Acerca da incompetência istmocervical, julgue os itens que se seguem.
Essa patologia está associada a abortos de primeiro trimestre de gestação.
Acerca da incompetência istmocervical, julgue os itens que se seguem.
Essa patologia está associada a abortos de primeiro trimestre de gestação.
Acerca da incompetência istmocervical, julgue os itens que se seguem.
O tratamento primário deve ser feito por terapia medicamentosa.
Sobre a gestação ectópica (GE), analise as afirmativas a seguir.
I. Embora as mortes por esta causa estejam diminuindo, ela é a principal causa de mobimortalidade materna no primeiro trimestre da gravidez.
II. Embora as mortes por esta causa estejam diminuindo, ela é a principal causa de mobimortalidade fetal no primeiro trimestre da gravidez.
III. Atualmente, há apenas duas possíveis abordagens terapêuticas da GE: abordagem médica (metotrexato) ou cirúrgica (salpingotomia ou salpingectomia).
IV. Mais de 90% acontecem nas tubas uterinas, na região ampular, mas podem se implantar no colo uterino, ovário, cavidade peritoneal, cicatrizes de cesariana e região intersticial do miométrio.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Sobre a sífilis congênita, leia as afirmativas a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) A prevenção deve iniciar-se no pré-natal com a realização dos exames e acompanhamento apenas no primeiro trimestre da gestação. No caso de gestantes já portadoras de sífilis, elas devem estar bem orientadas sobre o que é sífilis congênita, suas complicações, sequelas e, principalmente, o tratamento.
( ) É classificada em precoce e tardia de acordo com o aparecimento dos sinais clínicos, sendo que a primeira apresenta sinais e sintomas nos primeiros dois anos de vida e a tardia, apenas após os dois anos de idade.
( ) Por ter sido quase erradicada no País, ela não é de notificação compulsória.
( ) Atinge o feto pela via transplacentária através...
Considere o seguinte caso:
Mulher de 20 anos, G1 P0, com 28 semanas de gestação, tem pré-eclâmpsia grave, com pressão arterial de 160/110 e 4+ de proteinúria. Ela nega cefaleias ou anormalidades visuais, mas nota uma história de 2 dias de forte sensibilidade epigástrica sem alívio. A contagem de plaquetas da paciente é de 130.000 mil e de GGT é de 2.100 mUI/mL (nL 35). Logo após a admissão, ela recebeu sulfato de magnésio endovenoso e foi induzida com ocitocina. Ela deu à luz por via vaginal. Duas horas após o parto, a paciente queixa-se de surgimento súbito de dor abdominal grave e tem um episódio de síncope. A paciente apresenta pressão sanguínea de 80 / 60, o abdome distendido e a frequência cardíaca de 140 bpm com um pulso filiforme.
Qual é o provável diagnóstico...