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Q606918
As duas polias mais importantes para a manutenção da flexão dos dedos da mão são:
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Q606917
A ressecção simples da cúpula radial está contraindicada:
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Q606916
Em relação à síndrome de compartimento desenvolvida pós fratura supracondiliana do úmero em um paciente de 32 anos, podemos afirmar que:
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Q606915
Menino de 8 anos sofreu queda da própria altura apresentando dor mais dificuldade funcional do MSE. O exame Radiológico evidenciou fratura da diáfise da ulna com luxação anterior da cabeça do radio. Dessa forma, firmamos o diagnóstico de fratura de:
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Q606914
O tumor maligno que tem predileção para os dedos da mão é:
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Q606913
Após queda da própria altura, paciente do sexo feminino apresentou dor com dificuldade funcional do ombro direito. Após ser submetida a avaliação radiológica através da série trauma constatou-se fratura da extremidade proximal do úmero com luxação. Na relação entre os fragmentos observou-se desvio de 70 graus da epífise umeral, desvio de 2,3 cm da grande tuberosidade e desvio de 0,5 cm da pequena tuberosidade. Segundo Neer, estamos frente a uma fratura:
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Q606912
O reparo artroscópico do manguito rotador, quando comparado com o reparo aberto através de miniacesso, demonstra o seguinte resultado:
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Q606911
Menino de 7 anos de idade apresentando dor com deformidade em nível do cotovelo esquerdo foi levado à emergência do hospital. Clinicamente não apresentava lesões vasculares ou nervosas. Ao Rx apresentava fratura desviada supracondiliana do úmero, que foi reduzida e imobilizada com aparelho gessado áxilo-palmar. Doze horas depois, apresentou síndrome do compartimento. Em relação a essa síndrome, podemos afirmar que:
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Q606910
Nas fraturas do tipo 12-A2 da classificação AO, a estrutura anatômica mais frequentemente acometida é:
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Q606909
Devemos sistematizar o atendimento a um politraumatizado fazendo sua avaliação na seguinte sequência: