Uma paciente de setenta e seis anos de idade, recentemente diagnosticada como portadora de disfunção sistólica ventricular esquerda, despertou com dispneia intensa há uma hora. Ela afirmava não haver outros sintomas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 86% (em ar ambiente), extremidades frias, sudorese profusa, frequência respiratória de 24 irpm, com pressão arterial de 90 mmHg × 58 mmHg, frequência cardíaca de 104 bpm e turgência jugular a 30º. A ausculta revelou ritmo cardíaco regular em três tempos sem sopros e estertores crepitantes bilaterais bibasais. A paciente não apresentou outras alterações significativas ao exame clínico. A idosa fazia uso diário de carvedilol 50 mg, enalapril 20 mg, digoxina 0,125 mg, espiron...
Uma paciente de setenta e seis anos de idade, recentemente diagnosticada como portadora de disfunção sistólica ventricular esquerda, despertou com dispneia intensa há uma hora. Ela afirmava não haver outros sintomas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 86% (em ar ambiente), extremidades frias, sudorese profusa, frequência respiratória de 24 irpm, com pressão arterial de 90 mmHg × 58 mmHg, frequência cardíaca de 104 bpm e turgência jugular a 30º. A ausculta revelou ritmo cardíaco regular em três tempos sem sopros e estertores crepitantes bilaterais bibasais. A paciente não apresentou outras alterações significativas ao exame clínico. A idosa fazia uso diário de carvedilol 50 mg, enalapril 20 mg, digoxina 0,125 mg, espiron...