Uma paciente de 7 anos de idade foi encaminhada pelo clínico da rede básica para acompanhamento. Ela apresenta, desde os três anos de idade, episódios de sibilância associados a tosse, dispneia aos esforços, prurido nasal, coriza e espirros frequentes. Já faz uso, há três meses, de corticoide inalatório em dose baixa e beta-agonista de ação prolongada, além de beta-agonista de curta duração nas exacerbações. No último mês, apresentou sintomas diurnos apenas durante dois dias, nega cansaço nas atividades físicas e a necessidade de medicações de resgate, e apresentou apenas um despertar noturno por tosse e sibilância. Revisando-se a técnica de uso das medicações inalatórias, observa-se que a mesma está correta, e que todas as medidas de higiene ambiental já foram tomadas. ...
Uma paciente de 7 anos de idade foi encaminhada pelo clínico da rede básica para acompanhamento. Ela apresenta, desde os três anos de idade, episódios de sibilância associados a tosse, dispneia aos esforços, prurido nasal, coriza e espirros frequentes. Já faz uso, há três meses, de corticoide inalatório em dose baixa e beta-agonista de ação prolongada, além de beta-agonista de curta duração nas exacerbações. No último mês, apresentou sintomas diurnos apenas durante dois dias, nega cansaço nas atividades físicas e a necessidade de medicações de resgate, e apresentou apenas um despertar noturno por tosse e sibilância. Revisando-se a técnica de uso das medicações inalatórias, observa-se que a mesma está correta, e que todas as medidas de higiene ambiental já foram tomadas. ...
Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Trata-se provavelmente de puberdade precoce de origem central.Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A dosagem sérica de GnRH não determina o diagnóstico bioquímico de puberdade precoce.Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Deve-se solicitar ressonância magnética de crânio.Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A pubarca também poderia ser manifestação de puberdade precoce de origem periférica, embora a telarca precoce não possa.Considere que uma paciente de 7 anos de idade, previamente hígida, foi encaminhada pelo clínico da unidade básica por estar apresentando, há mais de quatro meses, crescimento mamário e pelos pubianos terminais. Apresentava dosagem de hormônio luteinizante (LH) aumentada pós-estímulo, com hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Espera-se encontrar idade óssea avançada em relação à idade cronológica.Paciente de 4 anos de idade, sexo masculino, foi levado à consulta pelos pais, os quais relatam que, há cerca de um mês, observaram mudança no comportamento do filho, que vem apresentando quedas frequentes, tremores e mudanças progressivas no jeito de andar e de falar, deambulando como se estivesse embriagado, optando por brincadeiras que pode realizar sentado, e apresentando dificuldade ao levantar-se do chão. Ao exame clínico, apresentou marcha de base alargada, disdiadococinesia, incapacidade de realizar prova dedo-nariz e disartria. Foi solicitada ressonância magnética de encéfalo, que evidenciou massa heterogênea captante de contraste em linha média do cerebelo, invadindo o quarto ventrículo, compatível com meduloblastoma.
Acerca desse caso clínico, e consideran...
Paciente de 4 anos de idade, sexo masculino, foi levado à consulta pelos pais, os quais relatam que, há cerca de um mês, observaram mudança no comportamento do filho, que vem apresentando quedas frequentes, tremores e mudanças progressivas no jeito de andar e de falar, deambulando como se estivesse embriagado, optando por brincadeiras que pode realizar sentado, e apresentando dificuldade ao levantar-se do chão. Ao exame clínico, apresentou marcha de base alargada, disdiadococinesia, incapacidade de realizar prova dedo-nariz e disartria. Foi solicitada ressonância magnética de encéfalo, que evidenciou massa heterogênea captante de contraste em linha média do cerebelo, invadindo o quarto ventrículo, compatível com meduloblastoma.
Acerca desse caso clínico, e consideran...
Paciente de 4 anos de idade, sexo masculino, foi levado à consulta pelos pais, os quais relatam que, há cerca de um mês, observaram mudança no comportamento do filho, que vem apresentando quedas frequentes, tremores e mudanças progressivas no jeito de andar e de falar, deambulando como se estivesse embriagado, optando por brincadeiras que pode realizar sentado, e apresentando dificuldade ao levantar-se do chão. Ao exame clínico, apresentou marcha de base alargada, disdiadococinesia, incapacidade de realizar prova dedo-nariz e disartria. Foi solicitada ressonância magnética de encéfalo, que evidenciou massa heterogênea captante de contraste em linha média do cerebelo, invadindo o quarto ventrículo, compatível com meduloblastoma.
Acerca desse caso clínico, e consideran...