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A esclerose múltipla (MS) é doença crônica, remitente, caracterizada por lesões múltiplas da substância branca do sistema nervoso central, que são separadas quanto ao tempo de ocorrência e localização. A causa da MS é desconhecida, mas sabe-se que há interação de fatores genéticos, imunológicos e infecciosos na origem da doença. A respeito dessa enfermidade, julgue os itens a seguir.
A MS é doença freqüente na criança e se inicia, na maioria das vezes, antes de dez anos de idade.
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A esclerose múltipla (MS) é doença crônica, remitente, caracterizada por lesões múltiplas da substância branca do sistema nervoso central, que são separadas quanto ao tempo de ocorrência e localização. A causa da MS é desconhecida, mas sabe-se que há interação de fatores genéticos, imunológicos e infecciosos na origem da doença. A respeito dessa enfermidade, julgue os itens a seguir.
A progressão da doença tende a ser lenta, com longos períodos de remissão dos sintomas.
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Mielite transversa é doença neurológica caracterizada por fraqueza muscular e distúrbios sensitivos de início abrupto que são progressivos e comprometem os membros inferiores. Na maioria dos casos, há história anterior de infecção viral acompanhada de febre e mal-estar. Os vírus comumente citados como agentes desses quadros infecciosos que precedem a mielite transversa são o Epstein-Barr e os vírus do herpes, da influenza, da rubéola, da caxumba e da varicela. Com referência às características da mielite transversa, julgue os próximos itens.
Dor abdominal e parestesias das pernas são sintomas proeminentes nas fases inicias da doença.
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Mielite transversa é doença neurológica caracterizada por fraqueza muscular e distúrbios sensitivos de início abrupto que são progressivos e comprometem os membros inferiores. Na maioria dos casos, há história anterior de infecção viral acompanhada de febre e mal-estar. Os vírus comumente citados como agentes desses quadros infecciosos que precedem a mielite transversa são o Epstein-Barr e os vírus do herpes, da influenza, da rubéola, da caxumba e da varicela. Com referência às características da mielite transversa, julgue os próximos itens.
Distúrbios de controle do esfíncter vesical raramente ocorrem durante a evolução da mielite transversa e são causados por infecção urinária residual produzida pelos vírus...
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Mielite transversa é doença neurológica caracterizada por fraqueza muscular e distúrbios sensitivos de início abrupto que são progressivos e comprometem os membros inferiores. Na maioria dos casos, há história anterior de infecção viral acompanhada de febre e mal-estar. Os vírus comumente citados como agentes desses quadros infecciosos que precedem a mielite transversa são o Epstein-Barr e os vírus do herpes, da influenza, da rubéola, da caxumba e da varicela. Com referência às características da mielite transversa, julgue os próximos itens.
Fraqueza muscular e flacidez dos membros inferiores estão sempre presentes entre os sinais físicos que sugerem o diagnóstico dessa doença.
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Mielite transversa é doença neurológica caracterizada por fraqueza muscular e distúrbios sensitivos de início abrupto que são progressivos e comprometem os membros inferiores. Na maioria dos casos, há história anterior de infecção viral acompanhada de febre e mal-estar. Os vírus comumente citados como agentes desses quadros infecciosos que precedem a mielite transversa são o Epstein-Barr e os vírus do herpes, da influenza, da rubéola, da caxumba e da varicela. Com referência às características da mielite transversa, julgue os próximos itens.
A recuperação espontânea das lesões ocorre em período de semanas ou meses de evolução da doença, sendo completa em mais da metade dos casos.
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A miastenia grave é uma doença causada por bloqueio na transmissão neuromuscular em virtude de mecanismo imunológico. A liberação de acetilcolina na fenda sináptica pelo axônio terminal é normal, mas a membrana muscular pós-sináptica, ou placa motora, responde menos à acetilcolina. Na maioria dos casos, a doença não é hereditária e depende de mecanismo auto-imune, com formação de auto-anticorpos contra os receptores da acetilcolina. Com relação a essa doença, julgue os itens subseqüentes.
Crianças que nascem de mães miastênicas podem ter forma transitória de miastenia neonatal decorrente de anticorpos maternos transferidos por via placentária.
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A miastenia grave é uma doença causada por bloqueio na transmissão neuromuscular em virtude de mecanismo imunológico. A liberação de acetilcolina na fenda sináptica pelo axônio terminal é normal, mas a membrana muscular pós-sináptica, ou placa motora, responde menos à acetilcolina. Na maioria dos casos, a doença não é hereditária e depende de mecanismo auto-imune, com formação de auto-anticorpos contra os receptores da acetilcolina. Com relação a essa doença, julgue os itens subseqüentes.
Ptose palpebral e fraqueza da musculatura extraocular são os sinais clínicos mais constantes e precoces da miastenia grave.
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A miastenia grave é uma doença causada por bloqueio na transmissão neuromuscular em virtude de mecanismo imunológico. A liberação de acetilcolina na fenda sináptica pelo axônio terminal é normal, mas a membrana muscular pós-sináptica, ou placa motora, responde menos à acetilcolina. Na maioria dos casos, a doença não é hereditária e depende de mecanismo auto-imune, com formação de auto-anticorpos contra os receptores da acetilcolina. Com relação a essa doença, julgue os itens subseqüentes.
Não há envolvimento dos músculos respiratórios na miastenia grave.
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A miastenia grave é uma doença causada por bloqueio na transmissão neuromuscular em virtude de mecanismo imunológico. A liberação de acetilcolina na fenda sináptica pelo axônio terminal é normal, mas a membrana muscular pós-sináptica, ou placa motora, responde menos à acetilcolina. Na maioria dos casos, a doença não é hereditária e depende de mecanismo auto-imune, com formação de auto-anticorpos contra os receptores da acetilcolina. Com relação a essa doença, julgue os itens subseqüentes.
Inseticidas do grupo dos organofosforados podem causar síndrome semelhante à miastenia grave em crianças expostas a esses produtos.
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A atrofia muscular espinhal é uma doença degenerativa dos neurônios motores, que se inicia na vida fetal e progride na infância e na adolescência. Os neurônios motores superiores permanecem normais. Três formas da doença são descritas: o tipo I, também conhecida como doença de Werdnig-Hoffmann, forma infantil mais severa; o tipo II, ou infantil tardio, com progressão mais lenta; e o tipo III, ou forma juvenil crônica. Julgue os itens seguintes, relacionados a essa doença.
Os sinais clínicos marcantes do tipo I são fraqueza muscular generalizada, hipotonia severa e comprometimento das musculaturas lingual, facial e mandibular.
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A atrofia muscular espinhal é uma doença degenerativa dos neurônios motores, que se inicia na vida fetal e progride na infância e na adolescência. Os neurônios motores superiores permanecem normais. Três formas da doença são descritas: o tipo I, também conhecida como doença de Werdnig-Hoffmann, forma infantil mais severa; o tipo II, ou infantil tardio, com progressão mais lenta; e o tipo III, ou forma juvenil crônica. Julgue os itens seguintes, relacionados a essa doença.
Os reflexos tendinosos são poupados no tipo I da doença.
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A atrofia muscular espinhal é uma doença degenerativa dos neurônios motores, que se inicia na vida fetal e progride na infância e na adolescência. Os neurônios motores superiores permanecem normais. Três formas da doença são descritas: o tipo I, também conhecida como doença de Werdnig-Hoffmann, forma infantil mais severa; o tipo II, ou infantil tardio, com progressão mais lenta; e o tipo III, ou forma juvenil crônica. Julgue os itens seguintes, relacionados a essa doença.
A maioria das crianças acometidas pelo tipo I vive até os cinco anos de idade.
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A atrofia muscular espinhal é uma doença degenerativa dos neurônios motores, que se inicia na vida fetal e progride na infância e na adolescência. Os neurônios motores superiores permanecem normais. Três formas da doença são descritas: o tipo I, também conhecida como doença de Werdnig-Hoffmann, forma infantil mais severa; o tipo II, ou infantil tardio, com progressão mais lenta; e o tipo III, ou forma juvenil crônica. Julgue os itens seguintes, relacionados a essa doença.
A biópsia muscular é o exame que permite distinguir entre os tipos I e II da doença.
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A hipotonia congênita benigna não é uma doença, mas uma expressão descritiva aplicada a crianças que apresentam hipotonia muscular não progressiva e de causa desconhecida. Nesse caso, não há envolvimento dos nervos cranianos. Julgue os itens seguintes, relativos à hipotonia congênita benigna.
Os reflexos tendinosos são normais na hipotonia congênita benigna.
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A hipotonia congênita benigna não é uma doença, mas uma expressão descritiva aplicada a crianças que apresentam hipotonia muscular não progressiva e de causa desconhecida. Nesse caso, não há envolvimento dos nervos cranianos. Julgue os itens seguintes, relativos à hipotonia congênita benigna.
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A hipotonia congênita benigna não é uma doença, mas uma expressão descritiva aplicada a crianças que apresentam hipotonia muscular não progressiva e de causa desconhecida. Nesse caso, não há envolvimento dos nervos cranianos. Julgue os itens seguintes, relativos à hipotonia congênita benigna.
A luxação recorrente das articulações pode ser uma complicação da hipotonia congênita benigna.
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Um lactente de oito meses de vida, nascido de parto normal a termo, com perímetro cefálico de 35 cm ao nascimento, apresenta bom estado geral. A avaliação antropométrica dessa criança revela as seguintes medidas: peso de 9.200 g, estatura de 70 cm e perímetro cefálico de 52 cm. A fontanela anterior ainda está aberta, e o exame clínico não revela sinais semióticos significativos.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
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Um lactente de oito meses de vida, nascido de parto normal a termo, com perímetro cefálico de 35 cm ao nascimento, apresenta bom estado geral. A avaliação antropométrica dessa criança revela as seguintes medidas: peso de 9.200 g, estatura de 70 cm e perímetro cefálico de 52 cm. A fontanela anterior ainda está aberta, e o exame clínico não revela sinais semióticos significativos.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Considera-se, para o diagnóstico de hidrocefalia, perímetro cefálico superior a três vezes o desvio-padrão da média para a idade cronológica.
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Um lactente de oito meses de vida, nascido de parto normal a termo, com perímetro cefálico de 35 cm ao nascimento, apresenta bom estado geral. A avaliação antropométrica dessa criança revela as seguintes medidas: peso de 9.200 g, estatura de 70 cm e perímetro cefálico de 52 cm. A fontanela anterior ainda está aberta, e o exame clínico não revela sinais semióticos significativos.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A hidrocefalia externa caracteriza-se pelo acúmulo do líquido cefalorraquidiano no espaço subaracnóideo.
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Um lactente de oito meses de vida, nascido de parto normal a termo, com perímetro cefálico de 35 cm ao nascimento, apresenta bom estado geral. A avaliação antropométrica dessa criança revela as seguintes medidas: peso de 9.200 g, estatura de 70 cm e perímetro cefálico de 52 cm. A fontanela anterior ainda está aberta, e o exame clínico não revela sinais semióticos significativos.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
No primeiro ano de vida, o perímetro cefálico corresponde à metade da estatura da criança mais 10 cm.
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Um lactente de oito meses de vida, nascido de parto normal a termo, com perímetro cefálico de 35 cm ao nascimento, apresenta bom estado geral. A avaliação antropométrica dessa criança revela as seguintes medidas: peso de 9.200 g, estatura de 70 cm e perímetro cefálico de 52 cm. A fontanela anterior ainda está aberta, e o exame clínico não revela sinais semióticos significativos.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A ocorrência de hipertensão intracraniana é rara em casos de hidrocefalia interna.
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Uma criança do sexo masculino, com 7 anos de idade, apresentou, há 3 semanas, quadro infeccioso do tipo viral, comprometendo as vias aéreas superiores. Há dois dias, passou a revelar diminuição simétrica da força muscular dos membros inferiores, associada a dor e parestesia. O exame físico mostrou déficit motor do tipo flácido nos membros comprometidos e importante redução do reflexo patelar. O exame do líquido cefalorraquidiano revelou proteínas de 150 mg/dL, glicose normal, cloretos normais e 3 células linfomononucleares por campo.
A respeito da situação clínica acima descrita e de temas a ela associados, julgue os itens que se seguem.
Considera-se normal a concentração de 100 mg/dL de proteínas...
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Uma criança do sexo masculino, com 7 anos de idade, apresentou, há 3 semanas, quadro infeccioso do tipo viral, comprometendo as vias aéreas superiores. Há dois dias, passou a revelar diminuição simétrica da força muscular dos membros inferiores, associada a dor e parestesia. O exame físico mostrou déficit motor do tipo flácido nos membros comprometidos e importante redução do reflexo patelar. O exame do líquido cefalorraquidiano revelou proteínas de 150 mg/dL, glicose normal, cloretos normais e 3 células linfomononucleares por campo.
A respeito da situação clínica acima descrita e de temas a ela associados, julgue os itens que se seguem.
A poliomielite caracteriza-se por apresentar paralisia flácid...
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Uma criança do sexo masculino, com 7 anos de idade, apresentou, há 3 semanas, quadro infeccioso do tipo viral, comprometendo as vias aéreas superiores. Há dois dias, passou a revelar diminuição simétrica da força muscular dos membros inferiores, associada a dor e parestesia. O exame físico mostrou déficit motor do tipo flácido nos membros comprometidos e importante redução do reflexo patelar. O exame do líquido cefalorraquidiano revelou proteínas de 150 mg/dL, glicose normal, cloretos normais e 3 células linfomononucleares por campo.
A respeito da situação clínica acima descrita e de temas a ela associados, julgue os itens que se seguem.
No quadro clínico em apreço, o exame do líquido cefalorraqui...
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Uma criança do sexo masculino, com 7 anos de idade, apresentou, há 3 semanas, quadro infeccioso do tipo viral, comprometendo as vias aéreas superiores. Há dois dias, passou a revelar diminuição simétrica da força muscular dos membros inferiores, associada a dor e parestesia. O exame físico mostrou déficit motor do tipo flácido nos membros comprometidos e importante redução do reflexo patelar. O exame do líquido cefalorraquidiano revelou proteínas de 150 mg/dL, glicose normal, cloretos normais e 3 células linfomononucleares por campo.
A respeito da situação clínica acima descrita e de temas a ela associados, julgue os itens que se seguem.
O déficit motor do tipo flácido, simétrico, que ocorre entre ...
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Uma criança do sexo masculino, com 7 anos de idade, apresentou, há 3 semanas, quadro infeccioso do tipo viral, comprometendo as vias aéreas superiores. Há dois dias, passou a revelar diminuição simétrica da força muscular dos membros inferiores, associada a dor e parestesia. O exame físico mostrou déficit motor do tipo flácido nos membros comprometidos e importante redução do reflexo patelar. O exame do líquido cefalorraquidiano revelou proteínas de 150 mg/dL, glicose normal, cloretos normais e 3 células linfomononucleares por campo.
A respeito da situação clínica acima descrita e de temas a ela associados, julgue os itens que se seguem.
Atualmente, a polirradiculoneurite é tratada com pulsoterapi...
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Uma criança do sexo feminino, com 6 anos de idade, encontra-se na fase de convalescença de varicela. Há 36 horas, passou a apresentar alteração importante do equilíbrio, com quedas freqüentes e dificuldade de permanecer de pé ou sentada sem apoio. Nota-se, ainda, sonolência, nistagmo e discreto grau de irritabilidade. O exame do líquido cefalorraquidiano mostrou seis células por campo, com predomínio de linfomononucleares. O resultado da tomografia computadorizada de crânio foi normal.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens seguintes.
O quadro revelado pela criança configura-se como ataxia aguda.
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Uma criança do sexo feminino, com 6 anos de idade, encontra-se na fase de convalescença de varicela. Há 36 horas, passou a apresentar alteração importante do equilíbrio, com quedas freqüentes e dificuldade de permanecer de pé ou sentada sem apoio. Nota-se, ainda, sonolência, nistagmo e discreto grau de irritabilidade. O exame do líquido cefalorraquidiano mostrou seis células por campo, com predomínio de linfomononucleares. O resultado da tomografia computadorizada de crânio foi normal.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens seguintes.
Os sintomas descritos reúnem critérios clínicos para diagnóstico de ataxia cerebelar aguda.
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Uma criança do sexo feminino, com 6 anos de idade, encontra-se na fase de convalescença de varicela. Há 36 horas, passou a apresentar alteração importante do equilíbrio, com quedas freqüentes e dificuldade de permanecer de pé ou sentada sem apoio. Nota-se, ainda, sonolência, nistagmo e discreto grau de irritabilidade. O exame do líquido cefalorraquidiano mostrou seis células por campo, com predomínio de linfomononucleares. O resultado da tomografia computadorizada de crânio foi normal.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens seguintes.
A ocorrência de varicela nessa criança nada tem a ver com as alterações de equilíbrio apresentadas e não passa de coincidência nosológica.
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Uma criança do sexo feminino, com 6 anos de idade, encontra-se na fase de convalescença de varicela. Há 36 horas, passou a apresentar alteração importante do equilíbrio, com quedas freqüentes e dificuldade de permanecer de pé ou sentada sem apoio. Nota-se, ainda, sonolência, nistagmo e discreto grau de irritabilidade. O exame do líquido cefalorraquidiano mostrou seis células por campo, com predomínio de linfomononucleares. O resultado da tomografia computadorizada de crânio foi normal.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens seguintes.
O exame do líquido cefalorraquidiano da criança é patognomônico de cerebelite aguda.
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Uma criança do sexo feminino, com 6 anos de idade, encontra-se na fase de convalescença de varicela. Há 36 horas, passou a apresentar alteração importante do equilíbrio, com quedas freqüentes e dificuldade de permanecer de pé ou sentada sem apoio. Nota-se, ainda, sonolência, nistagmo e discreto grau de irritabilidade. O exame do líquido cefalorraquidiano mostrou seis células por campo, com predomínio de linfomononucleares. O resultado da tomografia computadorizada de crânio foi normal.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens seguintes.
Não haverá possibilidade de o resultado da tomografia computadorizada de crânio da criança ser normal, caso se trate de ataxia cerebelar aguda.
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Uma criança do sexo masculino, com dois anos e seis meses de idade, apresenta quadro neurológico caracterizado por retardo importante do desenvolvimento neuropsicomotor, crises epilépticas que consistem em crises tônicas axiais, mioclônico-astáticas e ausências. O eletroencefalograma caracteriza-se por espícula, onda lenta e desorganização do ritmo de fundo do traçado.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subseqüentes.
A tríade clínico-eletroencefalográfica dessa criança preenche os critérios diagnósticos de síndrome de Lennox-Gastaut.
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Uma criança do sexo masculino, com dois anos e seis meses de idade, apresenta quadro neurológico caracterizado por retardo importante do desenvolvimento neuropsicomotor, crises epilépticas que consistem em crises tônicas axiais, mioclônico-astáticas e ausências. O eletroencefalograma caracteriza-se por espícula, onda lenta e desorganização do ritmo de fundo do traçado.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subseqüentes.
A síndrome de Lennox-Gastaut é bem mais freqüente na adolescência, embora possa ocorrer raramente nos cinco primeiros anos de vida.
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Uma criança do sexo masculino, com dois anos e seis meses de idade, apresenta quadro neurológico caracterizado por retardo importante do desenvolvimento neuropsicomotor, crises epilépticas que consistem em crises tônicas axiais, mioclônico-astáticas e ausências. O eletroencefalograma caracteriza-se por espícula, onda lenta e desorganização do ritmo de fundo do traçado.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subseqüentes.
Apesar de preencherem os critérios diagnósticos para síndrome de Lennox-Gastaut, os elementos semióticos e o resultado do eletroencefalograma permitem o diagnóstico de hipsarritmia.
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Uma criança do sexo masculino, com dois anos e seis meses de idade, apresenta quadro neurológico caracterizado por retardo importante do desenvolvimento neuropsicomotor, crises epilépticas que consistem em crises tônicas axiais, mioclônico-astáticas e ausências. O eletroencefalograma caracteriza-se por espícula, onda lenta e desorganização do ritmo de fundo do traçado.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subseqüentes.
A síndrome de Lennox-Gastaut responde sempre favoravelmente ao tratamento com doses elevadas de hormônio adrenocorticotrófico (ACTH).
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Uma criança do sexo masculino, com dois anos e seis meses de idade, apresenta quadro neurológico caracterizado por retardo importante do desenvolvimento neuropsicomotor, crises epilépticas que consistem em crises tônicas axiais, mioclônico-astáticas e ausências. O eletroencefalograma caracteriza-se por espícula, onda lenta e desorganização do ritmo de fundo do traçado.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subseqüentes.
A síndrome de West não apresenta crise mistas, mas espasmos infantis de curta duração, semelhantes à resposta do reflexo de Moro.
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Uma criança de sete anos de idade sempre urinou na cama durante o sono, conforme relata sua mãe. A própria mãe apresentou o mesmo problema até o início da adolescência. O exame físico da criança é normal, assim como o exame urinário, incluindo a urocultura, que foi negativa. A criança é ativa, saudável e apresenta bom rendimento escolar. Seu estado nutricional é também normal.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Como não há evidências de qualquer doença orgânica na criança, seu quadro clínico caracteriza a enurese sintomática, porque se trata apenas de sintoma, e não de doença.
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Uma criança de sete anos de idade sempre urinou na cama durante o sono, conforme relata sua mãe. A própria mãe apresentou o mesmo problema até o início da adolescência. O exame físico da criança é normal, assim como o exame urinário, incluindo a urocultura, que foi negativa. A criança é ativa, saudável e apresenta bom rendimento escolar. Seu estado nutricional é também normal.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Como a criança nunca teve controle do esfíncter vesical desde a infância precoce, é correto afirmar que ela apresenta enurese primária.
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Uma criança de sete anos de idade sempre urinou na cama durante o sono, conforme relata sua mãe. A própria mãe apresentou o mesmo problema até o início da adolescência. O exame físico da criança é normal, assim como o exame urinário, incluindo a urocultura, que foi negativa. A criança é ativa, saudável e apresenta bom rendimento escolar. Seu estado nutricional é também normal.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
Como, no caso descrito, não se identifica etiologia orgânica para a queixa da criança, a enurese é idiopática.
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Uma criança de sete anos de idade sempre urinou na cama durante o sono, conforme relata sua mãe. A própria mãe apresentou o mesmo problema até o início da adolescência. O exame físico da criança é normal, assim como o exame urinário, incluindo a urocultura, que foi negativa. A criança é ativa, saudável e apresenta bom rendimento escolar. Seu estado nutricional é também normal.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
O relato de história familiar de enurese é freqüente na forma idiopática do distúrbio.
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Uma criança de sete anos de idade sempre urinou na cama durante o sono, conforme relata sua mãe. A própria mãe apresentou o mesmo problema até o início da adolescência. O exame físico da criança é normal, assim como o exame urinário, incluindo a urocultura, que foi negativa. A criança é ativa, saudável e apresenta bom rendimento escolar. Seu estado nutricional é também normal.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A enurese idiopática dificilmente desaparece na adolescência.
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
Admite-se que, a partir dos 7 anos de idade, as crianças passam a apresentar semiologia das crises epilépticas do lobo temporal semelhante àquela observada nos adultos. O que NÃO é um sintoma deste tipo de crise?
Sobre a convulsão febril em crianças, analise as afirmativas a seguir.
I. É um dos problemas neurológicos com maior frequência na população pediátrica, ocorrendo entre 1 e 5 anos. Pode ser classificada em simples e complicada / complexa.
II. Acontece na presença de febre e com evidências de infecção do sistema nervoso central ou doença neurológica aguda.
III. As crises podem estar associadas com infecções virais das vias aéreas superiores, infecções pulmonares, intestinais e do trato urinário, associadas à febre decorrente de imunizações.
IV. A fisiopatologia desses eventos críticos apoia-se em três pontos fundamentais: faixa etária, presença de febre e predisposição genética, embora o modelo de herança genética ainda não tenha sido identificado.
Em recém-nascidos com hipotonia, dificuldades de amamentação, contraturas e insuficiências respiratórias, suspeita-se de doenças neuromusculares. Qual a conduta mais adequada do neuropediatra quando está diante desta suspeita?
Rodrigo é um garoto de 5 anos. Sua família procurou um neuropediatra, pois percebe que ele fala muito pouco, apenas palavras isoladas e pouco compreensíveis. No aniversário do primo de Rodrigo, a mãe também notou que seu filho permanecia brincando sozinho, parecendo nem perceber as outras crianças ao seu redor. Ele gosta bastante de robôs, desde bonecos a filminhos. Aliás, a família relatou que ele gosta de assistir repetidas vezes a mesma cena de um filminho, quando o robô está limpando a casa. Os pais acham que ele pode ter alguma deficiência intelectual, pois relataram que ele não faz gestos como dar tchau com a mão. Ele gosta muito de correr e, durante a avaliação com o neuropediatra, ficou correndo ao redor da mesa, entrando e saindo da sala, indo de um lado para o outro. Qual a hipót...
Dores de cabeça representam problemas comuns levados ao neuropediatra. Sobre este assunto, analise as assertivas a seguir.
I. Apesar de a maioria das dores de cabeça em crianças e adolescentes não serem decorrentes de tumores cerebrais, faz-se necessário um diagnóstico diferencial.
II. Sintomas de enxaqueca infantil devem incluir pelo menos 5 episódios num mês com duração entre 1 e 72 horas, ser pulsátil, intensa ou agravada pelo movimento, presença de náusea, vômito, fotofobia ou fonofobia.
III. Dor de cabeça é a queixa de pelo menos 40% de adolescentes com lúpus eritematoso sistêmico, e as dores podem ser intermitentes, lembrando a enxaqueca, ou crônicas.
IV. A avaliação de enxaqueca infantil deve ser iniciada com uma entrevista sobre o histórico médico ...
Sobre a síndrome de Guillain-Barré em crianças, analise as afirmativas a seguir.
I. É a causa mais comum de paralisia flácida, fraqueza muscular progressiva ascendente, bilateral e simétrica das extremidades, com envolvimento dos pares cranianos, parestesia distal e dor neuropática. As duas principais formas de apresentação são a polineuropatia aguda, inflamatória, desmielinizante (AIDP) seguida da neuropatia axonal, aguda motora (AMAN). Há também a síndrome de Miller-Fischer (SMF) e a neuropatia axonal, aguda, sensitiva-motora (AMSAN). A AIDP é a mais comum (85-90%) e corresponde ao quadro clínico citado acima. A AMAN, segunda mais comum (10-20%), não é necessariamente grave e está mais ligada à infecção prévia por Campylobacter jejuni.
Já há muito tempo, a forma de caminhar de uma criança de 4 anos tem preocupado seus pais. Ele só começou a andar com 1 ano e 4 meses, sendo mais desajeitado nesta época, do que as outras crianças, mas as professoras da creche disseram que era apenas desleixo e que logo isso ia passar Contudo, isso não mudou. Ele cai frequentemente, parece que cambaleia. Além disso, no último mês, a criança tem apresentado uma dificuldade crescente para se levantar quando está sentada no chão, sempre pedindo ajuda e caindo quando tenta se levantar sozinha. Na avaliação neurológica com um neuropediatra, o garoto apresentava sinal de Gowers positivo. Qual o provável diagnóstico desse garoto?
Os pais de uma criança de 3 anos a levam ao serviço de emergência após ela ter apresentado uma crise convulsiva. Ultimamente, o garoto vem sentindo labilidade emocional, dores abdominais, dor nos ossos, pouco sono, vômitos e constipação intermitentes. Qual o diagnóstico mais provável?