Na punção aspirativa por agulha fina (PAAF) de um bócio nodular, o achado citológico de células foliculares grandes e oncocíticas, numerosos linfócitos e raras células histiocitárias gigantes, é compatível com o diagnóstico de:
Uma menina de 6 anos apresentou aumento do volume mamário, pêlos pubianos e menstruações com ciclos regulares. Nega crises convulsivas. Os exames laboratoriais mostraram: estradiol = 12pg/ml (N= até 20); FSH=1,7 mUI/ml (N= até 3,3); LH = 1,0 mUI/ml (N= até 1,4); PRL= 12 ng/ml (N= 6-30);TSH =1,9 μU/ml (n=0,3 -5,0); US pélvica demonstrou ovários e útero aumentados para a idade. Ressonância magnética de sela túrcica com hipófise normal.
O diagnóstico provável é:
Uma mulher com 20 anos refere episódios de hipotensão arterial e alterações menstruais. Ao exame físico apresenta-se normotensa com hirsutismo e virilização. As dosagens hormonais de DHEA, androstenediona, testosterona plasmática e 17-OH progesterona mostraram-se bastante elevadas. Uma tomografia computadorizada mostrou adrenais hiperplasiadas.
A hipótese diagnóstica mais provável é:
Dos microorganismos listados abaixo, o que apresenta maior resistência aos germicidas químicos é:
A metaglobulinemia aguda é uma complicação do uso da lidocaína como pré-medicação nas endoscopias digestivas altas. O tratamento correto dessa complicação é:
Dentre as opções abaixo o que NÃO requer antibioticoprofilaxia:
Qual das condições abaixo NÃO justifica a utilização da cromoscopia com lugol no rastreamento de lesões precoces de esôfago:
Caracteriza-se como CONTRA-INDICAÇÃO à colocação de endopróteses perorais no carcinoma esofagiano:
Durante endoscopia digestiva alta diagnóstica de paciente em investigação de doença do refluxo gastro-esofagiana, foi observada presença de segmento digitiforme de 2 cm de mucosa de coloração alaranjada acima do topo das pregas gástricas localizadas 3 cm acima do pinçamento diafragmático. O exame histopatológico dos fragmentos retirados deste segmento digitiforme mostrou presença de epitélio colunar sem células caliciformes e sem displasia. O acompanhamento endoscópico desse paciente deve ser:
O protocolo de Seattle de acompanhamento endoscópico do Esôfago de Barrett com displasia de alto grau recomenda: