação?