19681
Q691431
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. Nas reconstruções das gastrectomias parciais, as anastomoses a Billroth II podem provocar refluxo biliodigestivo, que pode ser prevenido associando-se a essa técnica um desvio do fluxo da bile, como a anastomose de Braun ou a anastomose em Y-de-Roux.
19682
Q691430
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. Nas gastrectomias totais, a reconstrução do trânsito intestinal é feita através de anastomoses esôfago-jejunal término-terminal ou término-lateral sem desvios da alça biliodigestiva.
19683
Q691429
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. A gastrectomia parcial com reconstrução a Billroth I é realizada unindo-se o duodeno com o coto gástrico por meio de uma anastomose término-terminal.
19684
Q691428
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. Para pacientes com câncer de esôfago operável é recomendado o tratamento multidisciplinar com cirurgia, estando indicadas a quimioterapia e a radioterapia pré-operatória; para pacientes com câncer inoperável, a quimiorradioterapia exclusiva é o procedimento de primeira escolha.
19685
Q691427
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. Os fatores preditivos do prognóstico em caso de tumor esofágico incluem idade avançada do paciente, localização supracarinal do tumor e tempo operatório muito longo.
19686
Q691426
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. A escolha do tipo de tratamento cirúrgico depende da localização e da extensão do tumor e da existência de invasão da submucosa, mas não do acometimento das estruturas adjacentes.
19687
Q691425
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. Os índices de complicações pós-operatórias são similares em relação às diversas técnicas utilizadas para a esofagectomia, sejam feitas por via abdominal, torácica ou associadas.
19688
Q691424
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. A linfadenectomia não é comprometida nas técnicas utilizadas para a esofagectomia, seja ela transiatal, transtorácica de Ivor-Lewis ou tri-incisional — abdome, tórax e cervical.
19689
Q691423
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. Em pacientes com doença irressecável ou avançada, pode-se usar a braquiterapia intraluminal exclusiva para a paliação, havendo melhora da disfagia na maioria desses pacientes.
19690
Q691422
A respeito das técnicas cirúrgicas para o tratamento da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), julgue os próximos itens. Na técnica de Collins, nos casos de esôfago curto, quando ele não alcança a cavidade abdominal, utiliza-se uma manobra para alongar o esôfago.