Uma primigesta de 39 semanas foi internada em trabalho de parto após ruptura das membranas ovulares e evoluiu normalmente até a dilatação total. Nesse momento, o vértice da apresentação estava em +2 DeLee e o ponto de reparo fetal, que é o lambda, estava voltado para a iminência ileopectínea esquerda. A situação se manteve da mesma forma por mais de cinquenta minutos, quando se iniciou uma bradicardia fetal persistente.
Uma secundigesta com cesariana anterior interna às 36 semanas foi encaminhada para indução de parto devido a oligoâmnio. Foi realizada a dilatação do colo com sonda de Foley, seguida da administração de ocitocina, quando da expulsão da sonda, momento em que o colo era pérvio para 3 cm e ocorreu a ruptura das membranas espontaneamente. A dilatação evoluiu então para total em quatro horas. Nesse momento, já com a apresentação em +2 de DeLee, a paciente foi colocada em posição ginecológica e solicitou‐se que realizasse puxos. Após dez minutos nessa condição, não era possível notar a presença de contrações uterinas, a apresentação encontrava‐se em +1 de DeLee e havia sangramento vaginal, dor abdominal e bradicardia fetal (60 bpm).
Uma gestante de 26 semanas foi diagnosticada com diabetes gestacional após apresentar glicemia de jejum de 84 mg/dL no primeiro trimestre. Esse diagnóstico baseou‐se em um teste oral de tolerância à glicose.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o resultado do teste.
Uma primigesta com 33 semanas de gestação procurou o pronto‐socorro, referindo perda de líquido por via vaginal. Ao exame, apresentava PA de 100 x 60 mmHg, pulso de 102 bpm, temperatura de 38,6 °C, dinâmica uterina ausente, movimentação fetal presente, colo amolecido e pérvio, 2 cm, e especular com saída de líquido esverdeado pelo orifício cervical. Ao toque vaginal, notou‐se colo amolecido, anteriorizado e pérvio para 2 cm, e apresentação cefálica. Cardiotocografia mostrou frequência cardíaca basal de 160 bpm, variabilidade de 15 bpm, acelerações transitórias presentes e ausência de desacelerações.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta para o paciente.
A coqueluche é uma doença caracterizada por um quadro potencialmente grave em lactentes, especialmente entre os que têm menos de três meses de vida. Considerando essa informação, assinale a alternativa que apresenta a estratégia atualmente adotada no Brasil que se mostrou efetiva e segura para reduzir a morbidade e a mortalidade por essa doença em lactentes nos primeiros meses de vida.
Um recém‐nascido, filho de mãe que não realizou pré‐natal, apresenta hepatoesplenomegalia, petéquias e sufusões hemorrágicas, paralisia e dor à movimentação do membro superior direito, coriza sanguinolenta e descamação palmoplantar.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta o exame de escolha para o diagnóstico etiológico.
Um menino de três anos de idade, previamente hígido, foi levado ao pronto‐socorro com queixa de edema generalizado há três dias e urina espumosa com volume diminuído, sem hematúria. Ao exame físico, apresentou anasarca, ascite e pressão arterial normal para a idade. Exames laboratoriais mostraram: albumina: 2 g/dL; índice proteinúria/creatininúria igual a 3,2; creatinina sérica igual a 0,7 mg/dL; e ureia igual a 80 mg/dL. Hemograma sem anormalidades.
Considerando esse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
Um menino com três meses de vida teve diagnóstico de fibrose cística pelo teste de triagem neonatal e duas amostras do teste do suor. Foi levado à consulta ambulatorial totalmente assintomático.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.