Banca:
Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio-Econômicos (FEPESE)
Um anel castanho dourado localizado no limbo da córnea (anel de Kayser-Fleischer) foi descrito no passado como patognomônico de pessoas sofredoras de Coreia Tetânica (Doença de Wilson). Aliás, nesta condição ele sempre está presente quando as mesmas já apresentam sintomas neurológicos.
Todavia, outra enfermidade pode cursar com anel idêntico. Identifique-a:
Banca:
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)
Paciente masculino, 60 anos de idade, sem hábitos tóxicos e história de saúde anterior, é trazido pelo familiar por apresentar, desde o dia anterior, febre não aferida, três episódios de vômitos sem náuseas e prostração. No pronto-atendimento apresentou uma convulsão tônico-clônica generalizada. O médico, ao proceder ao exame, constata sinais clínicos de irritação meníngea. São sinais clínicos de irritação meníngea:
Banca:
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)
Paciente feminina, 60 anos de idade, sem hábitos tóxicos e com histórico de cefaleia há cinco anos com evolução por crises de duração de 2 horas, as quais se repetem de 6 em 6 meses, em períodos de até 3 meses diariamente. A dor sempre aparece com as mesmas características e quase sempre no mesmo horário, 2 horas após deitar. A paciente consulta no pronto-atendimento por crises de dor de início súbito, intenso, insuportável, lancinante, na região orbitária à esquerda. Apresenta também vários sintomas ipsilaterais à dor: congestão conjuntival, lacrimejamento intenso, obstrução e congestão nasal. O médico observa que a paciente está lúcida, orientada e inquieta, e constata uma síndrome de Claude Bernard-Horner à esquerda e ausência de sinais de irritação meníng...
Banca:
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)
Paciente masculino, 55 anos de idade, com histórico de cefaleia desde a adolescência e sem outras doenças. Nos últimos seis meses, sofreu três crises por mês, de moderada intensidade e pulsátil, acompanhadas de enjoo e sem vômitos. As crises duram entre um a dois dias, com fonofobia e fotofobia, geralmente no hemicrânio direito. O paciente sabe que vai apresentar a crise, pois ela inicia com dor leve periorbitária que logo se intensifica e se irradia para o hemicrânio ipsilateral. Há três meses, queixa-se de distimia, insônia sem anedonia e de ter ideias suicidas. Exame clínico e neurológico apresentam-se normais.
Com base nesse caso, assinale a alternativa CORRETA segundo a história clínica:
Banca:
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)
O diagnóstico da síndrome parkinsoniana ou parkinsonismo é baseado principalmente na presença dos sintomas e sinais clínicos cardinais, dos quais destacam-se:
Banca:
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)
No idoso o tremor essencial e a síndrome parkinsoniana são distúrbios do movimento de apresentação frequente. A síndrome parkinsoniana tem inúmeras causas, genéticas ou adquiridas. No grupo de causas adquiridas ou secundárias, de parkinsonismo no idoso, destacam-se as drogas que bloqueiam os receptores dopaminérgicos, como os antivertiginosos (bloqueadores dos canais do cálcio) e os neurolépticos. Entre elas destacam-se:
Banca:
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)
Paciente masculino 75 anos de idade, fumante inveterado (40 cigarros de palhas por dia) desde os 15 anos de idade. Há um ano consultou o médico do posto de saúde por emagrecimento e hemoptises sem definições diagnósticas. É trazido pelo familiar, pois há seis meses apresenta perda da memória e do juízo, apatia, cefaleia matinal, que aumenta com o decúbito, e diminuição da visão. Além disso, demonstra alterações comportamentais como sair para rua sem roupa, descontrole do apetite sexual, desatenção e brincadeiras bobas. No último mês apresentou diminuição da força muscular no hemicorpo direito e dificuldades na fala. No exame físico, constatou-se um paciente com marcada perda do estado geral, pálido e caquético. O paciente cumpre ordens, com fala não fluente i...
Banca:
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR)
Paciente de 74 anos de idade, diabético e hipertenso, utiliza sinvastatina 40 mg à noite, metformina 850 mg no almoço e enalapril 20 mg de 12 em 12 horas. É trazido pelo familiar para a unidade de emergências clínicas, pois desenvolveu subitamente paralisia de face e membros (superior e inferir) à esquerda e fala enrolada (disartria). Após o exame físico completo e minucioso normal, o médico plantonista diz para o familiar: “O paciente não tem nada, pode levá-lo para a casa e continuar o acompanhamento com seu médico da unidade de saúde”. O familiar insiste: “Doutor, tudo foi muito rápido e meu esposo ficou com as queixas por aproximadamente 1 hora... Doutor, por favor, eu temo que meu esposo tenha um derrame!” Ainda assim, o paciente obteve alta com as mesmas orientações....