Uma viúva com setenta e sete anos de idade, portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) severa, foi atendida no pronto-socorro com piora da dispneia e da tosse produtiva. Ela recebeu a segunda alta hospitalar neste ano, havia três semanas, devido a DPOC exacerbada. A paciente vivia só e realizava as atividades habituais diariamente sem auxílio. Estava em uso regular de indacaterol e glicopirrônio. No exame físico, apresentava saturação de oxigênio (em ar ambiente) de 87%, frequência respiratória de 32 irpm, pressão arterial de 134 mmHg × 74 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 102 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta respiratória revelou ruídos adventícios presentes com estertores crepitantes em bases e...
Uma viúva com setenta e sete anos de idade, portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) severa, foi atendida no pronto-socorro com piora da dispneia e da tosse produtiva. Ela recebeu a segunda alta hospitalar neste ano, havia três semanas, devido a DPOC exacerbada. A paciente vivia só e realizava as atividades habituais diariamente sem auxílio. Estava em uso regular de indacaterol e glicopirrônio. No exame físico, apresentava saturação de oxigênio (em ar ambiente) de 87%, frequência respiratória de 32 irpm, pressão arterial de 134 mmHg × 74 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 102 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta respiratória revelou ruídos adventícios presentes com estertores crepitantes em bases e...
Uma viúva com setenta e sete anos de idade, portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) severa, foi atendida no pronto-socorro com piora da dispneia e da tosse produtiva. Ela recebeu a segunda alta hospitalar neste ano, havia três semanas, devido a DPOC exacerbada. A paciente vivia só e realizava as atividades habituais diariamente sem auxílio. Estava em uso regular de indacaterol e glicopirrônio. No exame físico, apresentava saturação de oxigênio (em ar ambiente) de 87%, frequência respiratória de 32 irpm, pressão arterial de 134 mmHg × 74 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 102 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta respiratória revelou ruídos adventícios presentes com estertores crepitantes em bases e...
Uma viúva com setenta e sete anos de idade, portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) severa, foi atendida no pronto-socorro com piora da dispneia e da tosse produtiva. Ela recebeu a segunda alta hospitalar neste ano, havia três semanas, devido a DPOC exacerbada. A paciente vivia só e realizava as atividades habituais diariamente sem auxílio. Estava em uso regular de indacaterol e glicopirrônio. No exame físico, apresentava saturação de oxigênio (em ar ambiente) de 87%, frequência respiratória de 32 irpm, pressão arterial de 134 mmHg × 74 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 102 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. A ausculta respiratória revelou ruídos adventícios presentes com estertores crepitantes em bases e...