I. O estudo de Sauer et al. que consolidou o timing neoadjuvante da radioterapia no tratamento de câncer de reto evidenciou ganho de controle local e sobrevida global, bem como menor toxicidade no tratamento neoadjuvante.
II. O estudo POLISH II, que testou radioterapia de curta duração seguido de quimioterapia versus quimiorradioterapia neoadjuvante, apresentou ganho de sobrevida global, mesmo em análise tardia de seus resultados.
III. O estudo RAPIDO, que comparou radioterapia de curso curto seguida de quimioterapia neoadjuvante, com tratamento convencional quimiorradioterápico, apresentou benefício em sobrevida global e sobrevida livre de progressão em 3 anos.
IV. O estudo OPRA evidenciou piores...