Um homem, com 38 anos de idade, procurou o pronto-socorro relatando que há seis horas vinha apresentando dor intensa no abdome (flanco direito). Negou vômito, febre, constipação ou diarréia. Relatou ter fumado crack duas horas antes do início da dor. Negou precordialgia, falta de ar, história de úlcera péptica e outras doenças prévias. É tabagista e etilista leve. O exame físico mostrou paciente com fáscies de dor, pressão arterial de 110 mmHg × 72 mmHg, freqüência cardíaca de 74 bpm, 17 respirações por minuto, temperatura axilar de 36,8 ºC, abdome difusamente doloroso à palpação com dor à descompressão brusca, presença do sinal de Jobert, sem tumorações palpáveis e ausência de dor ou sangramento ao toque retal. O restante do exame foi considerado normal. Os exames laborator...
Um homem, com 38 anos de idade, procurou o pronto-socorro relatando que há seis horas vinha apresentando dor intensa no abdome (flanco direito). Negou vômito, febre, constipação ou diarréia. Relatou ter fumado crack duas horas antes do início da dor. Negou precordialgia, falta de ar, história de úlcera péptica e outras doenças prévias. É tabagista e etilista leve. O exame físico mostrou paciente com fáscies de dor, pressão arterial de 110 mmHg × 72 mmHg, freqüência cardíaca de 74 bpm, 17 respirações por minuto, temperatura axilar de 36,8 ºC, abdome difusamente doloroso à palpação com dor à descompressão brusca, presença do sinal de Jobert, sem tumorações palpáveis e ausência de dor ou sangramento ao toque retal. O restante do exame foi considerado normal. Os exames laborator...
Um homem, com 38 anos de idade, procurou o pronto-socorro relatando que há seis horas vinha apresentando dor intensa no abdome (flanco direito). Negou vômito, febre, constipação ou diarréia. Relatou ter fumado crack duas horas antes do início da dor. Negou precordialgia, falta de ar, história de úlcera péptica e outras doenças prévias. É tabagista e etilista leve. O exame físico mostrou paciente com fáscies de dor, pressão arterial de 110 mmHg × 72 mmHg, freqüência cardíaca de 74 bpm, 17 respirações por minuto, temperatura axilar de 36,8 ºC, abdome difusamente doloroso à palpação com dor à descompressão brusca, presença do sinal de Jobert, sem tumorações palpáveis e ausência de dor ou sangramento ao toque retal. O restante do exame foi considerado normal. Os exames laborator...
Uma jovem, com 22 anos de idade, foi admitida na sala de emergência com traumatismo torácico contuso, devido a queda de uma altura de doze metros, relatando dor torácica. Ao exame clínico, a paciente estava sonolenta, taquidispnéica, com desconforto respiratório, pressão arterial de 90 mmHg × 55 mmHg, pulso arterial de 120 bpm, ausência de pulso paradoxal, bulhas cardíacas hipofonéticas, turgência jugular, desvio de traquéia e murmúrio vesicular ausente à direita.
Com referência a esse caso clínico hipotético, julgue os itens seguintes.
O conjunto de achados clínicos permite fazer o diagnóstico de pneumotórax hipertensivo póstraumático.Uma jovem, com 22 anos de idade, foi admitida na sala de emergência com traumatismo torácico contuso, devido a queda de uma altura de doze metros, relatando dor torácica. Ao exame clínico, a paciente estava sonolenta, taquidispnéica, com desconforto respiratório, pressão arterial de 90 mmHg × 55 mmHg, pulso arterial de 120 bpm, ausência de pulso paradoxal, bulhas cardíacas hipofonéticas, turgência jugular, desvio de traquéia e murmúrio vesicular ausente à direita.
Com referência a esse caso clínico hipotético, julgue os itens seguintes.
O manejo terapêutico dessa condição somente deve ser iniciado após a realização de exame radiográfico do tórax, necessário para confirmação diagnóstica e para evitar iatrogenia, que pode agravar a s...