Terapia que se baseia nos seguintes princípios: formulação cognitiva do paciente e de seus problemas, aliança terapêutica sólida, colaboração e participação ativa, objetivos e foco em problemas, tempo presente, proposta educativa (ensinar o paciente a ser seu próprio terapeuta), tempo limitado, sessões estruturadas, ensinar aos pacientes a identificar, avaliar e responder a seus pensamentos e crenças disfuncionais, variedade de técnicas para mudar pensamentos, humor e comportamentos.
Trata-se da terapia
Conisdere que uma moça apresenta as seguintes características: baixa busca por recompensa, grande preocupação com a autonomia, acentuada autocrítica, perfeccionismo, sensibilidade a críticas, baixa autoestima, sofreu abuso físico e sexual na infância. Foi obesa na infância e na adolescência e decidiu fazer uma dieta. Atualmente, cursa o terceiro ano de medicina.
Ela tem risco aumentado para desenvolver
Uma mulher de 40 anos procura um médico dizendo estar com câncer. Diz ter certeza de estar doente, pois perdeu peso nos últimos anos. A família relata que há um ano ela vem procurando diversos médicos, dizendo que está com câncer. Já fez inúmeras investigações e todas apontaram para a não existência de câncer ou de qualquer outra doença. Assim que recebe a notícia de que está bem, sente um alívio que dura poucos dias. Logo ela volta a se preocupar, acha que os exames podem estar errados ou que o médico pode estar enganado.
A hipótese diagnóstica para esse quadro é:
Uma mulher de 25 anos relata que há um ano tem estado muito preocupada com vários aspectos da sua vida: preocupa-se com o desempenho no trabalho, com a pós-graduação e fala com a sua mãe todos os dias para saber se a saúde dela está boa. Queixa-se de dores de cabeça e lombalgia quase todos os dias. Está com muita dificuldade de iniciar o sono, com frequência dorme pouco e acorda cansada. No trabalho, está com dificuldade de se concentrar e percebe que sua memória não está boa.
A hipótese diagnóstica para esse quadro é: