Caracteriza-se como CONTRA-INDICAÇÃO à colocação de endopróteses perorais no carcinoma esofagiano:
Durante endoscopia digestiva alta diagnóstica de paciente em investigação de doença do refluxo gastro-esofagiana, foi observada presença de segmento digitiforme de 2 cm de mucosa de coloração alaranjada acima do topo das pregas gástricas localizadas 3 cm acima do pinçamento diafragmático. O exame histopatológico dos fragmentos retirados deste segmento digitiforme mostrou presença de epitélio colunar sem células caliciformes e sem displasia. O acompanhamento endoscópico desse paciente deve ser:
O protocolo de Seattle de acompanhamento endoscópico do Esôfago de Barrett com displasia de alto grau recomenda:
O achado ecoendoscópico no esôfago de lesão hipoecóica, contígua com a muscular própria e com margem externa nítida é compatível com:
Nas estenoses de anastomose esôfago-gástricas refratárias à dilatação convencional, é recomendada:
Qual dos fatores abaixo relacionado é considerado fator preditivo para presença de gânglios no adenocarcinoma superficial de esôfago:
O tratamento de melhor resultado na hemostasia inicial e com menor recorrência de sangramento para hemorragia digestiva alta por varizes de fundo gástrico é:
Os riscos de complicações na endoscopia digestiva alta de pacientes com hemorragia digestiva são maiores que os observados nos exames de rotina, com relato pela Sociedade América de Endoscopia Digestiva de alcançarem até 0,9%. O mais freqüentemente observado foi:
A observação de pólipo à retossigmoidoscopia deve ser seguida da seguinte conduta:
A presença de vazamento da dieta pelo orifício da gastrostomia associado à resistência a administração da dieta e dor no local são sugestivos da seguinte complicação do procedimento: