Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Se a vitalidade fetal estiver boa e houver ausência de corioamnionite, deve-se optar pela conduta expectante, pois se trata de feto prematuro.
26681
Q611143
Paciente, G2P1, 33 semanas de gestação por ultrassonografia de primeiro trimestre, refere perda líquida vaginal há 2 horas, sem outras queixas. Apresenta pré-natal sem intercorrências até então e nega doenças crônicas. Ao exame, verificam-se PA de 110 mmHg x 70 mmHg, altura uterina de 30 cm, ausência de contrações, batimentos cardiofetais de 148 bpm, exame especular com saída de líquido claro pelo OCE.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Se a vitalidade fetal estiver boa e houver ausência de corioamnionite, deve-se optar pela conduta expectante, pois se trata de feto prematuro.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Se a vitalidade fetal estiver boa e houver ausência de corioamnionite, deve-se optar pela conduta expectante, pois se trata de feto prematuro.
26682
Q611142
Paciente, G2P1, 33 semanas de gestação por ultrassonografia de primeiro trimestre, refere perda líquida vaginal há 2 horas, sem outras queixas. Apresenta pré-natal sem intercorrências até então e nega doenças crônicas. Ao exame, verificam-se PA de 110 mmHg x 70 mmHg, altura uterina de 30 cm, ausência de contrações, batimentos cardiofetais de 148 bpm, exame especular com saída de líquido claro pelo OCE.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Para adequada definição entre conduta expectante e resolução da gestação, é fundamental a realização de toque vaginal nesse momento.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Para adequada definição entre conduta expectante e resolução da gestação, é fundamental a realização de toque vaginal nesse momento.
26683
Q611141
Paciente, G2P1, 33 semanas de gestação por ultrassonografia de primeiro trimestre, refere perda líquida vaginal há 2 horas, sem outras queixas. Apresenta pré-natal sem intercorrências até então e nega doenças crônicas. Ao exame, verificam-se PA de 110 mmHg x 70 mmHg, altura uterina de 30 cm, ausência de contrações, batimentos cardiofetais de 148 bpm, exame especular com saída de líquido claro pelo OCE.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Na ausência de corioamnionite, há indicação de corticoterapia antenatal.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Na ausência de corioamnionite, há indicação de corticoterapia antenatal.
26684
Q611140
Paciente, G2P1, 33 semanas de gestação por ultrassonografia de primeiro trimestre, refere perda líquida vaginal há 2 horas, sem outras queixas. Apresenta pré-natal sem intercorrências até então e nega doenças crônicas. Ao exame, verificam-se PA de 110 mmHg x 70 mmHg, altura uterina de 30 cm, ausência de contrações, batimentos cardiofetais de 148 bpm, exame especular com saída de líquido claro pelo OCE.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Como a paciente não está em trabalho de parto, não se faz necessária a profilaxia para infecção vertical pelo estreptococo do grupo B.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Como a paciente não está em trabalho de parto, não se faz necessária a profilaxia para infecção vertical pelo estreptococo do grupo B.
26685
Q611139
Paciente, G2P1, 33 semanas de gestação por ultrassonografia de primeiro trimestre, refere perda líquida vaginal há 2 horas, sem outras queixas. Apresenta pré-natal sem intercorrências até então e nega doenças crônicas. Ao exame, verificam-se PA de 110 mmHg x 70 mmHg, altura uterina de 30 cm, ausência de contrações, batimentos cardiofetais de 148 bpm, exame especular com saída de líquido claro pelo OCE.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Se a paciente entrar em trabalho de parto, a melhor conduta será a resolução da gestação.
Considerando esse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Se a paciente entrar em trabalho de parto, a melhor conduta será a resolução da gestação.
26686
Q611138
Primigesta, 27 anos de idade, 30 semanas de gestação, chega à emergência obstétrica referindo contrações há 2 horas. Ela nega perdas vaginais, sem comorbidades, pré-natal sem intercorrências. Ao exame, constatam-se PA de 120 mmHg x 80 mmHg, altura uterina de 27 cm, 3 contrações em 10 minutos, 150 bpm de frequência cardíaca fetal e toque vaginal evidenciando colo apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. A paciente deve ser internada, com avaliação da vitalidade fetal, rastreamento de infecção materna e tocólise.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. A paciente deve ser internada, com avaliação da vitalidade fetal, rastreamento de infecção materna e tocólise.
26687
Q611137
Primigesta, 27 anos de idade, 30 semanas de gestação, chega à emergência obstétrica referindo contrações há 2 horas. Ela nega perdas vaginais, sem comorbidades, pré-natal sem intercorrências. Ao exame, constatam-se PA de 120 mmHg x 80 mmHg, altura uterina de 27 cm, 3 contrações em 10 minutos, 150 bpm de frequência cardíaca fetal e toque vaginal evidenciando colo apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Corticoterapia antenatal e uso de sulfato de magnésio para neuroproteção fetal estão indicados.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Corticoterapia antenatal e uso de sulfato de magnésio para neuroproteção fetal estão indicados.
26688
Q611136
Primigesta, 27 anos de idade, 30 semanas de gestação, chega à emergência obstétrica referindo contrações há 2 horas. Ela nega perdas vaginais, sem comorbidades, pré-natal sem intercorrências. Ao exame, constatam-se PA de 120 mmHg x 80 mmHg, altura uterina de 27 cm, 3 contrações em 10 minutos, 150 bpm de frequência cardíaca fetal e toque vaginal evidenciando colo apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. A paciente deverá receber antibioticoterapia para profilaxia de infecção vertical pelo estreptococo do grupo B.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. A paciente deverá receber antibioticoterapia para profilaxia de infecção vertical pelo estreptococo do grupo B.
26689
Q611135
Primigesta, 27 anos de idade, 30 semanas de gestação, chega à emergência obstétrica referindo contrações há 2 horas. Ela nega perdas vaginais, sem comorbidades, pré-natal sem intercorrências. Ao exame, constatam-se PA de 120 mmHg x 80 mmHg, altura uterina de 27 cm, 3 contrações em 10 minutos, 150 bpm de frequência cardíaca fetal e toque vaginal evidenciando colo apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Se não houver sedação do trabalho de parto, a cesariana é a melhor via em razão da prematuridade extrema.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Se não houver sedação do trabalho de parto, a cesariana é a melhor via em razão da prematuridade extrema.
26690
Q611134
Primigesta, 27 anos de idade, 30 semanas de gestação, chega à emergência obstétrica referindo contrações há 2 horas. Ela nega perdas vaginais, sem comorbidades, pré-natal sem intercorrências. Ao exame, constatam-se PA de 120 mmHg x 80 mmHg, altura uterina de 27 cm, 3 contrações em 10 minutos, 150 bpm de frequência cardíaca fetal e toque vaginal evidenciando colo apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Na próxima gestação, essa paciente terá indicação de usar progesterona vaginal a partir de 16 20 semanas, para evitar nascimento pré-termo.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir. Na próxima gestação, essa paciente terá indicação de usar progesterona vaginal a partir de 16 20 semanas, para evitar nascimento pré-termo.