A degeneração lobar frontotemporal (DLFT), após a demência de Alzheimer (DA) e a demência de copos de Lewy (DCL), constitui a terceira causa de demência degenerativa. Entre as variedades da DLFT, a mais frequente é a demência frontotemporal (DFT), caracterizada clinicamente por:
Um paciente masculino, 70 anos de idade, com histórico de saúde anterior. Apresenta uma síndrome demencial com 16 meses de evolução, acompanhada de flutuação cognitiva, alucinações visuais recorrentes, parkinsonismo espontâneo no primeiro ano da evolução, quedas frequentes, sensibilidade ao uso dos neurolépticos e resposta discreta ao uso da levodopa. Para esse caso, assinale a alternativa que indica a demência a ser diagnosticada:
Em relação à demência de Alzheimer e seu tratamento sintomático, a conduta CORRETA, segundo as recomendações dos especialistas brasileiros, é:
Uma paciente de 65 anos, saudável, queixa-se, na consulta, de tontura com sensação rotatória muito rápida (segundos de duração) no momento de deitar ou levantar do leito, acompanhada de náuseas. A paciente negou zumbido, surdez e sensação de pressão no ouvido. “Doutor é só a tontura mesmo”, observou a paciente. A manobra de Dix - Hallpike mostrou nistagmo horizontal e piora da sintomatologia após uma latência de segundos. O resto do exame físico apresenta-se normal. Nota: Manobra de Dix – Hallpike: paciente em posição sentada, cabeça rodada lateralmente (à direita ou à esquerda) conforme o lado a ser testado, em aproximadamente 45º. O examinador, ao segurar a cabeça do paciente, promove um brusco e rápido movimento de deitar, em decúbito dorsal horizontal. Ao ser deitado, ...
Homem de 68 anos de idade, etilista contumaz desde jovem, mora sozinho e sua alimentação é ruim. Afirma que há cinco meses apresenta, de forma lenta e progressiva, dificuldade para caminhar, que piora no escuro. No exame geral, constata-se palidez cutânea mucosa, língua avermelhada e lisa, edema mole nos membros inferiores. O exame neurológico evidenciou uma disbasia tipo ataxotalonante, aumento da base de sustentação, hipotonia e, na prova de Romberg, queda para trás quando o paciente fecha os olhos. Apresentou abolição da sensibilidade tátil epicrítica, vibratória e cinético-postural e dos reflexos profundos. Não acusa neurite óptica, disartria nem déficit motor. Nesse paciente, a localização topográfica da síndrome neurológica e sua possível causa são:
Paciente, 58 anos de idade, saudável, foi encaminhado para o Hospital das Clínicas pela unidade de emergência com o diagnóstico de traumatismo craniano. Relata-se que, após o trauma craniano, o paciente teve uma perda breve da consciência, seguida de um intervalo de lucidez e logo rebaixamento do nível de consciência. Constata-se um Glasgow de 08, hemiparesia e Babinski à esquerda, (fenômeno de Kernohan). No Rx de crânio (feito na unidade de emergência) constata-se uma fratura temporal parietal esquerda. Com relação a esse paciente, assinale a alternativa que contemple provável (I) diagnóstico e (II) adequado procedimento.
Perda sensitiva de todas as modalidades, tremor de intenção e coreoatetose constituem sinais e sintomas da síndrome:
Dentre os adenomas endocrinologicamente ativos, os prolactinomas são os mais comuns e constitui nível indicativo de tumor o nível sérico de prolactina maior do que:
Em um paciente jovem com história clínica de crises convulsivas, angiomatose facial, quadro de hipertensão intracraniana e que a tomografia mostrou obstrução ventricular na altura no forame interventricular, por massa captante de contraste, com áreas de calcificação intratumoral, a combinação que contempla o diagnóstico presuntivo e a conduta a ser adotada é:
Aprincipal etiologia de polineuropatia sensitiva é: