20061 Q263404
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A parada cardíaca, também chamada parada cardiopulmonar ou cardiorrespiratória (PCR), caracteriza-se pela interrupção da circulação de sangue, como resultado da ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. Clinicamente, o paciente não está responsivo, está apneico e sem pulsos detectáveis. Acerca dessas informações, julgue os seguintes itens.

A parada cardíaca hipóxica é o mecanismo fisiopatológico mais comum de parada cardíaca em lactentes e em crianças até a adolescência.

20062 Q263402
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A parada cardíaca, também chamada parada cardiopulmonar ou cardiorrespiratória (PCR), caracteriza-se pela interrupção da circulação de sangue, como resultado da ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. Clinicamente, o paciente não está responsivo, está apneico e sem pulsos detectáveis. Acerca dessas informações, julgue os seguintes itens.

A PCR está associada aos seguintes ritmos, também conhecidos como ritmo de parada: assistolia, fibrilação ventricular, taquicardia ventricular sem pulso, taquicardia supraventricular.

20063 Q263400
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A parada cardíaca, também chamada parada cardiopulmonar ou cardiorrespiratória (PCR), caracteriza-se pela interrupção da circulação de sangue, como resultado da ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. Clinicamente, o paciente não está responsivo, está apneico e sem pulsos detectáveis. Acerca dessas informações, julgue os seguintes itens.

A recomendação da relação entre compressão e ventilação usada por um socorrista, que esteja sozinho atendendo a uma criança de 8 meses de idade em PCR, é de 15 compressões para 2 ventilações.

20064 Q263398
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A parada cardíaca, também chamada parada cardiopulmonar ou cardiorrespiratória (PCR), caracteriza-se pela interrupção da circulação de sangue, como resultado da ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. Clinicamente, o paciente não está responsivo, está apneico e sem pulsos detectáveis. Acerca dessas informações, julgue os seguintes itens.

Considerando uma criança de 8 anos de idade, em parada cardíaca com ritmo detectado de fibrilação ventricular , ao se tentar realizar a desfibrilação, nesse caso, deve-se aplicar um choque e depois iniciar a reanimação cardiorrespiratória imediata começando pelas compressões torácicas.

20065 Q263396
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A parada cardíaca, também chamada parada cardiopulmonar ou cardiorrespiratória (PCR), caracteriza-se pela interrupção da circulação de sangue, como resultado da ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. Clinicamente, o paciente não está responsivo, está apneico e sem pulsos detectáveis. Acerca dessas informações, julgue os seguintes itens.

Ao se optar pelo uso de epinefrina durante o atendimento a PCR, devem-se usar altas doses (0,1 a 0,2 mg/kg), principalmente na parada cardíaca hipóxica.

20066 Q263393
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

A parada cardíaca, também chamada parada cardiopulmonar ou cardiorrespiratória (PCR), caracteriza-se pela interrupção da circulação de sangue, como resultado da ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. Clinicamente, o paciente não está responsivo, está apneico e sem pulsos detectáveis. Acerca dessas informações, julgue os seguintes itens.

Em pacientes vítimas de colapso súbito testemunhado, deve-se acionar primeiro o serviço de emergência e depois iniciar a ressuscitação cardiopulmonar.

20067 Q263391
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Os cuidados com o lactente portador de doença cardíaca congênita requerem abordagem multidisciplinar, que envolva pediatras cardiologistas, cirurgiões cardiovasculares, anestesiologistas, perfusionistas, pediatras intensivistas, enfermagem pediátrica e membros da família agindo como um time. A respeito dessa doença, julgue os itens de 57 a 61.

As crianças com doença cardíaca acianótica podem ter um ou mais de três defeitos básicos, entre eles: shunt esquerdo-direito (defeito septal atrial e ventricular); defeito na entrada ou saída de fluxo ventricular (estenose mitral, coarctação de aorta); disfunção miocárdica primária (cardiomiopatia).

20068 Q263389
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Os cuidados com o lactente portador de doença cardíaca congênita requerem abordagem multidisciplinar, que envolva pediatras cardiologistas, cirurgiões cardiovasculares, anestesiologistas, perfusionistas, pediatras intensivistas, enfermagem pediátrica e membros da família agindo como um time. A respeito dessa doença, julgue os itens de 57 a 61.

A diminuição de PaCO2, o aumento do pH, o óxido nítrico inalatório e o uso de milrinona são fatores que levam ao aumento na resistência vascular pulmonar, dificultando a estabilização do doente portador de cardiopatia congênita.

20069 Q263386
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Os cuidados com o lactente portador de doença cardíaca congênita requerem abordagem multidisciplinar, que envolva pediatras cardiologistas, cirurgiões cardiovasculares, anestesiologistas, perfusionistas, pediatras intensivistas, enfermagem pediátrica e membros da família agindo como um time. A respeito dessa doença, julgue os itens de 57 a 61.

O recém-nascido com atresia tricúspide e grave hipoxemia deve ser tratado com infusão de PGE1, a fim de manter a potência do canal arterial e aumentar a perfusão pulmonar. A cirurgia de escolha para esse grupo de pacientes é cerclagem pulmonar.

20070 Q263383
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Os cuidados com o lactente portador de doença cardíaca congênita requerem abordagem multidisciplinar, que envolva pediatras cardiologistas, cirurgiões cardiovasculares, anestesiologistas, perfusionistas, pediatras intensivistas, enfermagem pediátrica e membros da família agindo como um time. A respeito dessa doença, julgue os itens de 57 a 61.

O tratamento clínico de crises e estados hipóxicos na tetralogia de Fallot visa aumentar o fluxo sanguíneo pulmonar, e as principais medidas são oxigenoterapia nasal ou por máscara, sedação e uso de $-bloqueadores adrenérgicos por via endovenosa.