34381 Q608350
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Gota é uma doença metabólica associada a quantidades anormais de uratos no organismo e caracterizada por artrite aguda recorrente e posteriormente por artrite deformante. Com relação à fase aguda dessa moléstia, julgue os itens a seguir. O ataque agudo de gota pode ser tratado com antiinflamatórios não-esteroidais por via oral, dando-se preferência aos salicilatos.
34382 Q608349
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Gota é uma doença metabólica associada a quantidades anormais de uratos no organismo e caracterizada por artrite aguda recorrente e posteriormente por artrite deformante. Com relação à fase aguda dessa moléstia, julgue os itens a seguir. Não se deve iniciar a terapêutica hipouricêmica com alopurinol durante a fase aguda dessa doença, pois esse tratamento, além de não diminuir os sintomas inflamatórios, pode ainda causar, em alguns pacientes, mobilização de urato dos tecidos e levar a um ataque recorrente.
34383 Q608348
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A perfuração do apêndice vermicular que leva a quadro de abdome agudo é uma das principais complicações da apendicite aguda. Acerca desse tema, julgue os próximos itens. Durante exame clínico, nessa situação, podem ser encontrados, com freqüência variável: rigidez abdominal, alça de Wohll e sinais de Blumberg, do psoas, de Murphy, de Rovsing e de Dunphy.
34384 Q608347
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A perfuração do apêndice vermicular que leva a quadro de abdome agudo é uma das principais complicações da apendicite aguda. Acerca desse tema, julgue os próximos itens. Leucocitose com aumento de granulócitos e elevação dos níveis séricos de proteína C reativa caracterizam preditores fortes de apendicite complicada por perfuração do apêndice, especialmente quando associados a sinais de irritação peritoneal e história de dor que migra da região periumbilical para o quadrante inferior direito do abdome.
34385 Q608346
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A perfuração do apêndice vermicular que leva a quadro de abdome agudo é uma das principais complicações da apendicite aguda. Acerca desse tema, julgue os próximos itens. Exames de ultra-sonografia abdominal, de tomografia computadorizada helicoidal e técnicas mais recentes de ressonância magnética nuclear do abdome são exemplos de exames de imagem que podem ser úteis no diagnóstico dessa condição clínica.
34386 Q608345
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Um homem, com 38 anos de idade, procurou o pronto-socorro relatando que há seis horas vinha apresentando dor intensa no abdome (flanco direito). Negou vômito, febre, constipação ou diarréia. Relatou ter fumado crack duas horas antes do início da dor. Negou precordialgia, falta de ar, história de úlcera péptica e outras doenças prévias. É tabagista e etilista leve. O exame físico mostrou paciente com fáscies de dor, pressão arterial de 110 mmHg × 72 mmHg, freqüência cardíaca de 74 bpm, 17 respirações por minuto, temperatura axilar de 36,8 ºC, abdome difusamente doloroso à palpação com dor à descompressão brusca, presença do sinal de Jobert, sem tumorações palpáveis e ausência de dor ou sangramento ao toque retal. O restante do exame foi considerado normal. Os exames laborator...

34387 Q608344
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Um homem, com 38 anos de idade, procurou o pronto-socorro relatando que há seis horas vinha apresentando dor intensa no abdome (flanco direito). Negou vômito, febre, constipação ou diarréia. Relatou ter fumado crack duas horas antes do início da dor. Negou precordialgia, falta de ar, história de úlcera péptica e outras doenças prévias. É tabagista e etilista leve. O exame físico mostrou paciente com fáscies de dor, pressão arterial de 110 mmHg × 72 mmHg, freqüência cardíaca de 74 bpm, 17 respirações por minuto, temperatura axilar de 36,8 ºC, abdome difusamente doloroso à palpação com dor à descompressão brusca, presença do sinal de Jobert, sem tumorações palpáveis e ausência de dor ou sangramento ao toque retal. O restante do exame foi considerado normal. Os exames laborator...

34388 Q608343
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Um homem, com 38 anos de idade, procurou o pronto-socorro relatando que há seis horas vinha apresentando dor intensa no abdome (flanco direito). Negou vômito, febre, constipação ou diarréia. Relatou ter fumado crack duas horas antes do início da dor. Negou precordialgia, falta de ar, história de úlcera péptica e outras doenças prévias. É tabagista e etilista leve. O exame físico mostrou paciente com fáscies de dor, pressão arterial de 110 mmHg × 72 mmHg, freqüência cardíaca de 74 bpm, 17 respirações por minuto, temperatura axilar de 36,8 ºC, abdome difusamente doloroso à palpação com dor à descompressão brusca, presença do sinal de Jobert, sem tumorações palpáveis e ausência de dor ou sangramento ao toque retal. O restante do exame foi considerado normal. Os exames laborator...

34389 Q608342
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Uma jovem, com 22 anos de idade, foi admitida na sala de emergência com traumatismo torácico contuso, devido a queda de uma altura de doze metros, relatando dor torácica. Ao exame clínico, a paciente estava sonolenta, taquidispnéica, com desconforto respiratório, pressão arterial de 90 mmHg × 55 mmHg, pulso arterial de 120 bpm, ausência de pulso paradoxal, bulhas cardíacas hipofonéticas, turgência jugular, desvio de traquéia e murmúrio vesicular ausente à direita.

Com referência a esse caso clínico hipotético, julgue os itens seguintes.

O conjunto de achados clínicos permite fazer o diagnóstico de pneumotórax hipertensivo póstraumático.
34390 Q608341
Medicina
Ano: 2005
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Uma jovem, com 22 anos de idade, foi admitida na sala de emergência com traumatismo torácico contuso, devido a queda de uma altura de doze metros, relatando dor torácica. Ao exame clínico, a paciente estava sonolenta, taquidispnéica, com desconforto respiratório, pressão arterial de 90 mmHg × 55 mmHg, pulso arterial de 120 bpm, ausência de pulso paradoxal, bulhas cardíacas hipofonéticas, turgência jugular, desvio de traquéia e murmúrio vesicular ausente à direita.

Com referência a esse caso clínico hipotético, julgue os itens seguintes.

O manejo terapêutico dessa condição somente deve ser iniciado após a realização de exame radiográfico do tórax, necessário para confirmação diagnóstica e para evitar iatrogenia, que pode agravar a s...