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Q335093
A menor V., 11 anos de idade, é levada por sua mãe a um psiquiatra, pois “não quer mais ir à escola e fica chorando o dia todo no quarto”. A mãe informa que este quadro surgiu há 3 dias. Quando indagada, V. afirma que não quer ir à escola alegando: “Meus colegas vão rir de mim”. No decorrer da entrevista, diz: “Eu não consigo mais estudar; meus cadernos e livros estão sujos!”. A mãe relata que V. apresenta há alguns meses a recusa em tocar em peças de roupa e qualquer outro objeto que tenham caído no chão. V. afirma: “Está sujo, eu não vou encostar nisso”. Qual a hipótese diagnóstica mais provável para o quadro apresentado por V.?
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Q335091
A alucinação háptica pode ser definida como
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Q335087
São medicamentos indicados no tratamento do Transtorno de Estresse Pós- Traumático:
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Q335085
Com relação ao uso de antipsicóticos atípicos na mania aguda, o medicamento que apresenta eficácia equiparável ao haloperidol e ao valproato em estudos clínicos é
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Q335084
Demência, associada a alucinações, características parkinsonianas e sinais extrapiramidais, com a ocorrência de efeitos adversos pronunciados, quando se utilizam medicamentos antipsicóticos, caracteriza o quadro de
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Q335080
Paciente feminina, 25 anos, é levada à avaliação psiquiátrica por seus pais com relato de episódio de heteroagressivadade. Segundo os pais, há alguns meses apresenta períodos em que permanece por horas “olhando para o nada” e “conversando sozinha”. Quando conversavam com a paciente, ela repetia as últimas palavras ditas por eles. Antes de agredir os pais, a paciente permaneceu deitada em sua cama sem se mover durante horas. Quando sua mãe foi lhe oferecer um suco, a paciente a agrediu e quebrou vários objetos no quarto falando “coisas sem sentido”. A paciente apresenta como diagnóstico mais provável esquizofrenia do subtipo
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Q335078
Paciente feminina, 32 anos, professora de história, procura atendimento psiquiátrico por apresentar medo de assinar seu nome diante de um fiscal ao realizar concursos públicos, afirmando: “Eu morro de medo só de pensar que ele pode pegar minha identidade e dizer que a assinatura não confere na frente de todos! Só de pensar que todo mundo vai me olhar com cara de reprovação... Eu fico tão nervosa que suo muito, minhas mãos tremem, a boca seca, tenho falta de ar e meu intestino desarranja de tal forma que eu nem consigo sair de casa para ir fazer a prova. Daí acabo perdendo todas as chances de ingressar no serviço público. Isso atrapalha tanto a minha vida!” O diagnóstico mais provável é de
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Q335076
gundo a DSM-IV-TR, os problemas psicossociais e ambientais correspondem ao eixo
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Q335074
Com relação à simulação podese afirmar que
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Q335072
O Sr. L., 42 anos, sofre uma queda de uma escada e quebra a perna direita. O mesmo é internado no serviço de ortopedia de um hospital geral. No terceiro dia de internação, o plantonista é chamado, uma vez que o paciente se encontra progressivamente mais ansioso e agressivo. Quando indagado sobre hábitos de consumo alcoólico, o Sr. L. alega: “Eu bebo só de vez em quando, umas duas ou três cervejinhas, nada de mais!”. É medicado com benzodiazepínico (diazepam 10 mg VO) e depois se acalma. Durante a noite, o plantonista é chamado novamente, pois o paciente encontrava-se insone, sudoreico, agitado e agressivo, acusando a equipe de enfermagem de sequestrá-lo e falando, por vezes, coisas sem sentido. O diagnóstico do quadro apresentado pelo paciente L. é