Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.
Um paciente de 35 anos de idade, obeso (IMC = 35) e asmático, é internado com intensa dispneia (SatO2 = 88%), FC = 112 bpm, temperatura axilar = 38 °C, quadro apresentado nas últimas 24 horas. Ao passar pela triagem na emergência, logo é encaminhado para a ala de Covid-19, em razão dos sintomas que podem ser compatíveis com essa condição. Já em ventilação mecânica e em medicamentos broncodilatadores e antibioticoterapia sistêmica (amplo espectro), recebe o resultado do exame de PCR, que se revela negativo para Covid-19. Os exames bacteriológicos também não revelam infecção de origem bacteriana. O quadro do paciente continua em deterioração. A respectiva esposa informa à equipe que ele usa o broncodilatador salbutamol 100 µg toda vez que sente asma e que, há pelo menos 30 dias, tem usado de...
Um paciente de 35 anos de idade, obeso (IMC = 35) e asmático, é internado com intensa dispneia (SatO2 = 88%), FC = 112 bpm, temperatura axilar = 38 °C, quadro apresentado nas últimas 24 horas. Ao passar pela triagem na emergência, logo é encaminhado para a ala de Covid-19, em razão dos sintomas que podem ser compatíveis com essa condição. Já em ventilação mecânica e em medicamentos broncodilatadores e antibioticoterapia sistêmica (amplo espectro), recebe o resultado do exame de PCR, que se revela negativo para Covid-19. Os exames bacteriológicos também não revelam infecção de origem bacteriana. O quadro do paciente continua em deterioração. A respectiva esposa informa à equipe que ele usa o broncodilatador salbutamol 100 µg toda vez que sente asma e que, há pelo menos 30 dias, tem usado de...
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito. Com bas...
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.
Um paciente de 78 anos de idade foi internado há dois dias após ter sofrido um segundo infarto agudo do miocárdio, seguido de parada cardiorrespiratória (PCR). Durante a reanimação, recebeu medicamento cardioestimulante, respondendo de forma satisfatória. Está mantido, desde então, sedado e com sonda nasogástrica para alimentação e administração de medicamentos. Antes desse evento, fazia uso de ácido acetilsalicílico (100 mg), atenolol e nifedipino (liberação controlada), em virtude de hipertensão e arritmia cardíaca. Durante a internação, deu-se seguimento aos cuidados ao paciente e à farmacoterapia. No posto da enfermagem, os medicamentos prescritos foram então separados, triturados e administrados via sonda nasogástrica. Depois de algumas horas, o paciente evolui para o óbito.
Um paciente de 10 meses de vida encontrava-se em tratamento para doença do refluxo gastroesofágico há três meses, quando iniciou movimentos de hiperextensão cervical e extensão de tronco, com duração de segundos, que ocorriam após a alimentação. O exame neurológico mostrou-se dentro da normalidade, e o paciente apresentava-se consciente, alerta, eupneico em ar ambiente e afebril. Observaram-se AC = RC2T com BNF e AP = MVF sem RA.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Há correlação direta entre o grau da doença do refluxo e a gravidade dos sintomas.
Um paciente de 10 meses de vida encontrava-se em tratamento para doença do refluxo gastroesofágico há três meses, quando iniciou movimentos de hiperextensão cervical e extensão de tronco, com duração de segundos, que ocorriam após a alimentação. O exame neurológico mostrou-se dentro da normalidade, e o paciente apresentava-se consciente, alerta, eupneico em ar ambiente e afebril. Observaram-se AC = RC2T com BNF e AP = MVF sem RA.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Está indicado o início de anticolinérgicos para controle dos sintomas.