No novo Código de Ética Médica (Resolução n° 1.931/2009), do Conselho Federal de Medicina (CFM), o Capítulo IV é dedicado aos direitos humanos e é composto de nove artigos. Sobre esse trecho, marque a afirmativa INCORRETA.
Um paciente de 50 anos, do sexo masculino, é internado para investigação de ascite. Uma paracentese é realizada, e o gradiente de albumina entre o soro e o líquido ascítico (“GASA”) é de 1,3 g/dL. Das opções abaixo, a causa mais provável para o quadro clínico é:
Um jovem de 20 anos apresenta febre, perda ponderal e sudorese noturna há 30 dias. No exame físico, o paciente está corado, em regular estado-geral, e palpam-se linfonodos cervicais, com cerca de 2 a 3 cm de diâmetro, móveis e de consistência fibroelástica. O restante do exame físico está normal. O paciente relata que os linfonodos são, em geral, indolores, exceto após situações nas quais há grande ingesta de bebidas alcoólicas. Das opções abaixo, a causa mais provável para esse quadro clínico é:
Um homem de 45 anos se queixa de tosse há três meses. A tosse é seca e piora à noite, ao deitar. Não há febre, dor torácica, coriza nem obstrução nasal. O paciente não tem comorbidades, não fuma nem faz uso de medicação regular. Na tentativa de soluciona ratos se , procurou um otorrinolaringologista, ocasião em que realizou alguns exames: radiografia de tórax e seios paranasais, que estão normais, hemograma, também normal, e videolaringoscopia, na qual se observa hiperemia na topografia das cartilagens aritenoides. O exame físico do paciente está normal, a pressão arterial é de 120 x 80 mmg, e o índice de massa corporal é de 41 kg/m². Das opções abaixo, a causa mais provável para esse quadro clínico é:
No Brasil, as ações desenvolvidas para promoção da saúde da criança desencadearam um declínio na taxa de mortalidade infantil em várias regiões do país. É preocupante o fato de que 90% da mortalidade de recém-nascidos no mundo ainda ocorram em países em desenvolvimento onde há poucos recursos e a disponibilidade tecnológica da saúde tem diferentes prioridades. A redução da mortalidade infantil neonatal é ainda mais difícil pois está associada tanto a fatores biológicos como à assistência pré e perinatal ao neonato. A prevenção da mortalidade infantil neonatal envolve principalmente investimentos em serviços hospitalares de tecnologia mais complexa bem como em ações educativas e de saúde pública.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir....
No Brasil, as ações desenvolvidas para promoção da saúde da criança desencadearam um declínio na taxa de mortalidade infantil em várias regiões do país. É preocupante o fato de que 90% da mortalidade de recém-nascidos no mundo ainda ocorram em países em desenvolvimento onde há poucos recursos e a disponibilidade tecnológica da saúde tem diferentes prioridades. A redução da mortalidade infantil neonatal é ainda mais difícil pois está associada tanto a fatores biológicos como à assistência pré e perinatal ao neonato. A prevenção da mortalidade infantil neonatal envolve principalmente investimentos em serviços hospitalares de tecnologia mais complexa bem como em ações educativas e de saúde pública.
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No Brasil, as ações desenvolvidas para promoção da saúde da criança desencadearam um declínio na taxa de mortalidade infantil em várias regiões do país. É preocupante o fato de que 90% da mortalidade de recém-nascidos no mundo ainda ocorram em países em desenvolvimento onde há poucos recursos e a disponibilidade tecnológica da saúde tem diferentes prioridades. A redução da mortalidade infantil neonatal é ainda mais difícil pois está associada tanto a fatores biológicos como à assistência pré e perinatal ao neonato. A prevenção da mortalidade infantil neonatal envolve principalmente investimentos em serviços hospitalares de tecnologia mais complexa bem como em ações educativas e de saúde pública.
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No Brasil, as ações desenvolvidas para promoção da saúde da criança desencadearam um declínio na taxa de mortalidade infantil em várias regiões do país. É preocupante o fato de que 90% da mortalidade de recém-nascidos no mundo ainda ocorram em países em desenvolvimento onde há poucos recursos e a disponibilidade tecnológica da saúde tem diferentes prioridades. A redução da mortalidade infantil neonatal é ainda mais difícil pois está associada tanto a fatores biológicos como à assistência pré e perinatal ao neonato. A prevenção da mortalidade infantil neonatal envolve principalmente investimentos em serviços hospitalares de tecnologia mais complexa bem como em ações educativas e de saúde pública.
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